“Falta um pinheiro com 1,90 metros”, admite Paulo Sérgio

O treinador do Sporting afirmou esta tarde que o clube está aberto a contratações até ao fecho do mercado, na próxima terça-feira. Paulo Sérgio reconheceu que a sua principal preocupação é garantir um jogador alto para a frente de ataque. Em relação ao jogo da terceira jornada, o técnico disse que pretende vencer na Figueira da Foz, porque os triunfos dão confiança.

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Paulo Sérgio diz que Franco di Santo é uma hipótese Foto: Getty Images

"Os meus jogadores são todos muitos parecidos uns com os outros, e o que quero é um atacante diferente. Temos caudal ofensivo, mas falta um pinheiro com 1,90 metros, que lhe possamos acertar com a bola na cabeça e ela vá para dentro da baliza", vincou.

O treinador dos ‘leões' admite que Franco di Santo, avançado argentino do Chelsea, é uma das opções em cima da mesa: "Di Santo é um entre dezenas de nomes que temos avaliado".

"Estamos no mercado desde que abriu e vamos estar até que feche. Seria desejável termos o que identifiquei desde início como necessidades, estou esperançoso que aconteça, mas, caso contrário, vamos com estes até à morte. Para mim são os melhores do mundo", insistiu.

A Naval é o adversário do Sporting nesta terceira jornada da Liga e um triunfo permitiria ficar com sete pontos. "As vitórias trazem confiança e maior serenidade para fazer o nosso trabalho, a nós e a toda a gente. A Naval também está a fazer bom início temporada e também está confiante. Temos que nos preocupar connosco, mas sabemos que vamos ter uma tarefa difícil", afirmou.

Paulo Sérgio elogiou a formação figueirense. "Tem o bloco mais curto e pressionante, mas continua a ser uma equipa perigosa a partir para o contra-ataque e tem dos melhores executantes desse estilo de jogo em Portugal, o Marinho", defendeu.

O técnico deixou de fora dos convocados o reforço Torsiglieri, o que explica com a necessidade de adaptação ao plantel. "O Marco Torsiglieri tem todas as boas características que um central deve ter, o que falta é interagir melhor na organização colectiva que nós queremos. Isso carece de trabalho, adaptação e da sua resposta", explicou.

Paulo Sérgio deixou ainda elogios a Tonel, que esta tarde se despediu dos colegas para rumar ao Dínamo de Zagreb. "É um central de mão cheia", resumiu.

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