Sporting
Paulo Pereira Cristóvão termina campanha com ataques a Bettencourt
O candidato à presidência do Sporting Paulo Pereira Cristóvão encerrou esta noite a sua campanha com um discurso em que apelou ao coração e à razão, e em que voltou a insistir na contratação do treinador Sven-Goran Eriksson, caso ganhe as eleições.
Num jantar em Lisboa com cerca de 100 apoiantes, Paulo Pereira Cristóvão mostrou-se confiante na vitória, embora tenha sublinhado que tem a humildade de dizer que pode perder ou ganhar.
Paulo Pereira Cristóvão atacou ainda o adversário José Eduardo Bettencourt por não ter acreditado que tinha um acordo com o treinador Eriksson.
Em declarações à Antena 1 à margem do encontro, José Pedro Rodrigues, que surge na lista como responsável pelo património, afirmou que a candidatura de Pereira Cristóvão foi enriquecedora para o clube de Alvalade.
"O Sporting sai reforçado em termos de propostas e de ideias desta campanha para os próximos desafios que se aproximam. Apesar da ausência de debate, e de José Eduardo Bettencourt ter feito nos últimos dias algumas intervenções menos dignas do estatuto que o Sporting representa na sociedade portuguesa, a partir de amanhã iniciamos um novo ciclo", frisou.
"Os sócios percebem que há uma alternativa aos modelos de gestão apresentados, independentemente do resultado do acto eleitoral", concluiu.
Paulo Pereira Cristóvão atacou ainda o adversário José Eduardo Bettencourt por não ter acreditado que tinha um acordo com o treinador Eriksson.
Em declarações à Antena 1 à margem do encontro, José Pedro Rodrigues, que surge na lista como responsável pelo património, afirmou que a candidatura de Pereira Cristóvão foi enriquecedora para o clube de Alvalade.
"O Sporting sai reforçado em termos de propostas e de ideias desta campanha para os próximos desafios que se aproximam. Apesar da ausência de debate, e de José Eduardo Bettencourt ter feito nos últimos dias algumas intervenções menos dignas do estatuto que o Sporting representa na sociedade portuguesa, a partir de amanhã iniciamos um novo ciclo", frisou.
"Os sócios percebem que há uma alternativa aos modelos de gestão apresentados, independentemente do resultado do acto eleitoral", concluiu.