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Velejadores Diogo Costa/Carolina João em segundo nos 470 do Troféu Princesa Sofia
Os olímpicos Diogo Costa e Carolina João são segundos na classe 470 do Troféu Princesa Sofia, após as três primeiras regatas disputadas em Palma de Maiorca, com os compatriotas Beatriz Gago e Rodolfo Pires em quarto.
Vencedores da segunda regata, Costa e João terminaram em segundo a primeira jornada de competição do evento inaugural do Grand Slam da vela, após serem ultrapassados por Jordi Xammar e Marta Cardona na derradeira corrida do dia.
Os portugueses somam os mesmos três pontos dos espanhóis, que se impuseram na terceira regata. A dupla lusa, quinta classificada em Paris2024, arrancou a jornada com um segundo lugar e terminou com um 11.º, descartando este resultado.
“Nós viemos para este campeonato com um objetivo, que não era tanto o resultado forçosamente, mas mais fazer as regatas de forma diferente, ou seja, arriscar mais. Nós somos, por norma, muito conservadores, então fazer dois lugares no top 3 é muito bom”, resumiu Diogo Costa, em declarações à agência Lusa.
O velejador explicou que, apesar de terem “largado bem” na terceira regata, não conseguiram ver “aquele vento que entrou”.
“Vimos tarde e entrou do outro lado do campo em que nós estávamos, mas conseguimos recuperar bem na mesma”, descreveu.
Agora, Costa e João têm de “aprender a regular um bocadinho esta maneira de fazer regatas”, mas admitem querer lutar pelas medalhas no Troféu Princesa Sofia, que decorre até sábado na baía de Palma de Maiorca.
“O grande objetivo do ano é o Mundial, mas claro que uma medalha aqui numa World Cup é sempre muito bom”, pontuou Costa.
Igualmente inseridos no grupo amarelo da classe 470, Beatriz Gago e Rodolfo Pires seguem em quarto com os mesmos seis pontos dos italianos Elena Berta e Giulio Calabro, que são terceiros.
Os velejadores portugueses foram terceiros nas duas primeiras regatas e 14.ºs na terceira, vendo este resultado ser ‘apagado’.
“É o primeiro dia, dois terceiros e um 14.º… foi um dia sólido para as condições que estavam. O vento estava a oscilar muito e não estava nada estável, mas é sempre aquele agridoce. Íamos a liderar a primeira regata, no final não tivemos muita sorte e acabámos em terceiro”, contou Beatriz Gago à Lusa.
Na última regata, os velejadores do Clube Naval de Portimão não fizeram uma boa largada e não conseguiram “ir logo para a parte da frente da regata”.
“Mas amanhã [terça-feira] há mais”, concluiu.
Numa jornada marcada pelos ventos fortes e por vários adiamentos das regatas, entraram em ação seis das 10 classes olímpicas que competem esta semana em Palma de Maiorca, nomeadamente 49er, 49er FX, ILCA 6, ILCA 7 e Nacra 17.
Os portugueses somam os mesmos três pontos dos espanhóis, que se impuseram na terceira regata. A dupla lusa, quinta classificada em Paris2024, arrancou a jornada com um segundo lugar e terminou com um 11.º, descartando este resultado.
“Nós viemos para este campeonato com um objetivo, que não era tanto o resultado forçosamente, mas mais fazer as regatas de forma diferente, ou seja, arriscar mais. Nós somos, por norma, muito conservadores, então fazer dois lugares no top 3 é muito bom”, resumiu Diogo Costa, em declarações à agência Lusa.
O velejador explicou que, apesar de terem “largado bem” na terceira regata, não conseguiram ver “aquele vento que entrou”.
“Vimos tarde e entrou do outro lado do campo em que nós estávamos, mas conseguimos recuperar bem na mesma”, descreveu.
Agora, Costa e João têm de “aprender a regular um bocadinho esta maneira de fazer regatas”, mas admitem querer lutar pelas medalhas no Troféu Princesa Sofia, que decorre até sábado na baía de Palma de Maiorca.
“O grande objetivo do ano é o Mundial, mas claro que uma medalha aqui numa World Cup é sempre muito bom”, pontuou Costa.
Igualmente inseridos no grupo amarelo da classe 470, Beatriz Gago e Rodolfo Pires seguem em quarto com os mesmos seis pontos dos italianos Elena Berta e Giulio Calabro, que são terceiros.
Os velejadores portugueses foram terceiros nas duas primeiras regatas e 14.ºs na terceira, vendo este resultado ser ‘apagado’.
“É o primeiro dia, dois terceiros e um 14.º… foi um dia sólido para as condições que estavam. O vento estava a oscilar muito e não estava nada estável, mas é sempre aquele agridoce. Íamos a liderar a primeira regata, no final não tivemos muita sorte e acabámos em terceiro”, contou Beatriz Gago à Lusa.
Na última regata, os velejadores do Clube Naval de Portimão não fizeram uma boa largada e não conseguiram “ir logo para a parte da frente da regata”.
“Mas amanhã [terça-feira] há mais”, concluiu.
Numa jornada marcada pelos ventos fortes e por vários adiamentos das regatas, entraram em ação seis das 10 classes olímpicas que competem esta semana em Palma de Maiorca, nomeadamente 49er, 49er FX, ILCA 6, ILCA 7 e Nacra 17.