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Djokovic marca encontro com Sinner nas meias-finais de Wimbledon
O sérvio Novak Djokovic saiu vencedor do mais longo duelo dos quartos de final da história de Wimbledon e marcou encontro com o líder do ranking mundial, o italiano Jannik Sinner, na sua oitava meia-final seguida.
Aos 39 anos e no 120.º encontro no All England Club, uma nova marca histórica na sua longa carreira, o recordista de títulos do Grand Slam, com 24, esteve no court central cinco horas e 15 minutos, mas conseguiu levar de vencido o mais jovem canadiano Felix Auger-Aliassime (quarto do mundo), por 7-6 (12-10), 3-6, 6-3, 6-7 (4-7) e 7-6 (10-4).
“[Qualifiquei-me] Com uma raquete e muito coração. Com muita gestão dos nervos e da tensão que há nestes encontros. Perto do fim podia cair para qualquer um. [...] É por momentos como este que ainda jogo ténis. Esperava que fosse na final, porque não tinha de me preocupar com a recuperação. Estou feliz”, disse ainda em campo um esgotado Djokovic, atual oitavo do ranking, depois do seu 50.º encontro a cinco sets em Wimbledon.
Depois de ter feito “um dos melhores encontros no court central” do ‘major’ londrino, o sérvio tem na mira o recorde de títulos de Wimbledon, que pertence ao suíço Roger Federer, que venceu por oito vezes na catedral da relva.
Aparentemente recuperado dos problemas físicos, causados pelo calor, que levaram à derrota na segunda ronda em Roland Garros, Jannik Sinner garantiu a terceira meia-final em Wimbledon nos últimos quatro anos, depois de afastar o alemão Jan-Lennard Struff (74.º), por 7-5, 7-6 (7-4) e 6-3.
“Estava calor, mas não abafado. Na Austrália é mais difícil de suportar, porque o piso duro reflete o calor. Senti-me muito confortável hoje”, assegurou o duas vezes campeão do Open da Austrália e que tem ainda um título em Wimbledon e um no Open dos Estados Unidos.
Sinner juntou-se a um lote restrito de tenistas que chegaram à dezena de meias-finais em ‘majors’ antes dos 25 anos, na qual estão o suíço Roger Federer, o espanhol Rafael Nadal, o sérvio Novak Djokovic e o espanhol Carlos Alcaraz, que tem sido o seu arquirrival nos últimos anos.
Num encontro interrompido às 23:00 de segunda-feira, hora a que os encontros têm de terminar em Wimbledon, o alemão Alexander Zverev (terceiro) qualificou-se para os quartos de final, depois de afastar o checo Jiri Lehecka (14.º), por 6-4, 7-5, 3-6 e 7-6 (8-6), e vai defrontar agora o norte-americano Taylor Fritz (sétimo do ranking).
Para o recente campeão de Roland Garros, esta será a estreia nos quartos de final em Wimbledon, apesar de ter apanhado um pequeno susto no recomeço do encontro, quando viu Lehecka vencer três jogos de serviço seguidos para fechar o terceiro parcial, em apenas oito minutos.
O germânico, que tinha dito ter alergia à relva antes do arranque do único ‘major’ que se disputa nessa superfície, é o único tenista masculino a chegar aos quartos de final nos três primeiros Grand Slam da temporada, depois das meias-finais no Open da Austrália e do título em Roland Garros.
A norte-americana Coco Gauff e a checa Karolina Muchova vão estrear-se em meias-finais em Wimbledon, no único torneio em que não tinham ainda atingido esta fase, depois de afastarem a norte-americana Jessica Pegula e a japonesa Naomi Osaka, respetivamente.
Campeã do Open dos Estados Unidos em 2023 e de Roland Garros em 2025, Gauff (sétima) superiorizou-se à sua compatriota Pegula (quarta), por 4-6, 6-3 e 6-3, e tornou-se a primeira tenista a chegar às meias-finais após quatro encontros consecutivos em três sets, desde a japonesa Kimiko Date em 1996.
“Tenho ido a três sets em quase todos os encontros. Sinto que quando tens essa fé em ti como competidora, quando os jogos são mais longos, sabes que quando se perde um set não entras em pânico”, disse Gauff.
No século XXI, Gauff é apenas a sexta tenista a chegar às meias-finais dos quatro Grand Slams antes dos 23 anos, juntando-se às compatriotas Venus Williams e Serena Williams, às belgas Kim Clijsters e Justine Henin e à russa Maria Sharapova.
Pela frente vai encontrar Karolina Muchova (nona), finalista de Roland Garros em 2023, que venceu Naomi Osaka (14), por 7-6 (7-4) e 6-4, tornando a República Checa como o país mais representado nas meias-finais de Wimbledon desde 2000, com mais uma do que os Estados Unidos.
“[Qualifiquei-me] Com uma raquete e muito coração. Com muita gestão dos nervos e da tensão que há nestes encontros. Perto do fim podia cair para qualquer um. [...] É por momentos como este que ainda jogo ténis. Esperava que fosse na final, porque não tinha de me preocupar com a recuperação. Estou feliz”, disse ainda em campo um esgotado Djokovic, atual oitavo do ranking, depois do seu 50.º encontro a cinco sets em Wimbledon.
Depois de ter feito “um dos melhores encontros no court central” do ‘major’ londrino, o sérvio tem na mira o recorde de títulos de Wimbledon, que pertence ao suíço Roger Federer, que venceu por oito vezes na catedral da relva.
Aparentemente recuperado dos problemas físicos, causados pelo calor, que levaram à derrota na segunda ronda em Roland Garros, Jannik Sinner garantiu a terceira meia-final em Wimbledon nos últimos quatro anos, depois de afastar o alemão Jan-Lennard Struff (74.º), por 7-5, 7-6 (7-4) e 6-3.
“Estava calor, mas não abafado. Na Austrália é mais difícil de suportar, porque o piso duro reflete o calor. Senti-me muito confortável hoje”, assegurou o duas vezes campeão do Open da Austrália e que tem ainda um título em Wimbledon e um no Open dos Estados Unidos.
Sinner juntou-se a um lote restrito de tenistas que chegaram à dezena de meias-finais em ‘majors’ antes dos 25 anos, na qual estão o suíço Roger Federer, o espanhol Rafael Nadal, o sérvio Novak Djokovic e o espanhol Carlos Alcaraz, que tem sido o seu arquirrival nos últimos anos.
Num encontro interrompido às 23:00 de segunda-feira, hora a que os encontros têm de terminar em Wimbledon, o alemão Alexander Zverev (terceiro) qualificou-se para os quartos de final, depois de afastar o checo Jiri Lehecka (14.º), por 6-4, 7-5, 3-6 e 7-6 (8-6), e vai defrontar agora o norte-americano Taylor Fritz (sétimo do ranking).
Para o recente campeão de Roland Garros, esta será a estreia nos quartos de final em Wimbledon, apesar de ter apanhado um pequeno susto no recomeço do encontro, quando viu Lehecka vencer três jogos de serviço seguidos para fechar o terceiro parcial, em apenas oito minutos.
O germânico, que tinha dito ter alergia à relva antes do arranque do único ‘major’ que se disputa nessa superfície, é o único tenista masculino a chegar aos quartos de final nos três primeiros Grand Slam da temporada, depois das meias-finais no Open da Austrália e do título em Roland Garros.
A norte-americana Coco Gauff e a checa Karolina Muchova vão estrear-se em meias-finais em Wimbledon, no único torneio em que não tinham ainda atingido esta fase, depois de afastarem a norte-americana Jessica Pegula e a japonesa Naomi Osaka, respetivamente.
Campeã do Open dos Estados Unidos em 2023 e de Roland Garros em 2025, Gauff (sétima) superiorizou-se à sua compatriota Pegula (quarta), por 4-6, 6-3 e 6-3, e tornou-se a primeira tenista a chegar às meias-finais após quatro encontros consecutivos em três sets, desde a japonesa Kimiko Date em 1996.
“Tenho ido a três sets em quase todos os encontros. Sinto que quando tens essa fé em ti como competidora, quando os jogos são mais longos, sabes que quando se perde um set não entras em pânico”, disse Gauff.
No século XXI, Gauff é apenas a sexta tenista a chegar às meias-finais dos quatro Grand Slams antes dos 23 anos, juntando-se às compatriotas Venus Williams e Serena Williams, às belgas Kim Clijsters e Justine Henin e à russa Maria Sharapova.
Pela frente vai encontrar Karolina Muchova (nona), finalista de Roland Garros em 2023, que venceu Naomi Osaka (14), por 7-6 (7-4) e 6-4, tornando a República Checa como o país mais representado nas meias-finais de Wimbledon desde 2000, com mais uma do que os Estados Unidos.
(Com Lusa)