Mundial 2026
Trump confirma que pediu à FIFA para rever o cartão vermelho de Balogun
O presidente dos Estados Unidos considera que a falta foi "injusta" e criticou o árbitro que deu o cartão vermelho a Folarin Balogun, afirmando que é "questionável".
O presidente dos Estados Unidos confirmou que pediu ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, para rever o castigo aplicado ao avançado norte-americano Folarin Balogun, considerando que a falta assinalada pelo árbitro foi "horrível".
"Tudo o que fiz foi pedir uma revisão, porque não achei que fosse falta", justificou Trump aos jornalistas no Salão Oval, na Casa Branca, esta segunda-feira.
O presidente norte-americano considera que as regras do cartão vermelho foram "injustas" e criticou a atuação do árbitro do jogo entre os Estados Unidos e a Bósnia e Herzegovina, descrevendo-a como "muito questionável".
Folarin Balogun foi suspenso depois de ter recebido um cartão vermelho direto no jogo dos EUA contra a Bósnia e Herzegovina, na passada quarta-feira. No entanto, no domingo, a FIFA anunciou a suspensão do castigo, invocando o Artigo 27 do código disciplinar.
"De acordo com o artigo 27 do Código Disciplinar da FIFA, a suspensão do jogo fica suspensa por um período probatório de um ano", afirmou a FIFA em comunicado.
O anúncio da FIFA foi feito depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, ter falado pessoalmente com o presidente da federação, Gianni Infantino, a pressionar para a suspensão do castigo do jogador norte-americano. Com esta decisão, Balogun - o melhor marcador dos EUA neste Mundial - fica livre para jogar o jogo dos oitavos de final contra a Bélgica, às 01h00 desta terça-feira.
"De acordo com o artigo 27 do Código Disciplinar da FIFA, a suspensão do jogo fica suspensa por um período probatório de um ano", afirmou a FIFA em comunicado.
O anúncio da FIFA foi feito depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, ter falado pessoalmente com o presidente da federação, Gianni Infantino, a pressionar para a suspensão do castigo do jogador norte-americano. Com esta decisão, Balogun - o melhor marcador dos EUA neste Mundial - fica livre para jogar o jogo dos oitavos de final contra a Bélgica, às 01h00 desta terça-feira.
A decisão da FIFA e a interferência de Trump está a gerar uma onda de críticas. A UEFA acusou a FIFA de ter cruzado "uma linha vermelha" e classificou a decisão como "inédita, incompreensível e injustificável".
A Real Associação Belga de Futebol (RBFA) disse que ainda não recebeu qualquer decisão ou explicação da FIFA sobre a elegibilidade de Balogun. "Portanto, não temos outra alternativa senão contestar a elegibilidade do jogador para o próximo jogo", disse a RBFA.
Com a decisão da FIFA, Balogun ficou em período probatório de um ano, o que significa que o cartão vermelho tecnicamente ainda constará no seu registo. Se, durante este ano, Balogun cometer o que o código define como "outra infração de natureza e gravidade semelhantes", o atacante cumprirá então a suspensão de um jogo.