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Líder da Federação de Ciclismo diz que a Volta “terá de continuar” após morte de Tarling
O presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC), Cândido Barbosa, afirmou hoje que a 87.ª Volta a Portugal em bicicleta vai “ter de continuar”, após o corredor britânico Finlay Tarling, de 19 anos, morrer num acidente na oitava etapa.
Em declarações aos jornalistas, após a chegada do pelotão compacto a Fafe, numa etapa que começou em Melgaço e que foi neutralizada assim que se confirmou a morte do corredor da NSN Development Team, o ex-ciclista e responsável federativo assumiu que a caravana da Volta foi apanhada por “uma tragédia” com a qual “ninguém estava a contar”.
“Lamentavelmente, aconteceu. Não tenho muito mais a acrescentar, a não ser dizer-vos que a corrida terá de continuar. Peço força a todos os atletas para terminarem os últimos dois dias da Volta a Portugal e a todas as suas famílias. É difícil ver cá os seus filhos a competir”, disse, projetando o resto da competição que se prolonga até domingo, com final no Porto.
Cândido Barbosa assumiu que a tragédia de hoje é “o momento mais duro” da sua vida no que respeita à ligação ao ciclismo e endereçou “profundas condolências à família”, à NSN Development Team e “a toda a comunidade do ciclismo”, vincando que a “prioridade máxima” da organização de uma corrida é “a segurança dos atletas”.
Ao lado do presidente da FPC, o diretor da empresa Emesports, parceira da federação na organização da Volta a Portugal, assumiu que um dia que poderia ter sido “feliz”, com muito público a aplaudir os ciclistas, se tornou “um dia dramático”.
“É um dia dramático como organizador, como ex-ciclista, como pai. Não tenho palavras para o que estou a sentir, que é mais do que dor por algo que é um desporto de risco. É muito difícil controlar um jogo num estádio de mais de 1.300 quilómetros, mas tentámos seguir os melhores exemplos”, disse Ezequiel Mosquera.
O responsável pela organização enalteceu o trabalho das forças de segurança envolvidas na Volta a Portugal, no caso a PSP e a GNR, consoante as áreas de jurisdição, realçou que sábado é “outro dia”, dando a entender que a prova vai continuar, e endereçou condolências à família de Finlay Tarling, à NSN Development Team e ao seu diretor, o espanhol Ruben Plaza.
Em representação da Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais, Paulo Couto reconheceu que o pelotão viveu “um dia difícil” no âmbito de “uma profissão de risco”, onde se dão acidentes, no decurso de uma Volta a Portugal que estava “a ser bastante bem aceite pelos corredores”.
“Estavam bastante satisfeitos com a sinalização e a segurança desta Volta a Portugal. Infelizmente, logo acontece neste momento, com a excelência desta organização, em termos de segurança, sinalização e escolha de percursos. E acontece este acidente, que só temos de lamentar”, salientou.
Mal o pelotão cruzou a meta, em Fafe, o vice-presidente da FPC, José Soares, dirigiu “um profundo agradecimento” ao público que aplaudiu os ciclistas no alto da Penha e na meta, em Fafe, pelo reconhecimento que demonstraram para com “o corredor que partiu e todos os que vão continuar”.
“Lamentavelmente, aconteceu. Não tenho muito mais a acrescentar, a não ser dizer-vos que a corrida terá de continuar. Peço força a todos os atletas para terminarem os últimos dois dias da Volta a Portugal e a todas as suas famílias. É difícil ver cá os seus filhos a competir”, disse, projetando o resto da competição que se prolonga até domingo, com final no Porto.
Cândido Barbosa assumiu que a tragédia de hoje é “o momento mais duro” da sua vida no que respeita à ligação ao ciclismo e endereçou “profundas condolências à família”, à NSN Development Team e “a toda a comunidade do ciclismo”, vincando que a “prioridade máxima” da organização de uma corrida é “a segurança dos atletas”.
Ao lado do presidente da FPC, o diretor da empresa Emesports, parceira da federação na organização da Volta a Portugal, assumiu que um dia que poderia ter sido “feliz”, com muito público a aplaudir os ciclistas, se tornou “um dia dramático”.
“É um dia dramático como organizador, como ex-ciclista, como pai. Não tenho palavras para o que estou a sentir, que é mais do que dor por algo que é um desporto de risco. É muito difícil controlar um jogo num estádio de mais de 1.300 quilómetros, mas tentámos seguir os melhores exemplos”, disse Ezequiel Mosquera.
O responsável pela organização enalteceu o trabalho das forças de segurança envolvidas na Volta a Portugal, no caso a PSP e a GNR, consoante as áreas de jurisdição, realçou que sábado é “outro dia”, dando a entender que a prova vai continuar, e endereçou condolências à família de Finlay Tarling, à NSN Development Team e ao seu diretor, o espanhol Ruben Plaza.
Em representação da Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais, Paulo Couto reconheceu que o pelotão viveu “um dia difícil” no âmbito de “uma profissão de risco”, onde se dão acidentes, no decurso de uma Volta a Portugal que estava “a ser bastante bem aceite pelos corredores”.
“Estavam bastante satisfeitos com a sinalização e a segurança desta Volta a Portugal. Infelizmente, logo acontece neste momento, com a excelência desta organização, em termos de segurança, sinalização e escolha de percursos. E acontece este acidente, que só temos de lamentar”, salientou.
Mal o pelotão cruzou a meta, em Fafe, o vice-presidente da FPC, José Soares, dirigiu “um profundo agradecimento” ao público que aplaudiu os ciclistas no alto da Penha e na meta, em Fafe, pelo reconhecimento que demonstraram para com “o corredor que partiu e todos os que vão continuar”.