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Fernando Pimenta pede apoio para os jovens após Mundiais de maratona de canoagem
“Sem dúvida que é fantástico vermos esta nova geração a conseguir e a conquistar medalhas. Acho que, pelo menos na maratona, temos o futuro minimamente garantido”, afirmou aos jornalistas, à chegada da comitiva portuguesa.
Medalha de bronze na prova curta de K1, Pimenta salientou, contudo, as dificuldades de uma especialidade que não integra o programa olímpico e a necessidade de criar condições para os jovens continuarem na modalidade.
“Não é fácil porque isto, por ser uma disciplina não olímpica, tem muito menos recursos. E nós vimos logo até nas viagens e nas estadias que temos menos recursos nesta especialidade”, referiu.
O canoísta alertou para o risco de abandono numa fase em que muitos atletas entram na universidade e seguem outros caminhos, sem perspetivas de remuneração, mesmo depois de conquistarem títulos mundiais.
“É tentar manter aí os miúdos o mais motivados possível. Tentar apoiá-los para que eles não desistam”, defendeu, destacando também o sacrifício dos atletas que conciliam os treinos com outras atividades profissionais.
Ricardo Coelho foi um dos protagonistas da participação portuguesa, com os títulos mundiais de C1 e C2, este último ao lado de Rui Lacerda, aos quais juntou a prata na prova curta de C1.
“Foi um campeonato de sonho. Se calhar nem nos meus melhores sonhos pensei que pudesse ser possível. Trabalhámos muito para isso. Sabíamos que íamos para disputar todas as provas e foi isso que fizemos”, resumiu.
O canoísta atribuiu os resultados ao trabalho desenvolvido nos últimos anos e agradeceu o contributo dos que o acompanham diariamente na preparação.
Para Rui Lacerda, a conquista do ouro em C2 permitiu cumprir a principal meta traçada para a temporada, com a revalidação do título mundial alcançado em 2025.
“A título pessoal foi o concretizar do objetivo que nós definimos para esta época, que era revalidar o nosso título da C2”, afirmou, manifestando vontade de continuar a trabalhar e de “escrever mais algum parágrafo na história do desporto e da canoagem portuguesa”.
O presidente da Federação Portuguesa de Canoagem, Ricardo Machado, destacou, por seu lado, um resultado “mais uma vez histórico” e enquadrou os nove pódios num ano em que a modalidade soma 39 medalhas em campeonatos europeus e mundiais, nas diferentes especialidades.
“A canoagem portuguesa, de ano para ano, de forma surpreendente, continua sempre a superar-se”, afirmou, atribuindo grande parte do mérito aos clubes, responsáveis pelo trabalho diário de formação e preparação dos atletas.
Sobre Ricardo Coelho, o dirigente destacou os dois ouros e a prata conquistados numa especialidade, a canoa, que considerou “um bocadinho subvalorizada” em Portugal, tanto nos resultados como no número de praticantes.
Portugal terminou os Mundiais com quatro medalhas de ouro, duas de prata e três de bronze, o melhor registo nacional de sempre na competição, ficando no terceiro lugar entre os países mais medalhados.
Além dos títulos seniores de Ricardo Coelho e Rui Lacerda, Gabriel Fernandes venceu o C1 júnior e conquistou o ouro em C2 do mesmo escalão, com Duarte Cunha. Leonardo Barbosa foi prata em C1 sub-23, enquanto Maria Sousa, em C1 júnior, e Martim Conceição, na prova curta de K1 júnior, conquistaram os restantes bronzes portugueses.
Medalha de bronze na prova curta de K1, Pimenta salientou, contudo, as dificuldades de uma especialidade que não integra o programa olímpico e a necessidade de criar condições para os jovens continuarem na modalidade.
“Não é fácil porque isto, por ser uma disciplina não olímpica, tem muito menos recursos. E nós vimos logo até nas viagens e nas estadias que temos menos recursos nesta especialidade”, referiu.
O canoísta alertou para o risco de abandono numa fase em que muitos atletas entram na universidade e seguem outros caminhos, sem perspetivas de remuneração, mesmo depois de conquistarem títulos mundiais.
“É tentar manter aí os miúdos o mais motivados possível. Tentar apoiá-los para que eles não desistam”, defendeu, destacando também o sacrifício dos atletas que conciliam os treinos com outras atividades profissionais.
Ricardo Coelho foi um dos protagonistas da participação portuguesa, com os títulos mundiais de C1 e C2, este último ao lado de Rui Lacerda, aos quais juntou a prata na prova curta de C1.
“Foi um campeonato de sonho. Se calhar nem nos meus melhores sonhos pensei que pudesse ser possível. Trabalhámos muito para isso. Sabíamos que íamos para disputar todas as provas e foi isso que fizemos”, resumiu.
O canoísta atribuiu os resultados ao trabalho desenvolvido nos últimos anos e agradeceu o contributo dos que o acompanham diariamente na preparação.
Para Rui Lacerda, a conquista do ouro em C2 permitiu cumprir a principal meta traçada para a temporada, com a revalidação do título mundial alcançado em 2025.
“A título pessoal foi o concretizar do objetivo que nós definimos para esta época, que era revalidar o nosso título da C2”, afirmou, manifestando vontade de continuar a trabalhar e de “escrever mais algum parágrafo na história do desporto e da canoagem portuguesa”.
O presidente da Federação Portuguesa de Canoagem, Ricardo Machado, destacou, por seu lado, um resultado “mais uma vez histórico” e enquadrou os nove pódios num ano em que a modalidade soma 39 medalhas em campeonatos europeus e mundiais, nas diferentes especialidades.
“A canoagem portuguesa, de ano para ano, de forma surpreendente, continua sempre a superar-se”, afirmou, atribuindo grande parte do mérito aos clubes, responsáveis pelo trabalho diário de formação e preparação dos atletas.
Sobre Ricardo Coelho, o dirigente destacou os dois ouros e a prata conquistados numa especialidade, a canoa, que considerou “um bocadinho subvalorizada” em Portugal, tanto nos resultados como no número de praticantes.
Portugal terminou os Mundiais com quatro medalhas de ouro, duas de prata e três de bronze, o melhor registo nacional de sempre na competição, ficando no terceiro lugar entre os países mais medalhados.
Além dos títulos seniores de Ricardo Coelho e Rui Lacerda, Gabriel Fernandes venceu o C1 júnior e conquistou o ouro em C2 do mesmo escalão, com Duarte Cunha. Leonardo Barbosa foi prata em C1 sub-23, enquanto Maria Sousa, em C1 júnior, e Martim Conceição, na prova curta de K1 júnior, conquistaram os restantes bronzes portugueses.