Com os 16 avos deste mundial a revelar algumas surpresas, ainda estão em jogo muitas equipas que querem assegurar a permanência neste campeonato. É o caso do jogo desta madrugada, entre os Estados Unidos e a Bósnia-Herzegovina, que se defrontam depois de uma fase de grupos em que a equipa norte-americana confirmou o estatuto de uma das equipas mais consistentes da competição. A formação orientada por Mauricio Pochettino venceu o Grupo D e procura agora aproveitar o fator casa para continuar a sua caminhada rumo aos oitavos de final.
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Mundial 2026. Estados Unidos da América - Bósnia e Herzegovina
RTP
O percurso dos norte-americanos foi marcado por duas vitórias convincentes frente ao Paraguai (4-1) e à Austrália (2-0), resultados que garantiram desde cedo o apuramento.
Apesar de uma derrota na última jornada diante da Turquia, os Estados Unidos terminaram no primeiro lugar do grupo, demonstrando qualidade ofensiva e equilíbrio coletivo, com Christian Pulisic a assumir-se como uma das principais figuras da equipa.
Do outro lado estará uma Bósnia-Herzegovina que continua a escrever uma página histórica no futebol do país. Os bósnios qualificaram-se como um dos melhores terceiros classificados, depois de empatarem com o Canadá, perderem frente à Suíça e vencerem o Catar na derradeira jornada.
A equipa liderada pelo veterano Edin Džeko alcançou assim a primeira presença numa fase a eliminar de um grande torneio internacional, chegando a este encontro sem a pressão do favoritismo, mas com a ambição de surpreender.
O encontro desta madrugada, em Portugal, disputa-se no San Francisco Bay Area Stadium, em Santa Clara, na região da Baía de São Francisco, nos Estados Unidos, gerida pelo brasileiro Raphael Claus, auxiliado pelos compatriotas Danilo Manis e Rodrigo Figueiredo.