Sporting
"Falência técnica não é um exclusivo do Sporting", diz Rui Meireles
Para o ex-administrador para a área financeira do Sporting, a situação de "falência técnica" não é exclusivo leonino, "mas sim de todos os todos os clubes em Portugal, principalmente os mais relevantes"
O gestor, em declarações a João Pedro Martins, jornalista da Antena 1, esta quinta-feira, recusou o perigo imediato de extinção do clube, acrescentando que "quando o Sporting acabar, muita coisa acabou à volta do Sporting".
Sobre a solução poder passar pelo investimento estrangeiro, aventada por Godinho Lopes, reclama para si a ideia, que lhe terá ocorrido "em 2004 ou 2005", achando-a "saudável" e lembrando ser prática corrente noutros campeonatos da Europa e uma forma de pôr termo a um tipo de gestão vigente - não só, mas principalmente, em Portugal - de "quem vier atrás que feche a porta".
Agora, disse, há que "inverter a situação" diagnosticada pela auditoria, questionando se, com a atual gestão, "houve melhoria ou não? As ideias que estavam delineadas foram concretizadas ou não? Se foram, em que extensão? Isso é que é preciso saber já".
Quanto à contratação de jogadores, assumiu que é fácil falar de fora, referir "menos e melhores", mas "só quem está à frente do clube, (...) sabe os recursos que tem para fazer face às necessidades".
Sobre a solução poder passar pelo investimento estrangeiro, aventada por Godinho Lopes, reclama para si a ideia, que lhe terá ocorrido "em 2004 ou 2005", achando-a "saudável" e lembrando ser prática corrente noutros campeonatos da Europa e uma forma de pôr termo a um tipo de gestão vigente - não só, mas principalmente, em Portugal - de "quem vier atrás que feche a porta".
Agora, disse, há que "inverter a situação" diagnosticada pela auditoria, questionando se, com a atual gestão, "houve melhoria ou não? As ideias que estavam delineadas foram concretizadas ou não? Se foram, em que extensão? Isso é que é preciso saber já".
Quanto à contratação de jogadores, assumiu que é fácil falar de fora, referir "menos e melhores", mas "só quem está à frente do clube, (...) sabe os recursos que tem para fazer face às necessidades".