Sporting
Faltaram meios a Paulo Bento para fazer melhor
O presidente cessante do Sporting, Felipe Soares Franco, disse esta quinta-feira ter a certeza de que faltaram a Paulo Bento meios para poder fazer melhor trabalho do que aquele que conseguiu como treinador do clube.
Felipe Soares Franco falava no final de um almoço a convite do presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, na véspera de terminar o seu mandato à frente do clube de Alvalade.
"Tenho a certeza absoluta de que o Paulo Bento durante o tempo que esteve no Sporting não teve os meios para poder fazer melhor do que fez", afirmou, acentuando que o técnico efectuou "um excelente trabalho" no clube.
"Se tivesse feito melhor é porque tinha tido um factor que é muito importante na vida para se ter sucesso, chamado sorte, e ele não a teve. Aqui há dois anos, quando ficámos a um ponto do FC Porto, podíamos ter sido campeões. A sorte com ele foi madrasta. E ele merecia ter sido campeão", referiu.
"Dentro das circunstâncias actuais é indiscutivelmente o treinador que eu apoio", acrescentou.
Soares Franco revelou ainda que o último acto enquanto presidente foi concluir que não se sentia em condições para renovar com o avançado brasileiro Liedson.
"Penso que Liedson vai renovar, mas é uma responsabilidade que não quis assumir. Uma pessoa que está a cinco dias de fechar um mandato não deve deixar um ónus ao seu sucessor", concluiu.
c/ Lusa
"Tenho a certeza absoluta de que o Paulo Bento durante o tempo que esteve no Sporting não teve os meios para poder fazer melhor do que fez", afirmou, acentuando que o técnico efectuou "um excelente trabalho" no clube.
"Se tivesse feito melhor é porque tinha tido um factor que é muito importante na vida para se ter sucesso, chamado sorte, e ele não a teve. Aqui há dois anos, quando ficámos a um ponto do FC Porto, podíamos ter sido campeões. A sorte com ele foi madrasta. E ele merecia ter sido campeão", referiu.
"Dentro das circunstâncias actuais é indiscutivelmente o treinador que eu apoio", acrescentou.
Soares Franco revelou ainda que o último acto enquanto presidente foi concluir que não se sentia em condições para renovar com o avançado brasileiro Liedson.
"Penso que Liedson vai renovar, mas é uma responsabilidade que não quis assumir. Uma pessoa que está a cinco dias de fechar um mandato não deve deixar um ónus ao seu sucessor", concluiu.
c/ Lusa