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Silva e Pimenta desdramatizam terem falhado pódio
Os canoístas Fernando Pimenta e Emanuel Silva lamentaram não terem conseguido chegar às medalhas nos Europeus que decorrem em Montemor-o-Velho, mas desdramatizam a situação. A dupla ficou-se pelo sétimo posto na final de K2 1.000.
Os vice-campeões olímpicos de canoagem recordam que ainda há muito trabalho pela frente e o grande objetivo são os Jogos Olímpicos de 2016. “Se falharmos em Europeus ou Mundiais, não vamos dramatizar. Nos Jogos Olímpicos é que não podemos falhar. Vamos continuar com a mesma energia”, garante Emanuel Silva.
O atleta aponta mesmo o exemplo da campeã olímpica Hungria, que este sábado também ficou de fora do pódio: “Estamos no início do ciclo olímpico, temos de ter calma. 2012 foi muito desgastante, com 189 dias de estágio. Tivemos de recarregar baterias e a preparação começou mais tarde. Os portugueses querem medalhas, mas nós também. A própria tripulação da Hungria foi quinta. Não vamos dramatizar. Vamos responder na hora certa”.
“Não nos atirem pedras quando as coisas correm mal, pois assim não nos ajudam nada. Agradeço ao povo português nas bancadas, foi fantástico. Demos o nosso máximo”, acrescenta.
O companheiro de tripulação afina pelo mesmo diapasão. “Demos o nosso máximo. Atirámo-nos a eles. Não fomos felizes, mesmo assim fizemos boa prova. O mundo não acaba aqui. Temos mais provas, o mundial deste ano, a final de K4 1.000 domingo. Vamos mentalizar-nos para ela. Encará-la novamente com o máximo de eficácia para sermos os mais rápidos a chegar à meta”, afirma Fernando Pimenta.
Pimenta reconhece que “o barco não teve o deslize” e que “as coisas correram menos bem” esta manhã, e aproveita para dar os “parabéns aos adversários, que foram melhores”.
Os Europeus de canoagem juntam 700 atletas de 29 países no Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho.
O atleta aponta mesmo o exemplo da campeã olímpica Hungria, que este sábado também ficou de fora do pódio: “Estamos no início do ciclo olímpico, temos de ter calma. 2012 foi muito desgastante, com 189 dias de estágio. Tivemos de recarregar baterias e a preparação começou mais tarde. Os portugueses querem medalhas, mas nós também. A própria tripulação da Hungria foi quinta. Não vamos dramatizar. Vamos responder na hora certa”.
“Não nos atirem pedras quando as coisas correm mal, pois assim não nos ajudam nada. Agradeço ao povo português nas bancadas, foi fantástico. Demos o nosso máximo”, acrescenta.
O companheiro de tripulação afina pelo mesmo diapasão. “Demos o nosso máximo. Atirámo-nos a eles. Não fomos felizes, mesmo assim fizemos boa prova. O mundo não acaba aqui. Temos mais provas, o mundial deste ano, a final de K4 1.000 domingo. Vamos mentalizar-nos para ela. Encará-la novamente com o máximo de eficácia para sermos os mais rápidos a chegar à meta”, afirma Fernando Pimenta.
Pimenta reconhece que “o barco não teve o deslize” e que “as coisas correram menos bem” esta manhã, e aproveita para dar os “parabéns aos adversários, que foram melhores”.
Os Europeus de canoagem juntam 700 atletas de 29 países no Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho.