Futebol Nacional
Guilherme Aguiar "surpreendido" com parecer "fantasioso" de Freitas do Amaral
O ex-director-executivo da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) e assessor jurídico do FC Porto, José Guilherme Aguiar, manifestou-se esta sexta-feira "surpreendido" com o parecer de Freitas do Amaral, que rotulou de "fantasioso".
José Guilherme Aguiar, embora "desconheça o conteúdo do parecer", considerou que a argumentação de Freitas do Amaral deve ser muito "fantasiosa", pelo facto de "dar como validada uma reunião contra a posição do presidente".
"Não conheço a construção do parecer, mas, a partir de agora, a figura do presidente será meramente de corpo presente para gerir, porque qualquer pessoa a seu belo prazer poderá continuar as reuniões", referiu.
Ainda de acordo com José Guilherme Aguiar, jurista e vereador da Câmara
Municipal de Vila Nova de Gaia, "o parecer vem dar legitimidade a um grupo de conselheiros que decidiu reunir" contra o presidente.
"Não gostaria de ser presidente de nenhum órgão", referiu Guilherme
Aguiar, considerando que quem desempenha essas funções passa a ser "um mero coordenador" e "esta situação é válida para federações, associações, câmaras ou qualquer outra estrutura".
José Guilherme Aguiar manifestou-se "surpreendido" com o parecer de
Freitas do Amaral e classificou-o de "regresso ao período revolucionário".
"Estamos sempre a descobrir novos rumos e os livros que lemos devem
estar sempre a ser mudados", adiantou.
O jurista considera que o parecer divulgado hoje, que confere legitimidade
às ratificações dos castigos aplicados ao Boavista e ao presidente do FC
Porto, Pinto da Costa, "vale o que vale", mas de certeza que vai gerar muita polémica".
"Não conheço a construção do parecer, mas, a partir de agora, a figura do presidente será meramente de corpo presente para gerir, porque qualquer pessoa a seu belo prazer poderá continuar as reuniões", referiu.
Ainda de acordo com José Guilherme Aguiar, jurista e vereador da Câmara
Municipal de Vila Nova de Gaia, "o parecer vem dar legitimidade a um grupo de conselheiros que decidiu reunir" contra o presidente.
"Não gostaria de ser presidente de nenhum órgão", referiu Guilherme
Aguiar, considerando que quem desempenha essas funções passa a ser "um mero coordenador" e "esta situação é válida para federações, associações, câmaras ou qualquer outra estrutura".
José Guilherme Aguiar manifestou-se "surpreendido" com o parecer de
Freitas do Amaral e classificou-o de "regresso ao período revolucionário".
"Estamos sempre a descobrir novos rumos e os livros que lemos devem
estar sempre a ser mudados", adiantou.
O jurista considera que o parecer divulgado hoje, que confere legitimidade
às ratificações dos castigos aplicados ao Boavista e ao presidente do FC
Porto, Pinto da Costa, "vale o que vale", mas de certeza que vai gerar muita polémica".