A atividade piscatória, na Região, atravessa um dos momentos mais difíceis - da captura à transformação, há um acumular de preocupações que levam profissionais, associações e industriais a duvidar da sua sustentabilidade.
O início do ano trouxe a entrada em vigor das Áreas Marinhas Protegidas mas os pescadores desconhecem ainda as compensações financeiras.
Entretanto, o aumento dos combustíveis, a subida das taxas de assistência em escala e das taxas de lota agravam os custos de operação - há expectativas depositadas nos Planos de Restruturação das Pescas e da Lotaçor.
Num arquipélago onde a fileira da pesca é responsável por sete mil postos de trabalho e contribui para 7% do PIB Regional, o Grande Debate pergunta:
-Que contrapartidas terão os pescadores pela criação das áreas marinhas protegidas? Quais os desafios que enfrenta o setor? A fileira tem condições para ser competitiva?
Com a jornalista Marta Silva e os convidados:
▪ Jorge Gonçalves, Presidente Federação das Pescas
▪ Mário Rui Pinho, Secretário Regional do Mar e das Pescas
▪ Rogério Veiros, Representante Pão do Mar - Associação de Industriais de Conservas
▪ Pedro Melo, Presidente Associação de Comerciantes de Pescado
▪ Miguel Machete, Coordenador do Programa de Observação para as Pescas dos Açores.