Motores
Félix da Costa quer "inventar qualquer coisa" para chegar mais à frente na corrida de F3
O piloto português Félix da Costa, que conquistou este sábado em Macau o quarto posto na corrida classificativa da Taça Intercontinental da FIA em Fórmula 3, promete lutar pela vitória na prova de domingo, embora reconheça ter de "inventar qualquer coisa".
Depois de largar no quinto lugar da grelha, Félix da Costa ainda chegou a rodar no terceiro lugar, mas à quinta volta foi "surpreendido" por uma ultrapassagem arriscada, mas "corajosa" de Raffaele Marciello, que tinha largado da 'pole position' caindo logo na primeira volta para o quinto posto.
No quarto lugar, Félix da Costa diz estar "tranquilo" para domingo e sublinha ser "complicado" arrancar na primeira linha em Macau e, por isso, considera "estar bem a arrancar da segunda fila". "O objetivo hoje era ir uma fila para a frente" o que foi conseguido.
Félix da Costa salientou também que pelo facto de não ter rodado com pneus novos, como aconteceu com parte dos seus adversários, prejudicou um pouco a primeira parte da corrida já que para o final "estavam mais iguais".
"Amanhã vamos todos com pneus novos e, à partida, estamos mais equilibrados, mas vamos ter de inventar qualquer coisa porque vir aqui para ficar no quarto lugar não é o objetivo", afirmou.
O piloto definiu vir a Macau para "ganhar ou, pelo menos estar (aqui) na guerra pela vitória" e lembra que está a cumprir esse objetivo, o que considera "importante" para que se perceba que a vitória de 2012 "não foi sorte", mas mérito.
Sobre a concorrência dos motores Mercedes aos motores Volkswagen da Carlin, Félix da Costa reconhece a potencialidade e por isso quer fazer algo, "inventar qualquer coisa", para estar mais perto dos adversários no primeiro setor e depois conseguir ultrapassar na zona do Hotel Lisboa.
A Taça Intercontinental da FIA em Fórmula 3, a prova rainha do Grande Prémio de Macau, que este ano assinala o seu 60.º aniversário, é disputada no domingo ao cair do pano do programa de corridas de 2013.
No quarto lugar, Félix da Costa diz estar "tranquilo" para domingo e sublinha ser "complicado" arrancar na primeira linha em Macau e, por isso, considera "estar bem a arrancar da segunda fila". "O objetivo hoje era ir uma fila para a frente" o que foi conseguido.
Félix da Costa salientou também que pelo facto de não ter rodado com pneus novos, como aconteceu com parte dos seus adversários, prejudicou um pouco a primeira parte da corrida já que para o final "estavam mais iguais".
"Amanhã vamos todos com pneus novos e, à partida, estamos mais equilibrados, mas vamos ter de inventar qualquer coisa porque vir aqui para ficar no quarto lugar não é o objetivo", afirmou.
O piloto definiu vir a Macau para "ganhar ou, pelo menos estar (aqui) na guerra pela vitória" e lembra que está a cumprir esse objetivo, o que considera "importante" para que se perceba que a vitória de 2012 "não foi sorte", mas mérito.
Sobre a concorrência dos motores Mercedes aos motores Volkswagen da Carlin, Félix da Costa reconhece a potencialidade e por isso quer fazer algo, "inventar qualquer coisa", para estar mais perto dos adversários no primeiro setor e depois conseguir ultrapassar na zona do Hotel Lisboa.
A Taça Intercontinental da FIA em Fórmula 3, a prova rainha do Grande Prémio de Macau, que este ano assinala o seu 60.º aniversário, é disputada no domingo ao cair do pano do programa de corridas de 2013.