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Jogos Olímpicos 26. Emeric Guerillot será o 17.º atleta português em Jogos de Inverno
Emeric Guerillot tornar-se-á em Milão-Cortina2026, que arranca sexta-feira, o 17.º atleta a representar Portugal em Jogos Olímpicos de Inverno, ao lado de dois ‘repetentes’, a irmã Vanina Guerillot e José Cabeça.
Numa história olímpica que, no ‘frio’, começou em Oslo1952, Portugal já apresentou 16 atletas diferentes, em nove edições, pelo que os Jogos italianos serão a 10.ª edição com as cores nacionais em ação.
Fê-lo em Calgary1988, no bobsleigh, com António Reis, Jorge Magalhães, João Poupada, João Pires e Rogério Bernardes, numa edição que, nesta modalidade, ficou celebrizada pela equipa da Jamaica, que também se estreou no evento – os lusos não voltariam a competir, ainda que, para a presente edição, Raphael Ribeiro e Abdel Larrinaga tenham tentado a qualificação.
Seis anos depois, Georges Mendes competiu em quatro provas diferentes, em Lillehammer1994, incluindo em super G, de que Portugal tem estado ausente até à chegada de Emeric Guerillot, que, aos 18 anos, fará regressar o país a uma das provas mais aguardadas do programa olímpico.
Nos Jogos Olímpicos Nagano1998, no Japão, nota para o 21.º lugar de Mafalda Queiroz Pereira, em ‘aerials’, no esqui estilo livre, e o 31.º de Fausto Marreiros, a estrear Portugal na patinagem de velocidade, no caso na corrida de 5.000 metros.
Danny Silva foi o único luso na última visita a Itália dos Jogos Olímpicos, Turim2006, e também foi sozinho a Vancouver2010, em ambos os casos nos 15 km, com um 95.º lugar e um 93.º, respetivamente.
Em Sochi2014, surge novo ‘repetente’, Arthur Hanse, nesse ano acompanhado de Camille Dias, mas este não consegue terminar as suas provas, situação que viria a ‘vingar’ em PyeongChang2018.
Na Coreia do Sul, com a companhia de Kequyen Lam (15 km), foi 38.º no slalom e 66.º no slalom gigante, disciplina a que Portugal voltaria em Pequim2022, mas com uma cara nova.
Ricardo Brancal foi 39.º em slalom e 37.º em gigante, José Cabeça fixou em 88.º o melhor resultado português no esqui de fundo, e Vanina Guerillot somou uma primeira presença com o 43.º posto em slalom gigante.
Coube ao esquiador Duarte Espírito Santo estrear Portugal nestes Jogos, em Oslo1952, com o 69.º lugar em ‘downhill’, mas seguir-se-iam mais de 30 anos até que o país voltasse a estar representado.
Fê-lo em Calgary1988, no bobsleigh, com António Reis, Jorge Magalhães, João Poupada, João Pires e Rogério Bernardes, numa edição que, nesta modalidade, ficou celebrizada pela equipa da Jamaica, que também se estreou no evento – os lusos não voltariam a competir, ainda que, para a presente edição, Raphael Ribeiro e Abdel Larrinaga tenham tentado a qualificação.
Seis anos depois, Georges Mendes competiu em quatro provas diferentes, em Lillehammer1994, incluindo em super G, de que Portugal tem estado ausente até à chegada de Emeric Guerillot, que, aos 18 anos, fará regressar o país a uma das provas mais aguardadas do programa olímpico.
Nos Jogos Olímpicos Nagano1998, no Japão, nota para o 21.º lugar de Mafalda Queiroz Pereira, em ‘aerials’, no esqui estilo livre, e o 31.º de Fausto Marreiros, a estrear Portugal na patinagem de velocidade, no caso na corrida de 5.000 metros.
Danny Silva foi o único luso na última visita a Itália dos Jogos Olímpicos, Turim2006, e também foi sozinho a Vancouver2010, em ambos os casos nos 15 km, com um 95.º lugar e um 93.º, respetivamente.
Em Sochi2014, surge novo ‘repetente’, Arthur Hanse, nesse ano acompanhado de Camille Dias, mas este não consegue terminar as suas provas, situação que viria a ‘vingar’ em PyeongChang2018.
Na Coreia do Sul, com a companhia de Kequyen Lam (15 km), foi 38.º no slalom e 66.º no slalom gigante, disciplina a que Portugal voltaria em Pequim2022, mas com uma cara nova.
Ricardo Brancal foi 39.º em slalom e 37.º em gigante, José Cabeça fixou em 88.º o melhor resultado português no esqui de fundo, e Vanina Guerillot somou uma primeira presença com o 43.º posto em slalom gigante.
Guerillot e Cabeça regressam, desta feita, para voltar a representar Portugal, numa edição com o irmão mais novo de Vanina também em ação.
Estreante Emeric Guerillot aponto ao top 30
Emeric Guerillot, irmão de Vanina, que com José Cabeça vão representar Portugal em Milão-Cortina2026, está confiante para a sua estreia nos Jogos Olímpicos de Inverno e aponta ao top 30 nas três disciplinas em que vai competir.
“Sinto-me bem e preparado. Este era o meu objetivo para a época, pelo que o meu treino foi direcionado para este evento”, disse à agência Lusa Emeric Guerillot, confiante que pode ainda melhorar em Itália os seus resultados mais recentes.
Apesar de estreante, Emeric Guerillot, de 18 anos, tem já experiência, uma vez que esteve no Festival Olímpico da Juventude Europeia, em Bakuriani (Geórgia), em 2025, e nos Jogos Olímpicos da Juventude, em Gangwon (Coreia do Sul), em 2024.
“O super-G será uma boa oportunidade para Portugal brilhar. O objetivo é terminar entre os 30 primeiros e, nas disciplinas técnicas, espero dar o meu melhor para estar o mais perto possível dos melhores”, explicou o esquiador debutante.
A última participação de um esquiador português na prova de super-G remonta ao luso-francês Georges Mendes, nos Jogos Olímpicos de Inverno de 1994, em Lillehammer, na Noruega, há 32 anos.
Emeric, que tal como a irmã Vanina tem como treinador o pai Yannick Guerillot, considera que se conseguir terminar entre os 30 primeiros em todas as três disciplinas – super-G, slalom gigante e slalon -, “os Jogos serão um sucesso”.
“Além disso, será uma experiência social. Vai ensinar-me muito. Competir entre os melhores vai permitir-me evoluir ainda mais e visualizar o caminho que ainda tenho pela frente. É uma experiência única na vida, por isso quero aproveitá-la ao máximo”, disse.
O luso-francês começou a esquiar muito cedo, por volta dos dois anos, porque na altura vivia numa estância de esqui – daí praticar a modalidade durante todo o ano - e o seu pai, Yannick, era treinador no clube local.
“Mas quando era criança, era apenas por diversão e, assim que completei seis anos, comecei a competir em corridas de esqui. Mais tarde, mudámos para uma estação maior”, explicou.
A mudança para uma estância de esqui maior levou a encarar a modalidade de forma diferente e tanto Emeric como a irmã Vanina começaram a treinar com o objetivo de participar em provas no circuito francês e nas competições internacionais.
“Desde pequeno que acompanho o seu percurso [de Vanina], as suas conquistas, e desde pequeno tento imitá-la e superar-me, o que ainda é difícil. Ensinou-me muito, ajudou-me muito e estou-lhe imensamente grato”, afirma Emeric.
Face à proximidade da estreia nos Jogos Olímpicos de Inverno, a decorrer de sexta-feira a 22 de fevereiro, em Itália, Emeric já trocou ideias com a irmã Vanina, que repete presença, após Pequim2022.
“Ela já me deu conselhos. Costumo treinar-me com ela, sigo os seus passos, o seu percurso é inspirador. Com a sua experiência, ela poderá guiar-me”, disse o jovem esquiador.
Mesmo que não estejam a competir no mesmo local, ele vai estar em Stelvio e ela em Tofane, Emeric Guerillot espera que a sua irmã “tenha uns grandes Jogos” e que ambos consigam “grandes resultados que marquem a participação conjunta”.
Emeric, que irá competir no Stelvio Ski Centre, em Valtellina, vai participar na prova de super-G, em 11 de fevereiro, no slalom gigante, que terá a primeira manga em 14, e no slalom, que principia dois dias depois, em 16.
Emeric Guerillot, irmão de Vanina, que com José Cabeça vão representar Portugal em Milão-Cortina2026, está confiante para a sua estreia nos Jogos Olímpicos de Inverno e aponta ao top 30 nas três disciplinas em que vai competir.
“Sinto-me bem e preparado. Este era o meu objetivo para a época, pelo que o meu treino foi direcionado para este evento”, disse à agência Lusa Emeric Guerillot, confiante que pode ainda melhorar em Itália os seus resultados mais recentes.
Apesar de estreante, Emeric Guerillot, de 18 anos, tem já experiência, uma vez que esteve no Festival Olímpico da Juventude Europeia, em Bakuriani (Geórgia), em 2025, e nos Jogos Olímpicos da Juventude, em Gangwon (Coreia do Sul), em 2024.
“O super-G será uma boa oportunidade para Portugal brilhar. O objetivo é terminar entre os 30 primeiros e, nas disciplinas técnicas, espero dar o meu melhor para estar o mais perto possível dos melhores”, explicou o esquiador debutante.
A última participação de um esquiador português na prova de super-G remonta ao luso-francês Georges Mendes, nos Jogos Olímpicos de Inverno de 1994, em Lillehammer, na Noruega, há 32 anos.
Emeric, que tal como a irmã Vanina tem como treinador o pai Yannick Guerillot, considera que se conseguir terminar entre os 30 primeiros em todas as três disciplinas – super-G, slalom gigante e slalon -, “os Jogos serão um sucesso”.
“Além disso, será uma experiência social. Vai ensinar-me muito. Competir entre os melhores vai permitir-me evoluir ainda mais e visualizar o caminho que ainda tenho pela frente. É uma experiência única na vida, por isso quero aproveitá-la ao máximo”, disse.
O luso-francês começou a esquiar muito cedo, por volta dos dois anos, porque na altura vivia numa estância de esqui – daí praticar a modalidade durante todo o ano - e o seu pai, Yannick, era treinador no clube local.
“Mas quando era criança, era apenas por diversão e, assim que completei seis anos, comecei a competir em corridas de esqui. Mais tarde, mudámos para uma estação maior”, explicou.
A mudança para uma estância de esqui maior levou a encarar a modalidade de forma diferente e tanto Emeric como a irmã Vanina começaram a treinar com o objetivo de participar em provas no circuito francês e nas competições internacionais.
“Desde pequeno que acompanho o seu percurso [de Vanina], as suas conquistas, e desde pequeno tento imitá-la e superar-me, o que ainda é difícil. Ensinou-me muito, ajudou-me muito e estou-lhe imensamente grato”, afirma Emeric.
Face à proximidade da estreia nos Jogos Olímpicos de Inverno, a decorrer de sexta-feira a 22 de fevereiro, em Itália, Emeric já trocou ideias com a irmã Vanina, que repete presença, após Pequim2022.
“Ela já me deu conselhos. Costumo treinar-me com ela, sigo os seus passos, o seu percurso é inspirador. Com a sua experiência, ela poderá guiar-me”, disse o jovem esquiador.
Mesmo que não estejam a competir no mesmo local, ele vai estar em Stelvio e ela em Tofane, Emeric Guerillot espera que a sua irmã “tenha uns grandes Jogos” e que ambos consigam “grandes resultados que marquem a participação conjunta”.
Emeric, que irá competir no Stelvio Ski Centre, em Valtellina, vai participar na prova de super-G, em 11 de fevereiro, no slalom gigante, que terá a primeira manga em 14, e no slalom, que principia dois dias depois, em 16.