Mundial 2026
Futebol Internacional
Mundial2026. 267 jogadores mudaram de clube na janela de transferências de verão
Mais de 260 futebolistas presentes no Mundial2026 trocaram de clube na janela de transferências de verão, que fechou até terça-feira nos principais campeonatos europeus, mas continua aberta na I Liga portuguesa e em países periféricos, divulgou a FIFA.
“267 jogadores de 47 nacionalidades que participaram no Campeonato do Mundo de 2026 mudaram de clube durante a janela a meio do ano, com as suas transferências a representarem mais de 3,3 mil milhões de dólares (2,8 mil milhões de euros [ME] ao câmbio atual) em taxas combinadas”, informou o organismo regulador mundial da modalidade, em comunicado.
O médio argentino Enzo Fernández, antigo jogador do Benfica e finalista derrotado do Mundial2026, protagonizou o negócio mais caro do verão e da história da Liga inglesa, ao transferir-se do Chelsea, campeão do mundo de clubes, para o Manchester City por 146 ME, numa operação anunciada já na última hora do mercado britânico.
“Desde estrelas consagradas até talentos emergentes, vários jogadores que participaram no torneio fizeram posteriormente mudanças significativas para novos clubes”, acrescentou a FIFA, reconhecendo que a principal competição de seleções ajudou a construir “novas oportunidades no mercado”, expressas na movimentação de 21,4% dos 1.248 convocados.
O Campeonato do Mundo foi disputado entre 11 de junho e 19 de julho, sob coorganização de Estados Unidos, México e Canadá, e integrou 48 seleções pela primeira vez, tendo Portugal sido eliminado nos oitavos de final, ao perder com a campeã europeia Espanha (1-0), que reconquistaria o troféu mundial frente à bicampeã sul-americana Argentina (1-0, após prolongamento).
Pelo meio, de 01 de junho até quarta-feira, o futebol profissional masculino bateu recordes mundiais em janelas de verão, ao acumular 12.575 negócios e mais de 9,89 mil milhões de dólares (8,51 mil ME) investidos, segundo o relatório sobre transferências internacionais publicado pela FFA.
Os clubes ingleses lideraram em despesas globais, com mais de 3,02 mil milhões de dólares (2,6 mil ME), seguidos dos italianos, com 1,1 mil milhões (946 ME), dos espanhóis, com 940 milhões (809 ME), e dos franceses, com 641 milhões (551 ME).
França destacou-se em receitas, ao auferir 1,7 mil milhões de dólares (1,5 mil ME), contra os 1,43 mil milhões (1,23 mil ME) de Inglaterra, os 1,02 mil milhões (877 ME) da Alemanha e os 773 milhões (665 ME) da Espanha.
Portugal fechou o pódio das contratações (451), atrás de Inglaterra (512) e Espanha (466), e foi o quinto país em saídas (458), com 301 e 642 milhões de dólares (259 ME e 552 ME) em gastos e proveitos, respetivamente.
Em relação aos jogadores que participaram no Mundial2026, os emblemas lusos receberam os australianos Alessandro Circati (Benfica) e Nestory Irankunda (Sporting), o mexicano Santiago Giménez (FC Porto), o sul-coreano Hwang In-beom (Coreia do Sul) e o uruguaio Rodrigo Zalazar (Sporting), tendo o costa-marfinense Seko Fofana voltado aos ‘dragões’ para um segundo empréstimo consecutivo.
Em sentido contrário, o canadiano Stephen Eustáquio e o turco Deniz Gül deixaram o FC Porto depois da fase final, tal como fizeram o costa-marfinense Ousmane Diomande e Francisco Trincão em relação ao Sporting.
O argentino Nicolás Otamendi, o bósnio Amar Dedić, o cabo-verdiano Sidny Cabral e o colombiano Richard Ríos, por cedência, despediram-se do Benfica, enquanto o austríaco Florian Grillitsch, o checo Lukas Hornicek e o tunisino Ismaël Gharbi, emprestado, saíram do Sporting de Braga.
“Os números destacam a contínua escala e o alcance global do mercado internacional de transferências e, após um Mundial2026 que reuniu os principais jogadores do mundo, demonstram como as exibições no maior evento global se podem traduzir em novas oportunidades a nível de clubes”, sustentou a FIFA.
O futebol profissional feminino também estabeleceu novos recordes de transações e manteve um “rápido crescimento”, após 1.406 negócios internacionais e 28,6 milhões de dólares investidos (24,6 ME), tendo os clubes ingleses sido os mais dispendiosos, com 7,95 milhões (6,84 ME), e os suecos sobressaído em proveitos, estimados em 4,19 milhões (3,6 ME).
Portugal recebeu 36 novas jogadoras e despediu-se de 42, num verão em que gastou 34.700 dólares (29,9 mil euros) e embolsou 332.000 (286 mil).
O médio argentino Enzo Fernández, antigo jogador do Benfica e finalista derrotado do Mundial2026, protagonizou o negócio mais caro do verão e da história da Liga inglesa, ao transferir-se do Chelsea, campeão do mundo de clubes, para o Manchester City por 146 ME, numa operação anunciada já na última hora do mercado britânico.
“Desde estrelas consagradas até talentos emergentes, vários jogadores que participaram no torneio fizeram posteriormente mudanças significativas para novos clubes”, acrescentou a FIFA, reconhecendo que a principal competição de seleções ajudou a construir “novas oportunidades no mercado”, expressas na movimentação de 21,4% dos 1.248 convocados.
O Campeonato do Mundo foi disputado entre 11 de junho e 19 de julho, sob coorganização de Estados Unidos, México e Canadá, e integrou 48 seleções pela primeira vez, tendo Portugal sido eliminado nos oitavos de final, ao perder com a campeã europeia Espanha (1-0), que reconquistaria o troféu mundial frente à bicampeã sul-americana Argentina (1-0, após prolongamento).
Pelo meio, de 01 de junho até quarta-feira, o futebol profissional masculino bateu recordes mundiais em janelas de verão, ao acumular 12.575 negócios e mais de 9,89 mil milhões de dólares (8,51 mil ME) investidos, segundo o relatório sobre transferências internacionais publicado pela FFA.
Os clubes ingleses lideraram em despesas globais, com mais de 3,02 mil milhões de dólares (2,6 mil ME), seguidos dos italianos, com 1,1 mil milhões (946 ME), dos espanhóis, com 940 milhões (809 ME), e dos franceses, com 641 milhões (551 ME).
França destacou-se em receitas, ao auferir 1,7 mil milhões de dólares (1,5 mil ME), contra os 1,43 mil milhões (1,23 mil ME) de Inglaterra, os 1,02 mil milhões (877 ME) da Alemanha e os 773 milhões (665 ME) da Espanha.
Portugal fechou o pódio das contratações (451), atrás de Inglaterra (512) e Espanha (466), e foi o quinto país em saídas (458), com 301 e 642 milhões de dólares (259 ME e 552 ME) em gastos e proveitos, respetivamente.
Em relação aos jogadores que participaram no Mundial2026, os emblemas lusos receberam os australianos Alessandro Circati (Benfica) e Nestory Irankunda (Sporting), o mexicano Santiago Giménez (FC Porto), o sul-coreano Hwang In-beom (Coreia do Sul) e o uruguaio Rodrigo Zalazar (Sporting), tendo o costa-marfinense Seko Fofana voltado aos ‘dragões’ para um segundo empréstimo consecutivo.
Em sentido contrário, o canadiano Stephen Eustáquio e o turco Deniz Gül deixaram o FC Porto depois da fase final, tal como fizeram o costa-marfinense Ousmane Diomande e Francisco Trincão em relação ao Sporting.
O argentino Nicolás Otamendi, o bósnio Amar Dedić, o cabo-verdiano Sidny Cabral e o colombiano Richard Ríos, por cedência, despediram-se do Benfica, enquanto o austríaco Florian Grillitsch, o checo Lukas Hornicek e o tunisino Ismaël Gharbi, emprestado, saíram do Sporting de Braga.
“Os números destacam a contínua escala e o alcance global do mercado internacional de transferências e, após um Mundial2026 que reuniu os principais jogadores do mundo, demonstram como as exibições no maior evento global se podem traduzir em novas oportunidades a nível de clubes”, sustentou a FIFA.
O futebol profissional feminino também estabeleceu novos recordes de transações e manteve um “rápido crescimento”, após 1.406 negócios internacionais e 28,6 milhões de dólares investidos (24,6 ME), tendo os clubes ingleses sido os mais dispendiosos, com 7,95 milhões (6,84 ME), e os suecos sobressaído em proveitos, estimados em 4,19 milhões (3,6 ME).
Portugal recebeu 36 novas jogadoras e despediu-se de 42, num verão em que gastou 34.700 dólares (29,9 mil euros) e embolsou 332.000 (286 mil).