Sporting
Liga Europa
Sá Pinto: "Sou um treinador orgulhoso da equipa que tenho"
"Detalhes" e os "golos marcados" é que decidem os jogos, segundo o treinador leonino, que enaltece o trajeto da equipa na Liga Europa, e para quem a justiça podia ter caído para o lado do Sporting
Sá Pinto, no final da partida desta quinta-feira, no San Mamés, em Bilbau, para a Luiga Europa, manifestou a sua "tristeza por não chegarmos à final, que era o que queriamos"
O "futebol decide-se por vitórias, por golos marcados", prosseguiu o treinador leonino, que enaltece o "trajeto na Liga Europa" da equipa, "um motivo de orgulho".
"Temos uma grande equipa. Sou um treinador orgulhoso da equipa que tenho, com um trajeto extraordinário", que, lembra, ninguém esperava, ultrapassando "diversas adversidades".
Para Sá Pinto, no futebol e na eliminatória, os "detalhes decidem, (...) nos golos que fazem a diferença, em Alvalade não merecíamos ter sofrido golos".
"A justiça podia ter caido para o nosso lado", acrescentou, lamentando o golo tardio, e não ter ido a prolongamento.
"Sabíamos que o árbitro não ia apitar, mas deixar andar. Houve situações
de agressividade, mas é mesmo assim, estes jogos são para se jogar cada
um com as suas armas", explicou ainda.
"Fomos e somos respeitados. É um orgulho treinar esta equipa e ter feito
este percurso. Honrámos e elevámos o emblema do Sporting e Portugal alto".
O treinador dos leões deixou "um enorme abraço" aos adeptos, pela fidalidade e o apoio, lamentando não ter chegado "onde todos queríamos, que era a final".
O "futebol decide-se por vitórias, por golos marcados", prosseguiu o treinador leonino, que enaltece o "trajeto na Liga Europa" da equipa, "um motivo de orgulho".
"Temos uma grande equipa. Sou um treinador orgulhoso da equipa que tenho, com um trajeto extraordinário", que, lembra, ninguém esperava, ultrapassando "diversas adversidades".
Para Sá Pinto, no futebol e na eliminatória, os "detalhes decidem, (...) nos golos que fazem a diferença, em Alvalade não merecíamos ter sofrido golos".
"A justiça podia ter caido para o nosso lado", acrescentou, lamentando o golo tardio, e não ter ido a prolongamento.
"Sabíamos que o árbitro não ia apitar, mas deixar andar. Houve situações
de agressividade, mas é mesmo assim, estes jogos são para se jogar cada
um com as suas armas", explicou ainda.
"Fomos e somos respeitados. É um orgulho treinar esta equipa e ter feito
este percurso. Honrámos e elevámos o emblema do Sporting e Portugal alto".
O treinador dos leões deixou "um enorme abraço" aos adeptos, pela fidalidade e o apoio, lamentando não ter chegado "onde todos queríamos, que era a final".