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Portugal despromovido ao Grupo II da Taça Davis
Portugal foi despromovido ao Grupo II da Taça Davis de ténis, ao perder por 3-1 com a China, na sequência das derrotas sofridas por Nuno Borges nos encontros de singulares e pares, ao lado de Francisco Cabral.
O desaire sofrido pela dupla portuguesa no arranque do segundo dia de competição na cidade chinesa de Guangzhou, perante Zhizhen Zhang e Zhou Yi, deixava a seleção lusa em desvantagem no play-off do Grupo I, que se tornou definitiva quando Nuno Borges foi batido novamente por Zhang, no encontro de singulares.
Após o empate 1-1 no primeiro dia de competição, na sequência da vitória de Henrique Rocha (157.º classificado do ranking mundial) sobre Bu Yunchaokete (139.º) e da derrota de Nuno Borges (45.º) perante Wu Yibing (144.º), a China resolveu hoje a questão a seu favor, sem necessidade de disputar o quinto encontro, entre Borges e Yunchaokete.
“Pois, realmente, não foi o resultado que esperávamos. No par, o jogo pendeu para o lado da equipa chinesa. É certo que a China tinha um jogador que já tinha feito grandes resultados em pares, que é o Zhang. Mas nós também tínhamos uma grande dupla”, disse o capitão da seleção portuguesa, Rui Machado.
Borges e Cabral (21.º posicionado no ranking mundial de pares) perderam em três sets com a Zhang e Yi, com os parciais de 4-6, 6-3 e 4-6, após uma hora e 58 minutos de confronto no ‘court’ em piso duro do Nansha International Tennis Center, em Guangzhou, capital da província de Guangdong, no sul da China.
“A verdade é que era um jogo que, se queríamos ganhar esta eliminatória, era importante ter ganho. Até mesmo pela dinâmica que se cria após o jogo e porque o Nuno joga logo depois do par. E isso é sempre determinante. A seguir, o Zhang, que jogou o singular contra o Nuno e que já o conhecemos também, é um excelente jogador, acabou por fazer um jogo melhor”, reconheceu Rui Machado.
O número um nacional e único tenista português no top 100 mundial perdeu o terceiro encontro seguido no play-off com a China, ao ser surpreendido por Zhang, apenas o número 367 do mundo, por 5-7 e 4-6, num encontro que teve a duração de uma hora e 22 minutos.
“O Nuno acabou por nunca encontrar muito bem o ritmo do jogo. Se bem que é uma situação difícil jogar logo a seguir ao par, mas ele já o tinha feito algumas vezes e já conseguiu encontrar esse ritmo. Hoje nunca conseguiu encontrar bem o ritmo do jogo e sentir-se claramente bem em campo”, lamentou o capitão da equipa portuguesa.
Após o empate 1-1 no primeiro dia de competição, na sequência da vitória de Henrique Rocha (157.º classificado do ranking mundial) sobre Bu Yunchaokete (139.º) e da derrota de Nuno Borges (45.º) perante Wu Yibing (144.º), a China resolveu hoje a questão a seu favor, sem necessidade de disputar o quinto encontro, entre Borges e Yunchaokete.
“Pois, realmente, não foi o resultado que esperávamos. No par, o jogo pendeu para o lado da equipa chinesa. É certo que a China tinha um jogador que já tinha feito grandes resultados em pares, que é o Zhang. Mas nós também tínhamos uma grande dupla”, disse o capitão da seleção portuguesa, Rui Machado.
Borges e Cabral (21.º posicionado no ranking mundial de pares) perderam em três sets com a Zhang e Yi, com os parciais de 4-6, 6-3 e 4-6, após uma hora e 58 minutos de confronto no ‘court’ em piso duro do Nansha International Tennis Center, em Guangzhou, capital da província de Guangdong, no sul da China.
“A verdade é que era um jogo que, se queríamos ganhar esta eliminatória, era importante ter ganho. Até mesmo pela dinâmica que se cria após o jogo e porque o Nuno joga logo depois do par. E isso é sempre determinante. A seguir, o Zhang, que jogou o singular contra o Nuno e que já o conhecemos também, é um excelente jogador, acabou por fazer um jogo melhor”, reconheceu Rui Machado.
O número um nacional e único tenista português no top 100 mundial perdeu o terceiro encontro seguido no play-off com a China, ao ser surpreendido por Zhang, apenas o número 367 do mundo, por 5-7 e 4-6, num encontro que teve a duração de uma hora e 22 minutos.
“O Nuno acabou por nunca encontrar muito bem o ritmo do jogo. Se bem que é uma situação difícil jogar logo a seguir ao par, mas ele já o tinha feito algumas vezes e já conseguiu encontrar esse ritmo. Hoje nunca conseguiu encontrar bem o ritmo do jogo e sentir-se claramente bem em campo”, lamentou o capitão da equipa portuguesa.