Motores
Ni Amorim em 8º em Macau na corrida com carros feitos em Portugal
O piloto português Ni Amorim ficou este sábado em oitavo lugar numa corrida comemorativa da 60ª edição do Grande Prémio de Macau só com carros Volkswagen Scirocco, fabricados em Portugal, que foi vencida pelo holandês Duncan Huisman.
Ni Amorim, que deixou de correr como piloto profissional no ano passado e regressou este fim de semana ao exigente circuito da Guia 18 anos depois, tinha largado do 12.º lugar da grelha do Scirocco R China Masters Challenge e terminou em oitavo ao cumprir as oito voltas em 27.21,416 minutos, mais 34,650 segundos do que Huisman.
O holandês, que partiu em segundo lugar, venceu a corrida ao completar as oito voltas em 26.46,766 minutos, seguindo-lhe o italiano Nicola Larini (+ 1,500 segundos) e o britânico Mike Conway (3,023 segundos), que já ganhou em Macau o Grande Prémio de Fórmula 3.
"A corrida foi muito curta - já era curta porque tinha oito voltas -, depois houve um acidente logo na partida e tivemos duas voltas com 'safety car', ou seja, a corrida acabou por se decidir em quatro ou cinco voltas, que é pouquíssimo para quem, como eu, corria aqui durante uma hora e dez ou doze minutos", constatou Ni Amorim no final da prova.
O piloto, que foi o único português a participar nesta corrida, arrancou "mal" e conseguiu escapar de um acidente à sua frente, do qual quase foi vítima, mas atrasou-se e ficou em 15.º lugar, conseguindo depois recuperar, terminando em oitavo.
"O grande objetivo era ficar nos dez primeiros [entre 24]. Se tivesse arrancado melhor, se houvesse mais duas voltas poderia ter ficado em quinto, acho que era o meu limite aqui", disse.
Ni Amorim, que nunca ganhou em Macau e, em corrida, nunca foi além do quarto posto, realçou que regressar ao circuito da Guia 18 anos depois "é uma loucura".
"A pista faz de conta que já não a conhecia, precisei de várias voltas para que me viesse à memória o traçado. Macau em si não tem nada a ver com o que era há 18 anos, é uma diferença brutal, fiquei impressionado no sentido positivo, mas a atmosfera das corridas continua na mesma, com muita gente", salientou.
Mas não foi apenas Macau que mudou: Ni Amorim recorda que chegou pela primeira vez ao território com 29 anos e correu no circuito da Guia sete anos consecutivos e que hoje, aos 50 anos, a sua "motivação e garra não é a mesma".
"Foi um convite que me deixou extremamente lisonjeado e honrado, porque não estava à espera de regressar, deixei de correr no ano passado como piloto profissional, portanto, esta é a primeira corrida a sério que estou a fazer este ano, com nomes consagrados do automobilismo mundial, evidentemente que é uma emoção voltar a estar aqui", confessou.
Ni Amorim afastou-se dos campeonatos profissionais, mas garante que "sempre que for convidado" para correr, irá "obviamente aceitar" e justifica: "Continuo a deitar-me e a acordar a pensar nisto".
O Masters Challenge Scirocco é um troféu mono marca que reúne antigos campeões de várias provas de Macau e pilotos que chegaram à Fórmula 1 depois de triunfarem nos 6,1 quilómetros do circuito citadino da Guia.
O holandês, que partiu em segundo lugar, venceu a corrida ao completar as oito voltas em 26.46,766 minutos, seguindo-lhe o italiano Nicola Larini (+ 1,500 segundos) e o britânico Mike Conway (3,023 segundos), que já ganhou em Macau o Grande Prémio de Fórmula 3.
"A corrida foi muito curta - já era curta porque tinha oito voltas -, depois houve um acidente logo na partida e tivemos duas voltas com 'safety car', ou seja, a corrida acabou por se decidir em quatro ou cinco voltas, que é pouquíssimo para quem, como eu, corria aqui durante uma hora e dez ou doze minutos", constatou Ni Amorim no final da prova.
O piloto, que foi o único português a participar nesta corrida, arrancou "mal" e conseguiu escapar de um acidente à sua frente, do qual quase foi vítima, mas atrasou-se e ficou em 15.º lugar, conseguindo depois recuperar, terminando em oitavo.
"O grande objetivo era ficar nos dez primeiros [entre 24]. Se tivesse arrancado melhor, se houvesse mais duas voltas poderia ter ficado em quinto, acho que era o meu limite aqui", disse.
Ni Amorim, que nunca ganhou em Macau e, em corrida, nunca foi além do quarto posto, realçou que regressar ao circuito da Guia 18 anos depois "é uma loucura".
"A pista faz de conta que já não a conhecia, precisei de várias voltas para que me viesse à memória o traçado. Macau em si não tem nada a ver com o que era há 18 anos, é uma diferença brutal, fiquei impressionado no sentido positivo, mas a atmosfera das corridas continua na mesma, com muita gente", salientou.
Mas não foi apenas Macau que mudou: Ni Amorim recorda que chegou pela primeira vez ao território com 29 anos e correu no circuito da Guia sete anos consecutivos e que hoje, aos 50 anos, a sua "motivação e garra não é a mesma".
"Foi um convite que me deixou extremamente lisonjeado e honrado, porque não estava à espera de regressar, deixei de correr no ano passado como piloto profissional, portanto, esta é a primeira corrida a sério que estou a fazer este ano, com nomes consagrados do automobilismo mundial, evidentemente que é uma emoção voltar a estar aqui", confessou.
Ni Amorim afastou-se dos campeonatos profissionais, mas garante que "sempre que for convidado" para correr, irá "obviamente aceitar" e justifica: "Continuo a deitar-me e a acordar a pensar nisto".
O Masters Challenge Scirocco é um troféu mono marca que reúne antigos campeões de várias provas de Macau e pilotos que chegaram à Fórmula 1 depois de triunfarem nos 6,1 quilómetros do circuito citadino da Guia.