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Portugal procura segundo título Europeu de râguebi contra a sua ‘besta negra’
Portugal procura, no domingo, o segundo título no Rugby Europe Championship (REC), mas tem pela frente, na final, em Madrid, a Geórgia, seleção que tem sido autêntica ‘besta’ negra dos ‘lobos’ e multicampeã do torneio.
A seleção portuguesa festejou o título em 2004, ainda sob o comando de Tomaz Morais, mas desde o ano seguinte que não vence os ‘lelos’, adversário que, de resto, só bateu em quatro das 27 ocasiões em que se defrontaram (1997, 2003, 2004 e 2005).
Desde esse triunfo (18-14), em fevereiro de 2005, em Lisboa, o melhor que Portugal conseguiu foram quatro empates (2006, 2009, 2022 e 2023), o último dos quais (18-18) em Toulouse, na fase de grupos do Mundial de França2023.
Há vários anos a ‘bater à porta’ do patamar superior do râguebi internacional, a poderosa formação do Leste europeu tem dominado o REC desde a sua primeira edição, em 2000, somando 17 títulos, oito dos quais de forma consecutiva, desde 2017, ano em que perdeu, pela última vez, uma partida relativa a esta competição, na Roménia (8-7), vencedora dessa edição.
Nessa altura, e com Portugal a atravessar uma das suas maiores crises na modalidade da bola oval, relegado para o escalão inferior, o torneio ainda se disputava em formato ‘round robin’, com todas as seis seleções a defrontarem-se entre si uma única vez.
Em 2023, um ano após a exclusão da Rússia devido à invasão da Ucrânia, o REC foi alargado para oito seleções e passou a ser disputado em dois grupos de quatro países, que apuram, cada um, os dois primeiros classificados para as meias-finais.
Desde a alteração de formato, esta é a terceira vez em quatro anos que Portugal chega ao encontro decisivo, mas nas duas anteriores perdeu sempre, com a própria Geórgia, em Badajoz (38-11), em 2023, e em Paris (36-10), em 2024.
Apenas no ano passado, quando terminou em quarto lugar, Portugal falhou a final e, também por isso, não defrontou os georgianos pela primeira vez desde 2020, ano em que regressou ao mais alto patamar do râguebi europeu, com exceção do torneio das Seis Nações, a tempo de qualificar-se para o Mundial de 2023.
Para chegar à final deste ano, a seleção portuguesa, orientada pelo neozelandês Simon Mannix, venceu o Grupo B do REC26 com três triunfos com ponto de bónus (quatro ou mais ensaios marcados e diferença de pelo menos três), frente a Bélgica (47-17, fora), Alemanha (68-12, fora) e Roménia (44-7, casa).
Nas meias-finais, em Lisboa, derrotou a Espanha (26-7), segunda classificada do Grupo A.
A Geórgia, por sua vez, venceu o Grupo A, igualmente, com três triunfos bonificados, contra Suíça (54-3, fora), Países Baixos (61-12, fora) e Espanha (42-30). Nas meias-finais afastou a Roménia (53-30), em Tbilisi.
Para além do título de campeão, no domingo, estarão também em jogo possíveis mexidas no ranking mundial da World Rugby.
A Geórgia, atual 13.ª classificada, pode igualar a sua melhor posição de sempre (11.ª) se vencer por mais de 15 pontos e o País de Gales não vencer a Itália, no sábado, terminando o torneio das Seis Nações sem qualquer triunfo pela terceira vez consecutiva.
Portugal, por sua vez, ocupa a 16.ª posição, mas qualquer vitória sobre os ‘lelos’ assegura uma subida de duas posições, para o 14.º posto, a um lugar do seu melhor registo de sempre (13.º), alcançado em 2023, após o primeiro triunfo de sempre numa fase final de um Mundial.
Portugal e Geórgia disputam a final do REC26 no domingo, no Estádio Municipal de Butarque, em Leganés, nos arredores de Madrid, em partida com início previsto para as 17:45 (hora de Lisboa) e arbitragem do francês Jérémy Rozier.
A Geórgia lidera o historial do Rugby Europe Championship com 17 títulos em 23 edições, seguida pela Roménia (cinco) e Portugal (um).
O Rugby Europe Championship é o principal escalão europeu da modalidade, com exceção do torneio das Seis Nações (Escócia, França, Inglaterra, Irlanda, Itália e País de Gales), e disputa-se desde o ano 2000.
Desde esse triunfo (18-14), em fevereiro de 2005, em Lisboa, o melhor que Portugal conseguiu foram quatro empates (2006, 2009, 2022 e 2023), o último dos quais (18-18) em Toulouse, na fase de grupos do Mundial de França2023.
Há vários anos a ‘bater à porta’ do patamar superior do râguebi internacional, a poderosa formação do Leste europeu tem dominado o REC desde a sua primeira edição, em 2000, somando 17 títulos, oito dos quais de forma consecutiva, desde 2017, ano em que perdeu, pela última vez, uma partida relativa a esta competição, na Roménia (8-7), vencedora dessa edição.
Nessa altura, e com Portugal a atravessar uma das suas maiores crises na modalidade da bola oval, relegado para o escalão inferior, o torneio ainda se disputava em formato ‘round robin’, com todas as seis seleções a defrontarem-se entre si uma única vez.
Em 2023, um ano após a exclusão da Rússia devido à invasão da Ucrânia, o REC foi alargado para oito seleções e passou a ser disputado em dois grupos de quatro países, que apuram, cada um, os dois primeiros classificados para as meias-finais.
Desde a alteração de formato, esta é a terceira vez em quatro anos que Portugal chega ao encontro decisivo, mas nas duas anteriores perdeu sempre, com a própria Geórgia, em Badajoz (38-11), em 2023, e em Paris (36-10), em 2024.
Apenas no ano passado, quando terminou em quarto lugar, Portugal falhou a final e, também por isso, não defrontou os georgianos pela primeira vez desde 2020, ano em que regressou ao mais alto patamar do râguebi europeu, com exceção do torneio das Seis Nações, a tempo de qualificar-se para o Mundial de 2023.
Para chegar à final deste ano, a seleção portuguesa, orientada pelo neozelandês Simon Mannix, venceu o Grupo B do REC26 com três triunfos com ponto de bónus (quatro ou mais ensaios marcados e diferença de pelo menos três), frente a Bélgica (47-17, fora), Alemanha (68-12, fora) e Roménia (44-7, casa).
Nas meias-finais, em Lisboa, derrotou a Espanha (26-7), segunda classificada do Grupo A.
A Geórgia, por sua vez, venceu o Grupo A, igualmente, com três triunfos bonificados, contra Suíça (54-3, fora), Países Baixos (61-12, fora) e Espanha (42-30). Nas meias-finais afastou a Roménia (53-30), em Tbilisi.
Para além do título de campeão, no domingo, estarão também em jogo possíveis mexidas no ranking mundial da World Rugby.
A Geórgia, atual 13.ª classificada, pode igualar a sua melhor posição de sempre (11.ª) se vencer por mais de 15 pontos e o País de Gales não vencer a Itália, no sábado, terminando o torneio das Seis Nações sem qualquer triunfo pela terceira vez consecutiva.
Portugal, por sua vez, ocupa a 16.ª posição, mas qualquer vitória sobre os ‘lelos’ assegura uma subida de duas posições, para o 14.º posto, a um lugar do seu melhor registo de sempre (13.º), alcançado em 2023, após o primeiro triunfo de sempre numa fase final de um Mundial.
Portugal e Geórgia disputam a final do REC26 no domingo, no Estádio Municipal de Butarque, em Leganés, nos arredores de Madrid, em partida com início previsto para as 17:45 (hora de Lisboa) e arbitragem do francês Jérémy Rozier.
A Geórgia lidera o historial do Rugby Europe Championship com 17 títulos em 23 edições, seguida pela Roménia (cinco) e Portugal (um).
O Rugby Europe Championship é o principal escalão europeu da modalidade, com exceção do torneio das Seis Nações (Escócia, França, Inglaterra, Irlanda, Itália e País de Gales), e disputa-se desde o ano 2000.