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Andebol/Europeu. José Ferreira fala em “sentimento inexplicável" ao realizar sonho
O ponta José Ferreira, um dos seis estreantes da seleção portuguesa de andebol em fases finais, manifesta um “sentimento inexplicável” pela chamada ao Europeu2026 e promete fazer de tudo para ajudar os lusos.
“É um sentimento inexplicável, é um sonho tornado realidade e estou muito contente por fazer a minha estreia num Europeu. Vou fazer de tudo para ajudar a equipa a atingir os objetivos”, confessou o atleta do FC Porto, em declarações à Lusa, durante o estágio de preparação para a nona fase final de Portugal, que decorreu em Rio Maior.
O canhoto dos 'dragões', de apenas 20 anos, é um dos estreantes da equipa de Paulo Jorge Pereira, tal como Gabriel Cavalcanti, Diogo Valério, Miguel Neves, Pedro Tonicher e Filipe Monteiro, sendo, juntamente com Francisco Costa, o mais novo de uma lista de convocados que não esperava integrar.
“Eu ia ser convocado no estágio passado, só que tive uma lesão. Não esperava [ser convocado], mas como voltei de lesão rápido, senti que, se fizesse bons jogos, podia ser chamado. Foi isso que aconteceu e estou muito grato. É um sonho fazer o primeiro Europeu e ter as bancadas cheias vai ser uma experiência incrível”, perspetivou.
Com a chamada de José Ferreira, o experiente Pedro Portela (160 internacionalizações) acabou por ficar de fora dos eleitos e o ponta dos ‘dragões’ deixou uma palavra para a “lenda do andebol português”, falando também da concorrência pelo lugar com António Areia.
“Sabemos que [Pedro Portela] é uma lenda do andebol português, é um grande jogador e, sim, estou preparado para substituí-lo. Conheci o António Areia há alguns anos no FC Porto e é uma pessoa incrível, um grande jogador e estou a aprender muito com ele. É uma pessoa cinco estrelas”, comentou.
Sobre os três opoentes do Grupo B, Roménia, Macedónia do Norte e Dinamarca, o jovem luso alertou para as dificuldades, nomeadamente para o confronto da terceira jornada com os nórdicos.
“Sabemos que vão ser três jogos muito complicados, mas que somos favoritos contra a Roménia, contra a Macedónia do Norte e sabemos que a Dinamarca...eles não podem ganhar sempre. A Dinamarca perderá alguma vez e acreditamos que esta pode ser a vez que possamos ganhar à Dinamarca”, desejou.
E deu o mote para superar a campeã europeia em 2008 e 2012: “É jogar à Portugal, jogar com raça e unidos dentro de campo”.
Portugal, que conta como melhor resultado no Europeu o sexto lugar alcançado em 2020, estreia-se diante da Roménia, no dia 16 de janeiro, seguindo-se o confronto com a Macedónia do Norte, dois dias depois, e a Dinamarca, anfitriã e tetracampeã campeã mundial, no dia 18, com todos os jogos a serem disputados na cidade dinamarquesa de Herning.
O Europeu de andebol realiza-se entre 15 de janeiro e 01 de fevereiro, em Oslo (Noruega), Herning (Dinamarca), Kristianstad e Malmö (Suécia).
O canhoto dos 'dragões', de apenas 20 anos, é um dos estreantes da equipa de Paulo Jorge Pereira, tal como Gabriel Cavalcanti, Diogo Valério, Miguel Neves, Pedro Tonicher e Filipe Monteiro, sendo, juntamente com Francisco Costa, o mais novo de uma lista de convocados que não esperava integrar.
“Eu ia ser convocado no estágio passado, só que tive uma lesão. Não esperava [ser convocado], mas como voltei de lesão rápido, senti que, se fizesse bons jogos, podia ser chamado. Foi isso que aconteceu e estou muito grato. É um sonho fazer o primeiro Europeu e ter as bancadas cheias vai ser uma experiência incrível”, perspetivou.
Com a chamada de José Ferreira, o experiente Pedro Portela (160 internacionalizações) acabou por ficar de fora dos eleitos e o ponta dos ‘dragões’ deixou uma palavra para a “lenda do andebol português”, falando também da concorrência pelo lugar com António Areia.
“Sabemos que [Pedro Portela] é uma lenda do andebol português, é um grande jogador e, sim, estou preparado para substituí-lo. Conheci o António Areia há alguns anos no FC Porto e é uma pessoa incrível, um grande jogador e estou a aprender muito com ele. É uma pessoa cinco estrelas”, comentou.
Sobre os três opoentes do Grupo B, Roménia, Macedónia do Norte e Dinamarca, o jovem luso alertou para as dificuldades, nomeadamente para o confronto da terceira jornada com os nórdicos.
“Sabemos que vão ser três jogos muito complicados, mas que somos favoritos contra a Roménia, contra a Macedónia do Norte e sabemos que a Dinamarca...eles não podem ganhar sempre. A Dinamarca perderá alguma vez e acreditamos que esta pode ser a vez que possamos ganhar à Dinamarca”, desejou.
E deu o mote para superar a campeã europeia em 2008 e 2012: “É jogar à Portugal, jogar com raça e unidos dentro de campo”.
Portugal, que conta como melhor resultado no Europeu o sexto lugar alcançado em 2020, estreia-se diante da Roménia, no dia 16 de janeiro, seguindo-se o confronto com a Macedónia do Norte, dois dias depois, e a Dinamarca, anfitriã e tetracampeã campeã mundial, no dia 18, com todos os jogos a serem disputados na cidade dinamarquesa de Herning.
O Europeu de andebol realiza-se entre 15 de janeiro e 01 de fevereiro, em Oslo (Noruega), Herning (Dinamarca), Kristianstad e Malmö (Suécia).