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Recuperação do Estádio Municipal de Leiria custa 4 milhões de euros
A recuperação do Estádio Municipal de Leiria, danificado devido ao mau tempo e onde em 10 de junho decorre o jogo de solidariedade da seleção nacional de futebol, tem um custo de quatro milhões de euros, foi hoje anunciado.
“É para nós um grande desafio termos a seleção nacional no dia 10 de junho e, para isso, temos de fazer uma obra ainda significativa no estádio, que está orçada em quatro milhões de euros”, afirmou o presidente da Câmara de Leiria, Gonçalo Lopes.
O autarca discursava na cerimónia de assinatura, nos Paços do Concelho, de um protocolo para fomentar e consolidar a cooperação entre a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), a Associação de Futebol de Leiria (AFL) e o município, para o “desenvolvimento do futebol, futsal, futebol de praia, walking football e esports, no concelho e na região, desde as categorias de base até aos escalões superiores”.
Segundo Gonçalo Lopes, com aquela intervenção pretende-se ter as condições, que “não serão as ideais, mas serão as capazes, para receber o expoente máximo do desporto em Leiria”.
“O dia 10 de junho vai ter dois momentos marcantes, que é o jogo da seleção no estádio e termos o nosso Jardim Luís de Camões, que foi destruído, também como um dos emblemas que vai ser erguido naquele dia”, declarou.
Segundo o autarca, “vai ser um dia marcante para terminar esta primeira fase, que é a fase mais emergente, mais operacional”.
Gonçalo Lopes adiantou que o objetivo do município “é colocar o desporto o mais rápido possível a funcionar junto das populações mais jovens”, salientando que a atividade é decisiva na estratégia de reerguer Leiria na sequência da depressão Kristin.
O presidente da AFL, Carlos Mota Carvalho, reconheceu que o impacto do mau tempo para o futebol distrital foi “um momento bastante triste”, destacando o papel dos dirigentes desportivos para reerguer os clubes, muitas vezes a “única forma de coesão” de pequenas aldeias ou vilas.
Carlos Mota Carvalho disse ainda esperar que “nenhum clube fique para trás” com o reinício das competições.
Por seu turno, o presidente da FPP, Pedro Proença, anunciou que foi transmitido hoje à SAD da União de Leiria de que, “de hoje para diante, assim a Liga Portuguesa de Futebol Profissional possibilite”, vai ser permitido que o clube “possa jogar os seus jogos das competições profissionais” nas instalações da Cidade do Futebol, concelho de Oeiras (Lisboa).
Pedro Proença adiantou que, além do jogo da seleção nacional de futebol, do qual “parte das verbas irão reverter para a reconstrução dos clubes” do distrito, a FPF vai “fazer ao longo destes tempos um conjunto de iniciativas”, para, “de alguma maneira, minimizar aquilo que tem sido o esforço para este processo de retoma”.
Após a assinatura do protocolo, o presidente da Câmara ofereceu à FPF uma telha, símbolo do trabalho em curso para reerguer Leiria.
A depressão Kristin danificou totalmente a cobertura do Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria.
O estádio foi uma das cerca de 500 instalações desportivas de Leiria severamente afetadas pelos efeitos do mau tempo.
O estádio municipal, onde seleção portuguesa de futebol vai jogar o último encontro de preparação para o Mundial 2026, serve, além do futebol, vários desportos, como atletismo, ténis de mesa, pentatlo moderno, dança, bilhar, entre outros.
Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.
A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou no domingo.
O autarca discursava na cerimónia de assinatura, nos Paços do Concelho, de um protocolo para fomentar e consolidar a cooperação entre a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), a Associação de Futebol de Leiria (AFL) e o município, para o “desenvolvimento do futebol, futsal, futebol de praia, walking football e esports, no concelho e na região, desde as categorias de base até aos escalões superiores”.
Segundo Gonçalo Lopes, com aquela intervenção pretende-se ter as condições, que “não serão as ideais, mas serão as capazes, para receber o expoente máximo do desporto em Leiria”.
“O dia 10 de junho vai ter dois momentos marcantes, que é o jogo da seleção no estádio e termos o nosso Jardim Luís de Camões, que foi destruído, também como um dos emblemas que vai ser erguido naquele dia”, declarou.
Segundo o autarca, “vai ser um dia marcante para terminar esta primeira fase, que é a fase mais emergente, mais operacional”.
Gonçalo Lopes adiantou que o objetivo do município “é colocar o desporto o mais rápido possível a funcionar junto das populações mais jovens”, salientando que a atividade é decisiva na estratégia de reerguer Leiria na sequência da depressão Kristin.
O presidente da AFL, Carlos Mota Carvalho, reconheceu que o impacto do mau tempo para o futebol distrital foi “um momento bastante triste”, destacando o papel dos dirigentes desportivos para reerguer os clubes, muitas vezes a “única forma de coesão” de pequenas aldeias ou vilas.
Carlos Mota Carvalho disse ainda esperar que “nenhum clube fique para trás” com o reinício das competições.
Por seu turno, o presidente da FPP, Pedro Proença, anunciou que foi transmitido hoje à SAD da União de Leiria de que, “de hoje para diante, assim a Liga Portuguesa de Futebol Profissional possibilite”, vai ser permitido que o clube “possa jogar os seus jogos das competições profissionais” nas instalações da Cidade do Futebol, concelho de Oeiras (Lisboa).
Pedro Proença adiantou que, além do jogo da seleção nacional de futebol, do qual “parte das verbas irão reverter para a reconstrução dos clubes” do distrito, a FPF vai “fazer ao longo destes tempos um conjunto de iniciativas”, para, “de alguma maneira, minimizar aquilo que tem sido o esforço para este processo de retoma”.
Após a assinatura do protocolo, o presidente da Câmara ofereceu à FPF uma telha, símbolo do trabalho em curso para reerguer Leiria.
A depressão Kristin danificou totalmente a cobertura do Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria.
O estádio foi uma das cerca de 500 instalações desportivas de Leiria severamente afetadas pelos efeitos do mau tempo.
O estádio municipal, onde seleção portuguesa de futebol vai jogar o último encontro de preparação para o Mundial 2026, serve, além do futebol, vários desportos, como atletismo, ténis de mesa, pentatlo moderno, dança, bilhar, entre outros.
Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.
A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou no domingo.