Sporting
Dias Ferreira “mais inclinado” para avançar
Dias Ferreira anunciou esta segunda-feira que está "mais inclinado para avançar" com uma candidatura à presidência do Sporting do que a abdicar da ideia. O sportinguista afastou a possibilidade de apoio a José Eduardo Bettencourt ou Paulo Pereira Cristóvão.
Em declarações à Agência Lusa, Dias Ferreira revelou que tem sentido cada vez mais apoio dos adeptos, e que, por isso, está "baralhado", embora "mais inclinado para avançar".
"As pessoas enviam-me muitas sms e também mensagens de apoio pelo correio electrónico. Mas tudo tem de ser balanceado e sempre tendo em conta o interesse do Sporting", disse o o membro do Conselho Leonino à Lusa.
Dias Ferreira salientou que uma possível candidatura não está dependente do anúncio feito por José Eduardo Bettencourt, que formaliza esta segunda-feira a sua candidatura, mas questionou algumas movimentações dos últimos dias.
"Dizem que há candidatos de consenso. Mas qual é o consenso de que se fala? O consenso ligado ao poder instalado no Sporting ou o consenso dos sócios? Se for o consenso dos sócios, eles estão comigo. O meu paradigma é um Sporting dos sócios", explicou.
Dizendo ter sido convidado por Bettencourt, Dias Ferreira explicou que, antes do convite formalizado, tinha já avisado que não pertenceria a qualquer lista, abrindo apenas excepção a uma liderança de Soares Franco.
"Se eu não avançar, afasto-me por completo. Mas eu não tenho qualquer sinal no sentido de que não deva avançar. E, por isso, estou confuso. Nos próximos dias anuncio a decisão final", revelou.
"Brincaram comigo"
O comentador televisivo reafirmou ainda não ter sido "respeitado" por alguns elementos da estrutura do Sporting, mas disse também não se sentir "magoado".
"Tenho defendido o Sporting durante os últimos anos, com toda a energia que tenho. Diria que brincaram comigo, mas não digo que estou magoado. Não fui respeitado e considerado", afirmou, sem indicar os alvos.
O dirigente disse também que não lhe "passaria pela cabeça avançar", caso Soares Franco repensasse a sua posição, e defendeu, tal como Bettencourt, a continuidade de Paulo Bento como treinador da equipa principal de futebol e explicou que uma candidatura sua voltaria a unir os sócios.
"Penso que, comigo, o Sporting ganharia uma grande suplemento de alma. Eu defendo a continuidade deste projecto e sou aceite pela massa associativa. Não estou seguro que seja assim com as outras (candidaturas)".
A candidatura "de Bettencourt é uma candidatura própria e não de continuidade". "Não me parece que ele queira marcar a continuidade", concluiu.
c/ Lusa
"As pessoas enviam-me muitas sms e também mensagens de apoio pelo correio electrónico. Mas tudo tem de ser balanceado e sempre tendo em conta o interesse do Sporting", disse o o membro do Conselho Leonino à Lusa.
Dias Ferreira salientou que uma possível candidatura não está dependente do anúncio feito por José Eduardo Bettencourt, que formaliza esta segunda-feira a sua candidatura, mas questionou algumas movimentações dos últimos dias.
"Dizem que há candidatos de consenso. Mas qual é o consenso de que se fala? O consenso ligado ao poder instalado no Sporting ou o consenso dos sócios? Se for o consenso dos sócios, eles estão comigo. O meu paradigma é um Sporting dos sócios", explicou.
Dizendo ter sido convidado por Bettencourt, Dias Ferreira explicou que, antes do convite formalizado, tinha já avisado que não pertenceria a qualquer lista, abrindo apenas excepção a uma liderança de Soares Franco.
"Se eu não avançar, afasto-me por completo. Mas eu não tenho qualquer sinal no sentido de que não deva avançar. E, por isso, estou confuso. Nos próximos dias anuncio a decisão final", revelou.
"Brincaram comigo"
O comentador televisivo reafirmou ainda não ter sido "respeitado" por alguns elementos da estrutura do Sporting, mas disse também não se sentir "magoado".
"Tenho defendido o Sporting durante os últimos anos, com toda a energia que tenho. Diria que brincaram comigo, mas não digo que estou magoado. Não fui respeitado e considerado", afirmou, sem indicar os alvos.
O dirigente disse também que não lhe "passaria pela cabeça avançar", caso Soares Franco repensasse a sua posição, e defendeu, tal como Bettencourt, a continuidade de Paulo Bento como treinador da equipa principal de futebol e explicou que uma candidatura sua voltaria a unir os sócios.
"Penso que, comigo, o Sporting ganharia uma grande suplemento de alma. Eu defendo a continuidade deste projecto e sou aceite pela massa associativa. Não estou seguro que seja assim com as outras (candidaturas)".
A candidatura "de Bettencourt é uma candidatura própria e não de continuidade". "Não me parece que ele queira marcar a continuidade", concluiu.
c/ Lusa