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Jogos Olímpicos Inverno 26. Esquiador José Cabeça ambiciona meio da tabela e prosseguir evolução
O esquiador português José Cabeça volta aos Jogos Olímpicos de Inverno em Milão-Cortina2026 e confessa à agência Lusa a sua ambição de ser “um dos melhores do mundo” nos próximos oito anos, querendo aqui prosseguir a evolução.
JO2026: Esquiador José Cabeça ambiciona meio da tabela e prosseguir evolução
Redação, 04 fev 2026 (Lusa) – O esquiador português José Cabeça volta aos Jogos Olímpicos de Inverno em Milão-Cortina2026 e confessa à agência Lusa a sua ambição de ser “um dos melhores do mundo” nos próximos oito anos, querendo aqui prosseguir a evolução.
“Nos primeiros Jogos Olímpicos, tinha quatro meses de experiência na neve. O que fiz, embora tenha sido o melhor resultado de Portugal, não é, de todo, perto do resultado que quero alcançar na carreira. (...) Depois de quatro anos a realmente ser atleta profissional, a evolução é enorme”, nota o antigo triatleta.
Agora, mesmo não estando “num nível para realmente lutar por um diploma olímpico ou medalha”, quer continuar “no caminho certo para, continuando este trabalho, nos próximos quatro a oito anos, ser possível alcançar o nível mais alto do desporto”.
Com isso, afirma, quer “provar que ser português não é desculpa, é vantagem” entre os desportos de inverno, por uma “forma de ver as coisas muitas vezes diferente de outros países”.
Em Milão-Cortina, vai competir em 10 de fevereiro, na prova de sprint, pelas 08:55 de Lisboa, e pelas 10:45 de dia 13 nos 10 km estilo livre, no Estádio de ‘cross country’ de Tesero, onde terá oportunidade de melhorar o 88.º lugar, que é o melhor registo nacional no esqui de fundo.
“O meu objetivo principal é em termos de tempo. Nos últimos Jogos, perdi cerca de 11 minutos e pouco para o primeiro classificado, e eu diria que o meu objetivo para estes é perder menos de quatro, o que demonstra uma evolução incrível. Acredito que um resultado nessa distância irá dar-me, mais ou menos, um lugar de metade da tabela”, explica.
Não sendo um sprinter, o fundista que abdicou do triatlo, em que se iniciou, quer que Portugal se estreie da melhor forma nessa vertente, com um tempo “bom o suficiente para que seja difícil alguém melhorar isso” – a não ser o próprio, brinca.
Fazer duas provas “não afeta em nada” a sua participação, que até teria os 50 km no programa não fosse não ter conseguido a qualificação por uma “unha negra”.
Ainda assim, José Cabeça, de 29 anos, aponta mesmo aos próximos quatro a oito anos com um “plano simples”, o de “alcançar o nível técnico” que o permita “ser do topo do mundo”, aliando a isso um “nível físico idêntico” ao que tinha alcançado no triatlo.
“Com trabalho bem feito, há muito em que se pode evoluir. Não chegarei ao nível mais alto mundial em sprint, porque a idade não ajuda, mas na endurance, e apontando para os 20 km e para os 50 km, acho que é mais do que possível alcançar o nível mais alto em termos mundiais. Claro que vai demorar tempo, as coisas não são feitas em um ou cinco anos”, refere.
O homem que desenhou os uniformes portugueses para Milão-Cortina2026, um trabalho de que fala com orgulho, mantém a ambição alta, referindo várias vezes a vontade de “competir de igual para igual com alguns dos melhores do mundo” nos próximos anos, tudo com um objetivo – “deixar Portugal orgulhoso”.
O esquiador dos suecos do Mora IFK é treinado pelo norueguês Rafnar Bragvin Andersen e é licenciado em treino desportivo, com especialização em natação.
Redação, 04 fev 2026 (Lusa) – O esquiador português José Cabeça volta aos Jogos Olímpicos de Inverno em Milão-Cortina2026 e confessa à agência Lusa a sua ambição de ser “um dos melhores do mundo” nos próximos oito anos, querendo aqui prosseguir a evolução.
Depois da estreia em Pequim2022, com um 88.º lugar na prova de 15 km estilo clássico do calendário de esqui de fundo, o desportista de Évora tem “trabalhado ao máximo para representar Portugal de forma digna” e evoluir até ser “um dos melhores do mundo”, tendo deixado para trás esse sonho no triatlo.
“Nos primeiros Jogos Olímpicos, tinha quatro meses de experiência na neve. O que fiz, embora tenha sido o melhor resultado de Portugal, não é, de todo, perto do resultado que quero alcançar na carreira. (...) Depois de quatro anos a realmente ser atleta profissional, a evolução é enorme”, nota o antigo triatleta.
Agora, mesmo não estando “num nível para realmente lutar por um diploma olímpico ou medalha”, quer continuar “no caminho certo para, continuando este trabalho, nos próximos quatro a oito anos, ser possível alcançar o nível mais alto do desporto”.
Com isso, afirma, quer “provar que ser português não é desculpa, é vantagem” entre os desportos de inverno, por uma “forma de ver as coisas muitas vezes diferente de outros países”.
Em Milão-Cortina, vai competir em 10 de fevereiro, na prova de sprint, pelas 08:55 de Lisboa, e pelas 10:45 de dia 13 nos 10 km estilo livre, no Estádio de ‘cross country’ de Tesero, onde terá oportunidade de melhorar o 88.º lugar, que é o melhor registo nacional no esqui de fundo.
“O meu objetivo principal é em termos de tempo. Nos últimos Jogos, perdi cerca de 11 minutos e pouco para o primeiro classificado, e eu diria que o meu objetivo para estes é perder menos de quatro, o que demonstra uma evolução incrível. Acredito que um resultado nessa distância irá dar-me, mais ou menos, um lugar de metade da tabela”, explica.
Não sendo um sprinter, o fundista que abdicou do triatlo, em que se iniciou, quer que Portugal se estreie da melhor forma nessa vertente, com um tempo “bom o suficiente para que seja difícil alguém melhorar isso” – a não ser o próprio, brinca.
Fazer duas provas “não afeta em nada” a sua participação, que até teria os 50 km no programa não fosse não ter conseguido a qualificação por uma “unha negra”.
Ainda assim, José Cabeça, de 29 anos, aponta mesmo aos próximos quatro a oito anos com um “plano simples”, o de “alcançar o nível técnico” que o permita “ser do topo do mundo”, aliando a isso um “nível físico idêntico” ao que tinha alcançado no triatlo.
“Com trabalho bem feito, há muito em que se pode evoluir. Não chegarei ao nível mais alto mundial em sprint, porque a idade não ajuda, mas na endurance, e apontando para os 20 km e para os 50 km, acho que é mais do que possível alcançar o nível mais alto em termos mundiais. Claro que vai demorar tempo, as coisas não são feitas em um ou cinco anos”, refere.
O homem que desenhou os uniformes portugueses para Milão-Cortina2026, um trabalho de que fala com orgulho, mantém a ambição alta, referindo várias vezes a vontade de “competir de igual para igual com alguns dos melhores do mundo” nos próximos anos, tudo com um objetivo – “deixar Portugal orgulhoso”.
O esquiador dos suecos do Mora IFK é treinado pelo norueguês Rafnar Bragvin Andersen e é licenciado em treino desportivo, com especialização em natação.