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Liga dos Campeões
Liga dos Campeões. Sporting arruína passagem, Real e campeão PSG vergam City e Chelsea
O Sporting comprometeu a passagem aos quartos de final da Liga dos Campeões de futebol, ao perder fora com o Bodo/Glimt (3-0), enquanto Real Madrid e o campeão Paris Saint-Germain triunfaram folgadamente na primeira mão dos 'oitavos'.
No Círculo Polar Ártico, sob elevada humidade, mas sem temperaturas negativas, os bicampeões portugueses não souberam lidar com o relvado sintético e a força coletiva norueguesa, tendo os golos de Sondre Fet (32 minutos), de penálti, Ole Didrik Blomberg (45+1) e do dinamarquês Kasper Hogh (71) redundado na derrota mais expressiva da temporada ‘leonina’.
Os nórdicos, semifinalistas da Liga Europa em 2024/25, estão a participar pela primeira vez na ‘Champions’ e dilataram para cinco a série de vitórias europeias, todas alcançadas em 2026 e que incluem duas sobre o vice-campeão continental Inter Milão no play-off, disputado entre a fase de liga e os 'oitavos'.
O Sporting voltou a perder na Noruega 27 anos depois - de novo por 3-0 - e só inverteu tal diferença numa eliminatória continental em 1963/64, quando afastou o Manchester United nos ‘quartos’ da extinta Taça das Taças (1-4 em Inglaterra e 5-0 em Portugal) rumo ao único troféu internacional da sua história.
Único representante luso ainda em ação na Liga dos Campeões, o Sporting arrisca-se a repetir o desfecho de 2008/09 e 2021/22 nos ‘oitavos’ e está longe dos ‘quartos’ da principal competição de clubes da UEFA, cuja única presença aconteceu em 1982/83, então na Taça dos Campeões Europeus.
Se avançarem, os ‘leões’ vão encontrar os alemães do Bayer Leverkusen ou os ingleses do Arsenal, que empataram 1-1 no primeiro embate do dia.
Kai Havertz saiu do banco de suplentes para marcar à ex-equipa e evitar a derrota britânica (89 minutos), na transformação de um penálti, já depois de o capitão Robert Andrich ter adiantado os germânicos no reatamento (46).
Líder isolado da Premier League, o Arsenal vinha de oito vitórias em outras tantas jornadas na fase de liga da ‘Champions’, que terminou na frente, e não ganhou pela primeira vez ao nono embate na atual edição da prova.
Em posição favorável está o Real Madrid, recordista de conquistas (15) e responsável pelo afastamento do Benfica no play-off, pois os espanhóis dominaram em casa os ingleses do Manchester City (3-0), detentores de um troféu, apesar de várias ausências por lesão, incluindo do avançado francês Kylian Mbappé, melhor marcador da competição, com 13 golos.
O capitão uruguaio Federico Valverde fez um inédito ‘hat-trick’ na carreira (20, 27 e 42 minutos) e ditou diferenças, que poderiam ter sido mais elevadas, caso o brasileiro Vinícius Júnior não tivesse desperdiçado um penálti, ao rematar para defesa do italiano Gianluigi Donnarumma (58).
Adversário do Real pela sétima vez, e quinta seguida, em fases a eliminar da Liga dos Campeões, o City utilizou os portugueses Rúben Dias e Bernardo Silva de início e deixou o também luso Matheus Nunes no banco de suplentes.
Já Vitinha contribuiu para o êxito dos franceses do Paris Saint-Germain na receção aos ingleses do Chelsea (5-2) e ajudou a inverter o desfecho da final do Mundial de clubes, única prova que havia escapado ao pleno de conquistas dos campeões europeus e intercontinentais em 2025.
O gaulês Malo Gusto (28 minutos) e o argentino Enzo Fernández (57), ex-médio do Benfica, ainda responderam aos golos de Bradley Barcola (10), assistido pelo luso João Neves, e de Ousmane Dembélé (40), detentor da Bola de Ouro e do prémio The Best da FIFA, mas os londrinos, duas vezes vencedores da Liga dos Campeões, quebraram na reta final do encontro.
Vitinha (74 minutos) e o suplente georgiano Khvicha Kvaratskhelia (86 e 90+4) fixaram o triunfo do Paris Saint-Germain, pelo qual Nuno Mendes e João Neves, de regresso após lesão, também jogaram a tempo inteiro, a exemplo de Pedro Neto, autor do passe para o segundo tento do Chelsea.
País com mais clubes e coeficiente nas competições da UEFA, Inglaterra terminou a primeira mão dos ‘oitavos’ com um registo inusitado de quatro derrotas e dois empates.
Os nórdicos, semifinalistas da Liga Europa em 2024/25, estão a participar pela primeira vez na ‘Champions’ e dilataram para cinco a série de vitórias europeias, todas alcançadas em 2026 e que incluem duas sobre o vice-campeão continental Inter Milão no play-off, disputado entre a fase de liga e os 'oitavos'.
O Bodo/Glimt continua vitorioso sobre equipas portuguesas nas provas da UEFA, após os triunfos na época passada na receção ao FC Porto (3-2) e na visita ao Sporting de Braga (2-1) para a fase de liga da Liga Europa, e tem três golos de vantagem para gerir na visita a Lisboa, em 17 de março.
Único representante luso ainda em ação na Liga dos Campeões, o Sporting arrisca-se a repetir o desfecho de 2008/09 e 2021/22 nos ‘oitavos’ e está longe dos ‘quartos’ da principal competição de clubes da UEFA, cuja única presença aconteceu em 1982/83, então na Taça dos Campeões Europeus.
Se avançarem, os ‘leões’ vão encontrar os alemães do Bayer Leverkusen ou os ingleses do Arsenal, que empataram 1-1 no primeiro embate do dia.
Kai Havertz saiu do banco de suplentes para marcar à ex-equipa e evitar a derrota britânica (89 minutos), na transformação de um penálti, já depois de o capitão Robert Andrich ter adiantado os germânicos no reatamento (46).
Líder isolado da Premier League, o Arsenal vinha de oito vitórias em outras tantas jornadas na fase de liga da ‘Champions’, que terminou na frente, e não ganhou pela primeira vez ao nono embate na atual edição da prova.
Em posição favorável está o Real Madrid, recordista de conquistas (15) e responsável pelo afastamento do Benfica no play-off, pois os espanhóis dominaram em casa os ingleses do Manchester City (3-0), detentores de um troféu, apesar de várias ausências por lesão, incluindo do avançado francês Kylian Mbappé, melhor marcador da competição, com 13 golos.
O capitão uruguaio Federico Valverde fez um inédito ‘hat-trick’ na carreira (20, 27 e 42 minutos) e ditou diferenças, que poderiam ter sido mais elevadas, caso o brasileiro Vinícius Júnior não tivesse desperdiçado um penálti, ao rematar para defesa do italiano Gianluigi Donnarumma (58).
Adversário do Real pela sétima vez, e quinta seguida, em fases a eliminar da Liga dos Campeões, o City utilizou os portugueses Rúben Dias e Bernardo Silva de início e deixou o também luso Matheus Nunes no banco de suplentes.
Já Vitinha contribuiu para o êxito dos franceses do Paris Saint-Germain na receção aos ingleses do Chelsea (5-2) e ajudou a inverter o desfecho da final do Mundial de clubes, única prova que havia escapado ao pleno de conquistas dos campeões europeus e intercontinentais em 2025.
O gaulês Malo Gusto (28 minutos) e o argentino Enzo Fernández (57), ex-médio do Benfica, ainda responderam aos golos de Bradley Barcola (10), assistido pelo luso João Neves, e de Ousmane Dembélé (40), detentor da Bola de Ouro e do prémio The Best da FIFA, mas os londrinos, duas vezes vencedores da Liga dos Campeões, quebraram na reta final do encontro.
Vitinha (74 minutos) e o suplente georgiano Khvicha Kvaratskhelia (86 e 90+4) fixaram o triunfo do Paris Saint-Germain, pelo qual Nuno Mendes e João Neves, de regresso após lesão, também jogaram a tempo inteiro, a exemplo de Pedro Neto, autor do passe para o segundo tento do Chelsea.
País com mais clubes e coeficiente nas competições da UEFA, Inglaterra terminou a primeira mão dos ‘oitavos’ com um registo inusitado de quatro derrotas e dois empates.