A Guerra no Irão está a provocar um efeito dominó na economia global.
O fecho do estreito de Ormuz, corredor estratégico responsável por 20% da produção mundial de petróleo, levou à escalada do preço dos combustíveis no continente.
Nos Açores os efeitos chegam com o acerto mensal, o que já levou o Governo Regional a anunciar uma descida do ISP, em abril.
Apesar do anúncio da Administração Trump de suspender por cinco dias os ataques no Médio Oriente, o clima de incerteza mantém-se.
O Banco Central Europeu admite uma escalada da inflação e revê em baixa o crescimento económico para os próximos dois anos.
A crise provocada pelo conflito é extensível aos bens alimentares, à fatura da energia e a médio prazo às taxas de juro.
Que Impacto tem este conflito na vida das famílias e das empresas açorianas?
Que medidas devem ser tomadas para atenuar os efeitos?
Até onde vai a autonomia energética com base nas renováveis?
Questões em análise no Grande Debate com a jornalista Marta Silva e os convidados:
▪ Bruno Belo, Diretor Regional Empreendedorismo e Competitividade
▪ Sónia Borges de Sousa, Presidente Associação de Revendedores de Combustíveis dos Açores
▪ João Teixeira, Especialista em Finanças
▪ Romão Braz, Presidente Executivo Grupo Finançor
▪ Natália Nunes, Coordenadora Gabinete Financeiro DECO