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Portugal vence Espanha e sobe provisoriamente ao pódio da `main round`
Portugal apresentou-se esta quarta-feira dominador do princípio ao fim frente à Espanha, obtendo a primeira vitória (35-27) na Ronda Principal, e vai torcer pela Alemanha e Dinamarca para conseguir lutar pelo quinto lugar no Europeu de andebol.
Em busca de tentar igualar ou melhorar o sexto lugar obtido na edição de 2020, a seleção portuguesa entrava em campo obrigada a bater os espanhóis, vencedores em 2018 e 2020, e os sinais dados nos primeiros minutos, nomeadamente as defesas importantes de Diogo Valério, hoje titular, deixavam antever que o desfecho poderia ser risonho para os lusos.
A boa contribuição entre os postes de um dos habituais suplentes de Portugal acabou por fazer a diferença, assim como a eficácia no ataque, com o marcador a disparar em pouco tempo - 4-9 aos 15 minutos de jogo.
O guarda-redes dos gregos do Olympiacos ia mantendo o nível, fazendo com que os espanhóis desacreditassem, só que, nos últimos minutos do primeiro tempo, a equipa lusa cedeu na defesa e foi para o intervalo com uma vantagem de quatro golos (16-12), ao invés de uma diferença de seis.
Aquele que tem sido o melhor jogador da Espanha na 17.ª edição do Europeu, o sportinguista Jan Gurri, não conseguia mostrar-se, nem o também jogador ‘leonino’ Victor Romero, ao contrário dos irmãos Martim (seis golos no jogo) e Francisco Costa (sete).
Em Herning, a equipa comandada por Paulo Jorge Pereira manteve os índices de concentração no regresso dos balneários, conseguiu aguentar a vantagem, que voltou, por momentos, a ser seis, enquanto a campeã europeia de 2018 e 2020 estava cada vez mais ansiosa, o que lhe levou a cometer várias falhas técnicas.
A perder por 27-21 a 15 minutos do fim, a Espanha ‘entregou’ o jogo aos ‘heróis do mar’, que aproveitaram para obter maior diferença de todo o jogo - oito golos.
Além de Gurri e Romero, a Espanha também contou com o contributo de Natán Suárez, do Sporting, Javi Rodríguez (dois golos), do Benfica.
Agora, Portugal fica a torcer pela derrota da campeã em título França ante a Alemanha e que a Noruega não vença a tetracampeã mundial Dinamarca, já apurada para as meias-finais.
Jogo na Jyske Bank Boxen, em Herning.
Espanha - Portugal, 27-35.
Ao intervalo: 12-16.
Com arbitragem dos dinamarqueses Mads Hansen e Jesper Madsen, as seleções alinharam e marcaram:
- Espanha (27): Hernandez, Garciandia (2), Rodriguez (2), Fernandez (1), Gurri (6), Tarrafeta (3) e Odriozola (1). Jogaram ainda Serradilla, Alex Dujshebaev (1), Fis (1), Daniel Dujshebaev, Gomez (6), Suárez, Romero, Biosca e Barrufet (4).
Selecionador: Jordi Ribera.
- Portugal (35): Diogo Valério, Salvador Salvador (2), Luís Frade (2), Miguel Neves (1), Victor Iturizza (4), António Areia (6) e Diogo Branquinho (1). Jogaram ainda Leonel Fernandes (3), João Gomes (3), Martim Costa (6), Francisco Costa (7), Rui Silva, Ricardo Brandão, Gabriel Cavalcanti e Gustavo Capdeville.
Selecionador: Paulo Jorge Pereira.
Assistência: 6.267 espetadores.
A boa contribuição entre os postes de um dos habituais suplentes de Portugal acabou por fazer a diferença, assim como a eficácia no ataque, com o marcador a disparar em pouco tempo - 4-9 aos 15 minutos de jogo.
O guarda-redes dos gregos do Olympiacos ia mantendo o nível, fazendo com que os espanhóis desacreditassem, só que, nos últimos minutos do primeiro tempo, a equipa lusa cedeu na defesa e foi para o intervalo com uma vantagem de quatro golos (16-12), ao invés de uma diferença de seis.
Aquele que tem sido o melhor jogador da Espanha na 17.ª edição do Europeu, o sportinguista Jan Gurri, não conseguia mostrar-se, nem o também jogador ‘leonino’ Victor Romero, ao contrário dos irmãos Martim (seis golos no jogo) e Francisco Costa (sete).
Em Herning, a equipa comandada por Paulo Jorge Pereira manteve os índices de concentração no regresso dos balneários, conseguiu aguentar a vantagem, que voltou, por momentos, a ser seis, enquanto a campeã europeia de 2018 e 2020 estava cada vez mais ansiosa, o que lhe levou a cometer várias falhas técnicas.
A perder por 27-21 a 15 minutos do fim, a Espanha ‘entregou’ o jogo aos ‘heróis do mar’, que aproveitaram para obter maior diferença de todo o jogo - oito golos.
Além de Gurri e Romero, a Espanha também contou com o contributo de Natán Suárez, do Sporting, Javi Rodríguez (dois golos), do Benfica.
Agora, Portugal fica a torcer pela derrota da campeã em título França ante a Alemanha e que a Noruega não vença a tetracampeã mundial Dinamarca, já apurada para as meias-finais.
Jogo na Jyske Bank Boxen, em Herning.
Espanha - Portugal, 27-35.
Ao intervalo: 12-16.
Com arbitragem dos dinamarqueses Mads Hansen e Jesper Madsen, as seleções alinharam e marcaram:
- Espanha (27): Hernandez, Garciandia (2), Rodriguez (2), Fernandez (1), Gurri (6), Tarrafeta (3) e Odriozola (1). Jogaram ainda Serradilla, Alex Dujshebaev (1), Fis (1), Daniel Dujshebaev, Gomez (6), Suárez, Romero, Biosca e Barrufet (4).
Selecionador: Jordi Ribera.
- Portugal (35): Diogo Valério, Salvador Salvador (2), Luís Frade (2), Miguel Neves (1), Victor Iturizza (4), António Areia (6) e Diogo Branquinho (1). Jogaram ainda Leonel Fernandes (3), João Gomes (3), Martim Costa (6), Francisco Costa (7), Rui Silva, Ricardo Brandão, Gabriel Cavalcanti e Gustavo Capdeville.
Selecionador: Paulo Jorge Pereira.
Assistência: 6.267 espetadores.