Futebol Nacional
Clubes poderão ter de pagar dívidas dos dirigentes
Boavista, FC Porto e União de Leiria terão de pagar as multas aplicadas a João Loureiro, Pinto da Costa e João Bartolomeu pela Comissão Disciplinar (CD) da Liga Portuguesa de Futebol Profissional se estes não o fizerem.
O artigo 30, número 2, do Regulamento Disciplinar da Liga estipula que "os infractores e os clubes a que pertencem" respondem "solidariamente" pelo pagamento da "pena de multa aplicada, a título principal ou acessório, a dirigentes, médicos, massagistas, funcionários e outros agentes (...)"
João Loureiro, que deixou a presidência do Boavista no final do ano passado, foi o dirigente punido com maior severidade pela CD da Liga no âmbito do "Apito Final", tendo sido suspenso por quatro anos e multado em 25.000 euros por dois processos de coacção a equipas de arbitragem em 2003/04.
Caso as penas sejam confirmadas em recurso e João Loureiro não pague a multa, o Boavista terá de somar esses 25.000 euros à multa de 180.000 euros a que foi condenado pela CD da Liga, que também puniu o clube "axadrezado" com a despromoção, por três processos de coacção sobre árbitros.
Com um passivo de cerca de 100 milhões de euros, incluindo uma dívida ao Fisco superior a cinco milhões de euros, o Boavista tem vivido os últimos meses em dificuldades financeiras, tendo os seus futebolistas chegado a fazer um pré-aviso de greve devido aos salários em atraso.
Na sexta-feira, a CD da Liga anunciou ainda que condenava o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, a dois anos de suspensão e ao pagamento de uma multa de 10.000 euros por tentativa de corrupção de duas equipas de arbitragem.
João Bartolomeu, presidente da União de Leiria, foi condenado a um ano de suspensão e ao pagamento de uma multa de 4.000 euros por tentativa de corrupção de uma equipa de arbitragem.
O FC Porto foi punido com a subtracção de seis pontos e uma multa de 150.000 euros por duas tentativas de corrupção da equipa de arbitragem e a União de Leiria à subtracção de três pontos e multa de 40.000 euros por tentativa de corrupção a uma equipa de arbitragem.
Todos acusados de corrupção, os árbitros Augusto Duarte, Jacinto Paixão e Martins dos Santos - estes dois já retirados - foram suspensos por seis, quatro e três anos, respectivamente, e os árbitros assistentes Bernardino Silva, Manuel Quadrado e José Chilrito por dois anos e seis meses cada.
c/Lusa
João Loureiro, que deixou a presidência do Boavista no final do ano passado, foi o dirigente punido com maior severidade pela CD da Liga no âmbito do "Apito Final", tendo sido suspenso por quatro anos e multado em 25.000 euros por dois processos de coacção a equipas de arbitragem em 2003/04.
Caso as penas sejam confirmadas em recurso e João Loureiro não pague a multa, o Boavista terá de somar esses 25.000 euros à multa de 180.000 euros a que foi condenado pela CD da Liga, que também puniu o clube "axadrezado" com a despromoção, por três processos de coacção sobre árbitros.
Com um passivo de cerca de 100 milhões de euros, incluindo uma dívida ao Fisco superior a cinco milhões de euros, o Boavista tem vivido os últimos meses em dificuldades financeiras, tendo os seus futebolistas chegado a fazer um pré-aviso de greve devido aos salários em atraso.
Na sexta-feira, a CD da Liga anunciou ainda que condenava o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, a dois anos de suspensão e ao pagamento de uma multa de 10.000 euros por tentativa de corrupção de duas equipas de arbitragem.
João Bartolomeu, presidente da União de Leiria, foi condenado a um ano de suspensão e ao pagamento de uma multa de 4.000 euros por tentativa de corrupção de uma equipa de arbitragem.
O FC Porto foi punido com a subtracção de seis pontos e uma multa de 150.000 euros por duas tentativas de corrupção da equipa de arbitragem e a União de Leiria à subtracção de três pontos e multa de 40.000 euros por tentativa de corrupção a uma equipa de arbitragem.
Todos acusados de corrupção, os árbitros Augusto Duarte, Jacinto Paixão e Martins dos Santos - estes dois já retirados - foram suspensos por seis, quatro e três anos, respectivamente, e os árbitros assistentes Bernardino Silva, Manuel Quadrado e José Chilrito por dois anos e seis meses cada.
c/Lusa