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Miguel Oliveira em 17.º na corrida sprint do GP da Comunidade Valenciana de MotoGP
O piloto português Miguel Oliveira (Yamaha) terminou na 17.ª posição a corrida sprint do Grande Prémio da Comunidade Valenciana de MotoGP, 22.ª e última ronda da temporada, que marca a despedida do luso da categoria rainha.
Oliveira cortou a meta a 15,597 segundos do vencedor, o espanhol Alex Márquez (Ducati), que bateu o compatriota Pedro Acosta (KTM) por 1,149 segundos, com o italiano Fábio DiGiannantonio (Ducati) em terceiro, a 2,637.
O piloto natural de Almada largou da 18.ª posição mas, nas primeiras curvas, baixou ao 23.º lugar.
No entanto, conseguiu recompor-se e, logo nas voltas iniciais das 13 previstas, Miguel Oliveira recuperou até ao 17.º lugar, atrás do italiano Niccolò Bulega, que substitui novamente o espanhol Marc Márquez na Ducati, devido à lesão do catalão, já campeão desde o GP do Japão.
Niccolò Bulega é piloto do Mundial de Superbikes, competição para motas derivadas de série que Miguel Oliveira vai disputar a partir de 2026, com a BMW.
Alex Márquez, que largou da segunda posição, rapidamente saltou para a frente do italiano Marco Bezzecchi (Aprilia), autor da pole position.
A partir daí, foi cavando uma distância confortável para Pedro Acosta, que também se desenvencilhou de Bezzecchi.
O italiano foi perdendo posições, fechando no quinto lugar, atrás do espanhol Raul Fernandez (Aprilia), mas, ainda assim, garantiu o terceiro lugar final do campeonato.
Nestas contas, Marc Márquez é já matematicamente campeão, com 545 pontos, seguido do irmão Alex Márquez, que tem 457, e Bezzecchi é terceiro, com 328.
Pedro Acosta subiu ao quarto lugar, com 294, por troca com Francesco Bagnaia (Ducati), que tem 288, depois de hoje ter sido o 14.º classificado, enquanto Miguel Oliveira é 20.º, com 38.
O piloto natural de Almada largou da 18.ª posição mas, nas primeiras curvas, baixou ao 23.º lugar.
No entanto, conseguiu recompor-se e, logo nas voltas iniciais das 13 previstas, Miguel Oliveira recuperou até ao 17.º lugar, atrás do italiano Niccolò Bulega, que substitui novamente o espanhol Marc Márquez na Ducati, devido à lesão do catalão, já campeão desde o GP do Japão.
Niccolò Bulega é piloto do Mundial de Superbikes, competição para motas derivadas de série que Miguel Oliveira vai disputar a partir de 2026, com a BMW.
Alex Márquez, que largou da segunda posição, rapidamente saltou para a frente do italiano Marco Bezzecchi (Aprilia), autor da pole position.
A partir daí, foi cavando uma distância confortável para Pedro Acosta, que também se desenvencilhou de Bezzecchi.
O italiano foi perdendo posições, fechando no quinto lugar, atrás do espanhol Raul Fernandez (Aprilia), mas, ainda assim, garantiu o terceiro lugar final do campeonato.
Nestas contas, Marc Márquez é já matematicamente campeão, com 545 pontos, seguido do irmão Alex Márquez, que tem 457, e Bezzecchi é terceiro, com 328.
Pedro Acosta subiu ao quarto lugar, com 294, por troca com Francesco Bagnaia (Ducati), que tem 288, depois de hoje ter sido o 14.º classificado, enquanto Miguel Oliveira é 20.º, com 38.
Domingo disputa-se a corrida principal, a última do piloto português no Mundial de MotoGP.
Miguel Oliveira lamenta “arranque fraco” na corrida sprint em Valência
O piloto português Miguel Oliveira (Yamaha) lamentou ter tido “um arranque bastante fraco” na corrida sprint do Grande Prémio da Comunidade Valenciana de MotoGP, 22.ª e última ronda da temporada, em que foi 17.º classificado.
O piloto luso, que largou da 18.ª posição, chegou a baixar ao 23.º posto, conseguindo, depois, recuperar até ao 17.º final de uma corrida ganha pelo espanhol Alex Márquez.
“A corrida não foi má, tendo em conta que tive um arranque bastante fraco. Provavelmente não arrisquei o suficiente e, nas duas primeiras curvas, perdi muitas posições e depois já não estava numa situação que me permitisse ser mais competitivo”, começou por dizer Miguel Oliveira, citado pela assessoria de imprensa da Prima Pramac.
Esta é a última prova do piloto de 30 anos no Mundial de MotoGP, antes da mudança para o Mundial de Superbikes com a BMW, a partir de 2026.
“Vou tentar ser mais competitivo amanhã [domingo]. No geral, senti-me melhor na mota hoje — fizemos algumas boas melhorias, por isso estou satisfeito com isso. Se tivesse conseguido ultrapassar o [Niccolò] Bulega ou o [Alex] Rins, podia ter sido alguns décimos mais rápido, mas vou tentar que isso aconteça amanhã”, concluiu Miguel Oliveira.
Também o diretor da equipa, Gino Borsoi, lamentou as dificuldades sentidas pelo piloto português na sua prova de despedida.
“Infelizmente, apesar de tudo o que temos feito, não conseguimos encontrar um equilíbrio que lhe permita ter um desempenho de alto nível. Lamento muito, porque ele merece verdadeiramente uma boa corrida como despedida do MotoGP. Vamos tentar novamente amanhã, na esperança de lhe dar uma boa prenda”, disse.
No domingo disputa-se a corrida principal do último GP da temporada.
O piloto português Miguel Oliveira (Yamaha) lamentou ter tido “um arranque bastante fraco” na corrida sprint do Grande Prémio da Comunidade Valenciana de MotoGP, 22.ª e última ronda da temporada, em que foi 17.º classificado.
O piloto luso, que largou da 18.ª posição, chegou a baixar ao 23.º posto, conseguindo, depois, recuperar até ao 17.º final de uma corrida ganha pelo espanhol Alex Márquez.
“A corrida não foi má, tendo em conta que tive um arranque bastante fraco. Provavelmente não arrisquei o suficiente e, nas duas primeiras curvas, perdi muitas posições e depois já não estava numa situação que me permitisse ser mais competitivo”, começou por dizer Miguel Oliveira, citado pela assessoria de imprensa da Prima Pramac.
Esta é a última prova do piloto de 30 anos no Mundial de MotoGP, antes da mudança para o Mundial de Superbikes com a BMW, a partir de 2026.
“Vou tentar ser mais competitivo amanhã [domingo]. No geral, senti-me melhor na mota hoje — fizemos algumas boas melhorias, por isso estou satisfeito com isso. Se tivesse conseguido ultrapassar o [Niccolò] Bulega ou o [Alex] Rins, podia ter sido alguns décimos mais rápido, mas vou tentar que isso aconteça amanhã”, concluiu Miguel Oliveira.
Também o diretor da equipa, Gino Borsoi, lamentou as dificuldades sentidas pelo piloto português na sua prova de despedida.
“Infelizmente, apesar de tudo o que temos feito, não conseguimos encontrar um equilíbrio que lhe permita ter um desempenho de alto nível. Lamento muito, porque ele merece verdadeiramente uma boa corrida como despedida do MotoGP. Vamos tentar novamente amanhã, na esperança de lhe dar uma boa prenda”, disse.
No domingo disputa-se a corrida principal do último GP da temporada.