FC Porto
"Faltou-nos concretizar"
Vítor Pereira, depois do empate 0-0 com o Zenit, em jogo da sexta e última jornada do Grupo G da Liga dos Campeões de futebol, mencionou a falta de sorte dos «Dragões» para o 'desaire? desta noite.
Vítor Pereira disse no final do encontro que houve falta de sorte: "Hoje faltou-nos concretizar,
tivemos diversas oportunidades de golo, faltou-nos isso, porque de resto
tivemos caráter, qualidade, quisemos ganhar, provámos que queríamos ganhar.
E encontrámos uma equipa que, ao contrário do que se disse na conferência
de imprensa, não veio cá para levar o empate, para defender o resultado.
Não me lembro de nos criarem qualquer dificuldade, a não ser numa fase em
que nos desequilibrámos. Jogámos com uma equipa que se fechou muito, não
quis arriscar nada, que fez o seu jogo.
Jogámos 45 minutos com o Kléber e não conseguimos chegar ao golo. Com
o Kléber, sem o Kléber, fizemos duas partes sem conseguirmos concretizar.
O afastamento deixa-nos tristes, e tudo fizemos para passar. Não foi
possível, agora há que encarar a Liga Europa como um objetivo importante.
Vamos trabalhar para fazer o melhor possível na Liga Europa e defender o
título da época passada.
Isso dos favoritismos... à partida também éramos favoritos neste grupo
e ninguém dava nada pelo APOEL e eles provaram em campo que eram favoritos.
Agora temos de provar o nosso favoritismo e qualidade e fazer de cada desafio
na Liga Europa uma oportunidade para provar o nosso valor, dignificar
o clube e seguir em frente.
Tudo fizemos no sentido de chegar à vitória, mantendo o equilíbrio,
porque é importante frente a uma equipa como o Zenit não perder o equilíbrio
defensivo. Tivemos mais do que oportunidades suficientes para garantir a
vitória e carimbar a passagem para o primeiro lugar do grupo.
Não me quero justificar na arbitragem, mas claramente era um segundo
amarelo para Fayzulin, uma expulsão que nos beneficiaria, porque seria
mais difícil ao Zenit contrariar-nos com menos um jogador. O Defour está
com uma lesão e o jogador infrator continuou em campo. Esta é uma decisão,
de facto, que condicionou o jogo".
tivemos diversas oportunidades de golo, faltou-nos isso, porque de resto
tivemos caráter, qualidade, quisemos ganhar, provámos que queríamos ganhar.
E encontrámos uma equipa que, ao contrário do que se disse na conferência
de imprensa, não veio cá para levar o empate, para defender o resultado.
Não me lembro de nos criarem qualquer dificuldade, a não ser numa fase em
que nos desequilibrámos. Jogámos com uma equipa que se fechou muito, não
quis arriscar nada, que fez o seu jogo.
Jogámos 45 minutos com o Kléber e não conseguimos chegar ao golo. Com
o Kléber, sem o Kléber, fizemos duas partes sem conseguirmos concretizar.
O afastamento deixa-nos tristes, e tudo fizemos para passar. Não foi
possível, agora há que encarar a Liga Europa como um objetivo importante.
Vamos trabalhar para fazer o melhor possível na Liga Europa e defender o
título da época passada.
Isso dos favoritismos... à partida também éramos favoritos neste grupo
e ninguém dava nada pelo APOEL e eles provaram em campo que eram favoritos.
Agora temos de provar o nosso favoritismo e qualidade e fazer de cada desafio
na Liga Europa uma oportunidade para provar o nosso valor, dignificar
o clube e seguir em frente.
Tudo fizemos no sentido de chegar à vitória, mantendo o equilíbrio,
porque é importante frente a uma equipa como o Zenit não perder o equilíbrio
defensivo. Tivemos mais do que oportunidades suficientes para garantir a
vitória e carimbar a passagem para o primeiro lugar do grupo.
Não me quero justificar na arbitragem, mas claramente era um segundo
amarelo para Fayzulin, uma expulsão que nos beneficiaria, porque seria
mais difícil ao Zenit contrariar-nos com menos um jogador. O Defour está
com uma lesão e o jogador infrator continuou em campo. Esta é uma decisão,
de facto, que condicionou o jogo".