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Portugal luta na China por manutenção no Grupo I da Taça Davis

Portugal luta na China por manutenção no Grupo I da Taça Davis

A seleção portuguesa vai lutar com a China pela manutenção no Grupo I da Taça Davis em ténis, num play-off marcado para sexta-feira e sábado em Guangzhou.

Lusa /
Foto: Matthias David - Unsplash

Depois de, em 2023 e 2024, ter disputado os ‘qualifiers’ para as finais da Taça Davis, Portugal vai desta feita lutar para evitar a descida ao Grupo II, no qual não está desde 2015.

Em 2025, a seleção portuguesa esteve perto de atingir essa fase, mas, depois de ter afastado o Mónaco (3-2) no play-off, acabou por perder com o Peru na fase principal, por 3-1, num confronto em que Nuno Borges e Francisco Cabral conseguiram o único ponto luso, no encontro de pares.

Em teoria, Portugal surge agora como favorito para vencer o play-off, apresentando-se com 27.º do ranking da Taça Davis, frente à China (59.ª), embora o facto de jogar fora, num fuso horário diferente e num piso rápido escolhido pelos asiáticos a poderem ter um papel decisivo na eliminatória.

“Temos noção que vai ser uma eliminatória bastante difícil frente a uma equipa com jogadores experientes, com bastante potencial e que já provaram conseguir jogar a um nível muito alto. Nós vamos com uma equipa com grande compromisso quando representa a seleção nacional. Sabemos que jogar fora é sempre difícil”, assumiu o capitão português, Rui Machado, na altura da convocatória.

Para o primeiro confronto com a China, Rui Machado promoveu a estreia de Tiago Pereira (270.º do ranking de singulares e 189.º de pares), mantendo as escolhas de Nuno Borges (45.º de singulares), Francisco Cabral (21.º de pares), Jaime Faria (145.º de singulares) e Henrique Rocha (157.º de singulares).

A China apresenta-se com três antigos top-70 mundial, Yunchaokete Bu (139.º), Yibing Wu (144.º) e Juncheng Shang (262.º), que chegou a estar entre os 50 melhores do mundo, além de Yi Zhou (220.º) e Zhizhen Zhang (367.º).

À semelhança do que aconteceu contra o Mónaco e o Chile em 2025, Rui Machado deverá apostar em Nuno Borges, que tem nove vitórias e nove derrotas na Taça Davis, e em Jaime Faria, ainda em busca do primeiro triunfo, para os encontros de singulares, com Borges a dever juntar-se a Cabral (quatro triunfos em oito) nos pares.

A primeira participação de Portugal na Taça Davis aconteceu em 1925, disputando em cinco ocasiões (1994, 2017, 2019, 2023 e 2024) a subida ao principal escalão, mas sempre sem sucesso.
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