Sporting
Bettencourt queixa-se de que o Sporting não tem sido tratado como os outros
O candidato à presidência do Sporting José Eduardo Bettencourt afirmou hoje que o clube "nunca foi tratado da mesma forma que os outros" e prometeu "batalhar" para que seja tratado de igual.
"Acho que é um sentimento que o Sporting reconhece. Não é de agora, é de há muito tempo que não somos nunca tratados da mesma forma que outros clubes", afirmou José Eduardo Bettencourt, sem especificar a quem dirigia as suas palavras.
O candidato à liderança do Sporting falava aos jornalistas no final de um almoço no Núcleo Sportinguista de Vendas Novas (Évora), que reuniu cerca de 120 sócios e simpatizantes do clube "leonino".
"Em muitos aspectos da vida social, que têm a ver com a construção dos projectos dos vários clubes, acho que nunca fomos tratados como iguais", vincou José Eduardo Bettencourt, alegando que o clube sempre que precisou de apoio, face a outros concorrentes, nunca foi tratado como primeira potência do país.
Ao lado de Miguel Ribeiro Teles e Rogério de Brito, o candidato "leonino" explicou que a sua candidatura assenta num "chamamento enorme e muito abrangente, que é o chamamento popular".
"É um chamamento popular que eu não podia ficar alheio e um chamamento também dos trabalhadores do Sporting e da SAD do clube", disse, garantindo que "há uma vontade muito grande de se ser capaz de unir a grande família sportinguista".
Lamentando o segundo lugar no campeonato nos últimos quatro anos, Bettencourt afirmou que pretende "uma equipa cada vez mais competitiva e ambiciosa".
"Faltou qualquer coisa", afirmou, manifestando-se convencido de que o primeiro lugar é o destino do Sporting, ressalvando, no entanto, que "para isso é fundamental o apoio de todos".
Questionado pelos jornalistas sobre a eventual inclusão de Dias Ferreira na sua lista, Bettencourt limitou-se a dizer que o Sporting "está numa fase de mudança" e que "é de admitir que saiam algumas pessoas e que entrem novas".
A lista de candidatos de José Eduardo Bettencourt será apresentada na segunda-feira, às 19:00, no Auditório do Estádio de Alvalade, em Lisboa.
C/LUSA
O candidato à liderança do Sporting falava aos jornalistas no final de um almoço no Núcleo Sportinguista de Vendas Novas (Évora), que reuniu cerca de 120 sócios e simpatizantes do clube "leonino".
"Em muitos aspectos da vida social, que têm a ver com a construção dos projectos dos vários clubes, acho que nunca fomos tratados como iguais", vincou José Eduardo Bettencourt, alegando que o clube sempre que precisou de apoio, face a outros concorrentes, nunca foi tratado como primeira potência do país.
Ao lado de Miguel Ribeiro Teles e Rogério de Brito, o candidato "leonino" explicou que a sua candidatura assenta num "chamamento enorme e muito abrangente, que é o chamamento popular".
"É um chamamento popular que eu não podia ficar alheio e um chamamento também dos trabalhadores do Sporting e da SAD do clube", disse, garantindo que "há uma vontade muito grande de se ser capaz de unir a grande família sportinguista".
Lamentando o segundo lugar no campeonato nos últimos quatro anos, Bettencourt afirmou que pretende "uma equipa cada vez mais competitiva e ambiciosa".
"Faltou qualquer coisa", afirmou, manifestando-se convencido de que o primeiro lugar é o destino do Sporting, ressalvando, no entanto, que "para isso é fundamental o apoio de todos".
Questionado pelos jornalistas sobre a eventual inclusão de Dias Ferreira na sua lista, Bettencourt limitou-se a dizer que o Sporting "está numa fase de mudança" e que "é de admitir que saiam algumas pessoas e que entrem novas".
A lista de candidatos de José Eduardo Bettencourt será apresentada na segunda-feira, às 19:00, no Auditório do Estádio de Alvalade, em Lisboa.
C/LUSA