Pequim 2008
Marco Vasconcelos defronta indiano e quer fazer história
O veterano Marco Vasconcelos apresenta-se em Pequim com o único pensamento de à terceira ser de vez e, finalmente, conseguir vencer uma partida de badminton em Jogos Olímpicos, na sua terceira e última participação.
Em Sydney2000 e Atenas2004 limitou-se a disputar uma partida e voltou para casa, mas agora, aos 36 anos, confia que a sua experiência - é o mais velho da competição de singulares - poderá ajudar a atingir esse sonho.
O objectivo do veterano, 89 atleta mundial, é ficar entre os 16 primeiros (basta, para isso, ganhar o "tal" jogo), mas a tarefa não vai ser fácil, pois defronta o indiano Sridhar Anup, 29 do ranking internacional, 18 centímetros mais alto e 11 anos mais novo - foi bronze nos Campeonatos Asiáticos.
Ritmo competitivo é coisa que não lhe falta, pois, para garantir o apuramento, teve de calcorrear o mundo em busca de pontos, tendo realizado quase 50 torneios em dois anos, atingindo várias finais.
O madeirense, que se iniciou na modalidade aos oito anos, foi campeão nacional por sete vezes e outras 18 em pares, tendo somado, numa longa carreira, mais de 400 internacionalizações.
Marco Vasconcelos tinha prometido abandonar a competição após Atenas2004, mas convenceram-no a fazer mais um ciclo olímpico e agora, em Pequim2008, "é que é": o cargo de director técnico regional espera por si.
O objectivo do veterano, 89 atleta mundial, é ficar entre os 16 primeiros (basta, para isso, ganhar o "tal" jogo), mas a tarefa não vai ser fácil, pois defronta o indiano Sridhar Anup, 29 do ranking internacional, 18 centímetros mais alto e 11 anos mais novo - foi bronze nos Campeonatos Asiáticos.
Ritmo competitivo é coisa que não lhe falta, pois, para garantir o apuramento, teve de calcorrear o mundo em busca de pontos, tendo realizado quase 50 torneios em dois anos, atingindo várias finais.
O madeirense, que se iniciou na modalidade aos oito anos, foi campeão nacional por sete vezes e outras 18 em pares, tendo somado, numa longa carreira, mais de 400 internacionalizações.
Marco Vasconcelos tinha prometido abandonar a competição após Atenas2004, mas convenceram-no a fazer mais um ciclo olímpico e agora, em Pequim2008, "é que é": o cargo de director técnico regional espera por si.