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Europeu Polo Aquático : Federação de Natação faz balanço “positivo” da competição na Madeira
O presidente da Federação Portuguesa de Natação (FPN) fez hoje um balanço “positivo” do Europeu feminino de polo aquático e da participação de Portugal, 12.º classificado da competição que terminou na quinta-feira, no Funchal, Madeira.
“O balanço tem de ser positivo. Organizámos uma prova que chega ao fim com boa competição, boa receção a todas as delegações e proporcionou boa competição entre as 16 melhores equipas da Europa”, disse à Lusa Miguel Arrobas.
O dirigente federativo notou o “feedback positivo de todos”, da piscina às condições e logística, o que mostra que, meses depois de receberem outro Europeu de modalidade olímpica no Funchal, no caso os Europeus de natação artística, continuam “a organizar bem”.
“Esta foi a primeira vez que, em Portugal, se organizou um Europeu de uma modalidade coletiva feminina olímpica. Acho que estivemos à altura, graças a uma equipa extraordinária que tenho o prazer de liderar”, salientou, realçando também o apoio da European Aquatics, da associação de natação regional, o Governo central e regional e os voluntários.
Sendo “muito mais difícil” receber um Campeonato da Europa de natação pura, por exemplo, pelas exigências de “infraestrutura”, Portugal tem de se focar no polo aquático, na natação artística e nas águas abertas, notou Arrobas.
Quanto à participação da seleção portuguesa, que se qualificou para um Europeu após 10 anos de ausência, destacou “todo o profissionalismo, dedicação e entrega das jogadoras e equipa técnica”.
“Jogaram olhos nos olhos não só com a Roménia [vitória por 12-7], mas também com as melhores do mundo, como a Hungria, eventual campeã, e a Espanha. Aprendemos muito. Sabíamos ao que íamos, tivemos um grupo difícil e, para estar no pelotão da frente, temos de saber jogar com quem está atrás de nós, mas sobretudo com as que estão à nossa frente, de onde vem grande aprendizagem, o que esperamos que nos projete no futuro”, explicou.
Entre os elogios, notou o fim da carreira pela seleção nacional “de uma das grandes jogadoras de sempre de Portugal, a Inês Nunes”, que deixou a equipa que capitaneava aos 38 anos, dois Europeus e 107 internacionalizações depois, mas também do surgimento de “novas promessas, que começam a aparecer e mostrar o seu nível”.
A ambição, agora, é “continuar a subir” em qualidade, lembrando que Portugal esteve “a par com a Alemanha” no jogo pelo 11.º lugar, perdido por 13-12, tendo “grandes esperanças e expectativas para continuar a crescer”.
“Haja trabalho interno da FPN e dos clubes em aposta contínua no polo aquático no feminino, que ainda tem poucas jogadoras a nível nacional, e tem de começar por essa base, para um dia desejarmos melhores resultados”, reforçou.
Para esse trabalho, repetiu o mote que já havia dado antes do início da competição, nomeadamente a aposta federativa futura no ‘mini polo’ e no polo aquático de praia, que acredita que pode vir a ter “uma presença diferente no calendário internacional” nos próximos anos, captando assim mais praticantes.
O dirigente federativo notou o “feedback positivo de todos”, da piscina às condições e logística, o que mostra que, meses depois de receberem outro Europeu de modalidade olímpica no Funchal, no caso os Europeus de natação artística, continuam “a organizar bem”.
“Esta foi a primeira vez que, em Portugal, se organizou um Europeu de uma modalidade coletiva feminina olímpica. Acho que estivemos à altura, graças a uma equipa extraordinária que tenho o prazer de liderar”, salientou, realçando também o apoio da European Aquatics, da associação de natação regional, o Governo central e regional e os voluntários.
Sendo “muito mais difícil” receber um Campeonato da Europa de natação pura, por exemplo, pelas exigências de “infraestrutura”, Portugal tem de se focar no polo aquático, na natação artística e nas águas abertas, notou Arrobas.
Quanto à participação da seleção portuguesa, que se qualificou para um Europeu após 10 anos de ausência, destacou “todo o profissionalismo, dedicação e entrega das jogadoras e equipa técnica”.
“Jogaram olhos nos olhos não só com a Roménia [vitória por 12-7], mas também com as melhores do mundo, como a Hungria, eventual campeã, e a Espanha. Aprendemos muito. Sabíamos ao que íamos, tivemos um grupo difícil e, para estar no pelotão da frente, temos de saber jogar com quem está atrás de nós, mas sobretudo com as que estão à nossa frente, de onde vem grande aprendizagem, o que esperamos que nos projete no futuro”, explicou.
Entre os elogios, notou o fim da carreira pela seleção nacional “de uma das grandes jogadoras de sempre de Portugal, a Inês Nunes”, que deixou a equipa que capitaneava aos 38 anos, dois Europeus e 107 internacionalizações depois, mas também do surgimento de “novas promessas, que começam a aparecer e mostrar o seu nível”.
A ambição, agora, é “continuar a subir” em qualidade, lembrando que Portugal esteve “a par com a Alemanha” no jogo pelo 11.º lugar, perdido por 13-12, tendo “grandes esperanças e expectativas para continuar a crescer”.
“Haja trabalho interno da FPN e dos clubes em aposta contínua no polo aquático no feminino, que ainda tem poucas jogadoras a nível nacional, e tem de começar por essa base, para um dia desejarmos melhores resultados”, reforçou.
Para esse trabalho, repetiu o mote que já havia dado antes do início da competição, nomeadamente a aposta federativa futura no ‘mini polo’ e no polo aquático de praia, que acredita que pode vir a ter “uma presença diferente no calendário internacional” nos próximos anos, captando assim mais praticantes.