Motores
Leal dos Santos e Carlos Sousa fecharam top-10 de etapa que Gordon ganhou
Os pilotos portugueses estão separados na geral por 32:44 minutos, com vantagem para o de Almada
Leal dos Santos, em Mini, foi de novo o português mais rápido nos carros, sendo nono, à frente de Carlos Sousa, em Great Wall, na 12.ª etapa do Dakar, 412Km de ligação e 245 cronometrados, entre Arequipa e Nasca, ganha pelo "excluído" Robby Gordon, em Hummer, que se mantém em quarto da geral.
O líder, Peterhansel, em Mini, foi sétimo, atrás do seu "vice", Roma, enquanto o sul-africano Giniel De Villiers, em Toyota, foi terceiro, a mesma posição que ocupa na geral.
Carlos Sousa desceu um lugar, para oitavo, logo seguido de Ricardo Leal dos Santos, que, pela primeira vez, em oito etapas, não subiu na geral.
"Os carros que abriam a pista e onde nós estamos incluídos, foram desta
vez traídos pelo facto de as motos terem optado por um traçado entre dunas
que não era nada favorável aos automóveis. Numa zona de dunas pouco espaçadas entre si, foi difícil progredir sem atascar ou cair em buracos", disse no final Leal dos Santos, que passou por uma tempestade de areia "que limitou a visibilidade", num dia "muito complicado".
Sousa foi condicionado pelas sequelas da "aterragem" na etapa de ontem para o seu co-piloto, o francês Jean-Pierre Garcin, cujo mal-estar o levou a cometer um erro de navegação.
"Começámos muito bem a etapa, mas depois tive que mesmo que levantar
o pé porque o Jean-Pierre começou a sentir-se muito mal. Por momentos,
cheguei a pensar que teríamos de desistir, mas lá conseguimos continuar,
embora a um ritmo bem mais lento que na primeira parte da especial", narrou o piloto do carro chinês estreante na prova, à chegada ao acampamento de Nasca.
"Sem notas, acabei por errar um cruzamento e fazer mais sete quilómetros
para a frente e para trás, o suficiente para chegar às dunas já depois dos
primeiros camiões e quando a areia já estava muito destruída", explicou, ainda, Sousa.
O líder, Peterhansel, em Mini, foi sétimo, atrás do seu "vice", Roma, enquanto o sul-africano Giniel De Villiers, em Toyota, foi terceiro, a mesma posição que ocupa na geral.
Carlos Sousa desceu um lugar, para oitavo, logo seguido de Ricardo Leal dos Santos, que, pela primeira vez, em oito etapas, não subiu na geral.
"Os carros que abriam a pista e onde nós estamos incluídos, foram desta
vez traídos pelo facto de as motos terem optado por um traçado entre dunas
que não era nada favorável aos automóveis. Numa zona de dunas pouco espaçadas entre si, foi difícil progredir sem atascar ou cair em buracos", disse no final Leal dos Santos, que passou por uma tempestade de areia "que limitou a visibilidade", num dia "muito complicado".
Sousa foi condicionado pelas sequelas da "aterragem" na etapa de ontem para o seu co-piloto, o francês Jean-Pierre Garcin, cujo mal-estar o levou a cometer um erro de navegação.
"Começámos muito bem a etapa, mas depois tive que mesmo que levantar
o pé porque o Jean-Pierre começou a sentir-se muito mal. Por momentos,
cheguei a pensar que teríamos de desistir, mas lá conseguimos continuar,
embora a um ritmo bem mais lento que na primeira parte da especial", narrou o piloto do carro chinês estreante na prova, à chegada ao acampamento de Nasca.
"Sem notas, acabei por errar um cruzamento e fazer mais sete quilómetros
para a frente e para trás, o suficiente para chegar às dunas já depois dos
primeiros camiões e quando a areia já estava muito destruída", explicou, ainda, Sousa.