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Borges admite que visita ao FC Porto é decisiva por dar acesso a "duas finais"
O treinador do Sporting, Rui Borges, admitiu hoje que a visita ao FC Porto, na Taça de Portugal, é decisiva por dar acesso a “duas finais”, mas recusou que salve a época dos bicampeões nacionais de futebol.
“Sim, é um jogo decisivo, porque nos pode meter numa final, poderá até meter-nos em duas”, atirou o técnico dos bicampeões nacionais, em Alcochete, na conferência de imprensa de antevisão do encontro da segunda mão das meias-finais, agendado para quarta-feira.
Os ‘verde e brancos’ entram no Estádio do Dragão com uma vantagem de 1-0, conseguida na primeira mão, em Alvalade, em março, e procuram repetir a presença na final da competição, que, na época passada, conquistaram, em final frente ao Benfica.
Se reconquistarem o troféu, asseguram a disputa da Supertaça, no início da próxima época, mesmo que não sejam campeões nacionais, objetivo que o técnico admitiu, no domingo, ter ficado “mais difícil” após a derrota com o Benfica, que permitiu ao FC Porto aumentar para oito pontos a vantagem sobre os ‘leões’, que têm menos um jogo.
Por isso, Borges repetiu pelo menos três vezes que a eliminatória com os 'azuis e brancos' pode dar acesso a "duas finais", mas recusou afirmar que vencer a Taça de Portugal pode salvar uma época em que o Sporting já perdeu a Supertaça, a Taça da Liga, nas meias-finais, a Liga dos Campeões, nos quartos de final, e precisa que o FC Porto perca dois dos seus últimos quatro jogos no campeonato para poder voltar a ser campeão.
“Não se trata de salvar nada aqui. Trata-se de estarmos numa final e de querermos disputar um troféu, que, felizmente, na época passada ganhámos, está em nosso poder e queremos voltar a ter essa oportunidade. É esse o foco, mais do que estar a pensar na [salvação da] época”, retorquiu o técnico ‘leonino’.
Para esse objetivo, Borges não poderá contar com João Simões, que “infelizmente está fora até ao final da época” e, para a visita ao Estádio do Dragão, não contará também com Fresneda, Luís Guilherme, Ioannidis e Nuno Santos.
Questionado sobre a falta de profundidade no plantel, que tem sobrecarregado os jogadores disponíveis, Borges preferiu enaltecer a atitude do grupo de trabalho.
“É lógico que gostava de ter toda a gente [disponível]. Era totalmente diferente, em alguns momentos, gerir a sobrecarga de alguns atletas. Mas, dentro disso, eles foram dando resposta e mostraram sempre que são um grupo fantástico”, elogiou.
Também por isso não desvendou se vai fazer alterações ao 'onze' titular para o encontro de quarta-feira, mas recusou “criar muitos cenários” hipotéticos ou poupar algum elemento a pensar na possibilidade de ter de disputar um prolongamento.
“[É] perceber quem está melhor para dar o contributo à equipa, seja numa fase inicial, seja, depois, numa fase mais à frente no jogo e não pensar no prolongamento. Queremos muito chegar aos 90 minutos e passar à final da Taça de Portugal, que é o nosso único objetivo”, apontou Rui Borges.
O Sporting visita o FC Porto na quarta-feira, em encontro da segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal com início previsto para as 20:45, no Estádio do Dragão, no Porto, e arbitragem de Miguel Nogueira (AF Lisboa).
A equipa de Rui Borges chega à segunda mão com uma vantagem de um golo, resultante do triunfo, por 1-0, conseguido no encontro da primeira mão, no Estádio José Alvalade, com um golo do ponta de lança Luis Suárez, de grande penalidade.
Para chegar à final, o Sporting eliminou o Paços de Ferreira (3-2, após prolongamento), da II Liga, o Marinhense (3-0), do Campeonato de Portugal, o Santa Clara (3-2, após prolongamento) e o AVS (3-2, após prolongamento), ambos da I Liga.
Já o FC Porto, orientado por Francesco Farioli, afastou o Celoricense (4-0) e o Sintrense (3-0), ambos do Campeonato de Portugal, antes de eliminar o Famalicão (4-1) e o Benfica (1-0), da I Liga.
Os ‘verde e brancos’ entram no Estádio do Dragão com uma vantagem de 1-0, conseguida na primeira mão, em Alvalade, em março, e procuram repetir a presença na final da competição, que, na época passada, conquistaram, em final frente ao Benfica.
Se reconquistarem o troféu, asseguram a disputa da Supertaça, no início da próxima época, mesmo que não sejam campeões nacionais, objetivo que o técnico admitiu, no domingo, ter ficado “mais difícil” após a derrota com o Benfica, que permitiu ao FC Porto aumentar para oito pontos a vantagem sobre os ‘leões’, que têm menos um jogo.
Por isso, Borges repetiu pelo menos três vezes que a eliminatória com os 'azuis e brancos' pode dar acesso a "duas finais", mas recusou afirmar que vencer a Taça de Portugal pode salvar uma época em que o Sporting já perdeu a Supertaça, a Taça da Liga, nas meias-finais, a Liga dos Campeões, nos quartos de final, e precisa que o FC Porto perca dois dos seus últimos quatro jogos no campeonato para poder voltar a ser campeão.
“Não se trata de salvar nada aqui. Trata-se de estarmos numa final e de querermos disputar um troféu, que, felizmente, na época passada ganhámos, está em nosso poder e queremos voltar a ter essa oportunidade. É esse o foco, mais do que estar a pensar na [salvação da] época”, retorquiu o técnico ‘leonino’.
Para esse objetivo, Borges não poderá contar com João Simões, que “infelizmente está fora até ao final da época” e, para a visita ao Estádio do Dragão, não contará também com Fresneda, Luís Guilherme, Ioannidis e Nuno Santos.
Questionado sobre a falta de profundidade no plantel, que tem sobrecarregado os jogadores disponíveis, Borges preferiu enaltecer a atitude do grupo de trabalho.
“É lógico que gostava de ter toda a gente [disponível]. Era totalmente diferente, em alguns momentos, gerir a sobrecarga de alguns atletas. Mas, dentro disso, eles foram dando resposta e mostraram sempre que são um grupo fantástico”, elogiou.
Também por isso não desvendou se vai fazer alterações ao 'onze' titular para o encontro de quarta-feira, mas recusou “criar muitos cenários” hipotéticos ou poupar algum elemento a pensar na possibilidade de ter de disputar um prolongamento.
“[É] perceber quem está melhor para dar o contributo à equipa, seja numa fase inicial, seja, depois, numa fase mais à frente no jogo e não pensar no prolongamento. Queremos muito chegar aos 90 minutos e passar à final da Taça de Portugal, que é o nosso único objetivo”, apontou Rui Borges.
O Sporting visita o FC Porto na quarta-feira, em encontro da segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal com início previsto para as 20:45, no Estádio do Dragão, no Porto, e arbitragem de Miguel Nogueira (AF Lisboa).
A equipa de Rui Borges chega à segunda mão com uma vantagem de um golo, resultante do triunfo, por 1-0, conseguido no encontro da primeira mão, no Estádio José Alvalade, com um golo do ponta de lança Luis Suárez, de grande penalidade.
Para chegar à final, o Sporting eliminou o Paços de Ferreira (3-2, após prolongamento), da II Liga, o Marinhense (3-0), do Campeonato de Portugal, o Santa Clara (3-2, após prolongamento) e o AVS (3-2, após prolongamento), ambos da I Liga.
Já o FC Porto, orientado por Francesco Farioli, afastou o Celoricense (4-0) e o Sintrense (3-0), ambos do Campeonato de Portugal, antes de eliminar o Famalicão (4-1) e o Benfica (1-0), da I Liga.