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Tribunal confirma decisão da Federação de Ciclismo e rejeita pedido da Podium
O Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa decidiu rejeitar a providência cautelar apresentada pela Podium Events, que pretendia suspender a resolução do contrato de concessão com a Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC). Assim, mantém‑se válida a decisão da Federação de terminar o contrato com a empresa responsável pela organização da Volta a Portugal.
A Podium queria continuar como organizadora da prova e acusava a Federação de ter atuado de forma desleal. No entanto, segundo a decisão conhecida esta segunda‑feira, a juíza considerou que a empresa não apresentou provas suficientes que justificassem a suspensão da resolução contratual.
No comunicado enviado pela FPC pode ler-se que: "Na decisão proferida esta segunda-feira, a juíza entendeu que a Podium
não demonstrou, de forma substantiva e documental, os fundamentos que sustentassem a manutenção do contrato até ao termo previsto ou a prática de atos ilícitos por parte da Federação. A falta de prova robusta e a ausência de justificação concreta foram determinantes para a
improcedência da providência cautelar."
não demonstrou, de forma substantiva e documental, os fundamentos que sustentassem a manutenção do contrato até ao termo previsto ou a prática de atos ilícitos por parte da Federação. A falta de prova robusta e a ausência de justificação concreta foram determinantes para a
improcedência da providência cautelar."
Em causa estava o contrato assinado em 2017, que incluía a Volta a Portugal, a Volta ao Alentejo e a Volta a Portugal do Futuro. A Federação rescindiu o acordo em novembro de 2025, alegando incumprimentos repetidos, nomeadamente falhas de pagamento e obrigações não cumpridas. A Podium contestou, mas o Tribunal deu razão à FPC.