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Europeu por equipas - Arnaldo Abrantes e Edi Maia a evoluir na elite
O velocista Arnaldo Abrantes e o saltador com vara Edi Maia evoluíram hoje entre a elite no Europeu por Equipas, em Leiria, com mínimos para os Mundiais de Berlim nos 200 metros e recorde nacional de sub-23, respectivamente.
Arnaldo Abrantes ganhou a sua série e ficou na segunda posição global do duplo hectómetro, em 20,62 segundos, a sua melhor marca em 2009 e que lhe dá o "bilhete" para os Mundiais da capital germânica, em Agosto.
"Ganhar é uma sensação óptima. Na recta, só ouvia o público a puxar por mim e isso é sempre um prazer. Felizmente, correu bem. Estava à espera de fazer um bom trabalho. Portugal tem uma equipa fantástica. E estar a competir na elite diz isso mesmo. Portugal, quando é preciso, procura superar-se", afirmou o atleta do Sporting.
O futuro médico não se vê, porém, como sucessor de Francis Obikwelu: "Ele será sempre um marco na velocidade nacional. Será insubstituível e ninguém o conseguirá fazer esquecer. Mas, sinto que também posso ser um símbolo da velocidade nacional e continuo a trabalhar para isso".
Por seu lado, Edi Maia disse estar à espera "um destes dias" de uma marca como os 5,35 metros alcançados hoje, melhorando em dois centímetros o anterior máximo que já lhe pertencia, porque tinha vindo a ser "prejudicado ou pelo mau tempo ou por algumas mazelas físicas".
"Correu quase tudo bem. Não foi perfeito porque não cheguei aos 5,45, que sei que consigo ultrapassar. Significa que estou a evoluir", concluiu o atleta "leonino", que vai participar nos próximos Europeus Sub-23, na Lituânia, em Julho.
"Ganhar é uma sensação óptima. Na recta, só ouvia o público a puxar por mim e isso é sempre um prazer. Felizmente, correu bem. Estava à espera de fazer um bom trabalho. Portugal tem uma equipa fantástica. E estar a competir na elite diz isso mesmo. Portugal, quando é preciso, procura superar-se", afirmou o atleta do Sporting.
O futuro médico não se vê, porém, como sucessor de Francis Obikwelu: "Ele será sempre um marco na velocidade nacional. Será insubstituível e ninguém o conseguirá fazer esquecer. Mas, sinto que também posso ser um símbolo da velocidade nacional e continuo a trabalhar para isso".
Por seu lado, Edi Maia disse estar à espera "um destes dias" de uma marca como os 5,35 metros alcançados hoje, melhorando em dois centímetros o anterior máximo que já lhe pertencia, porque tinha vindo a ser "prejudicado ou pelo mau tempo ou por algumas mazelas físicas".
"Correu quase tudo bem. Não foi perfeito porque não cheguei aos 5,45, que sei que consigo ultrapassar. Significa que estou a evoluir", concluiu o atleta "leonino", que vai participar nos próximos Europeus Sub-23, na Lituânia, em Julho.