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Sporting/Eleições. Sorreluz vê falta de rumo no plano futebolístico de Varandas
O candidato Bruno Sorreluz considerou na quinta-feira haver “falta de rumo” no futebol do bicampeão nacional Sporting ao fim de dois mandatos presidenciais de Frederico Varandas, seu adversário nas eleições de sábado.
“O grande mentor do projeto de Frederico Varandas foi [o treinador] Ruben Amorim. Há uma série de técnicos contratados e despedidos antes e depois de Amorim e ainda no inverno se assistiu a mais um mercado [de transferências de jogadores] vergonhoso. Estamos em três frentes e fala-se tanto em vitórias, mas nota-se a ausência de um rumo”, salientou.
O médico Frederico Varandas (lista B), em funções desde setembro de 2018, e o empresário Bruno Sorreluz (A), mais conhecido por Bruno Sá, debateram pela única vez no museu do Sporting, em Lisboa, antes de concorrerem aos órgãos sociais do clube rumo ao quadriénio 2026-2030.
“O Sporting tem de ter um modelo de clube, no qual o treinador é só mais uma pessoa da estrutura, prospeção e formação de excelência e investir em instalações. Também deveríamos investir no departamento médico”, analisou, face às várias lesões dos ‘verdes e brancos’ nas últimas épocas.
Assegurando ter um diretor desportivo identificado, mas sem revelar quem é, Sorreluz prometeu mudar os profissionais da unidade de performance do Sporting e avaliar o enquadramento do treinador leonino Rui Borges com as suas ideias, caso impeça um terceiro mandato seguido de Varandas.
“Quero ganhar mais, mas tratar sempre bem as pessoas. O modelo nunca pode ser dar chave na mão a um treinador e, depois, passar para outro que hoje não decide nada. Na altura, não teria escolhido Rui Borges. Agora, se eu estivesse lá, já teria renovado com ele”, garantiu o proprietário do restaurante ‘Cantinho do Sá’.
Varandas descartou que o Sporting esteja em fim de ciclo e que ainda haja jogadores a recuperar de lesões na sua clínica, orgulhando-se da aposta em Amorim, contratado ao Sporting de Braga em 2020 e transferido em 2024 para os ingleses do Manchester United, dos quais seria demitido em janeiro.
“Desde 2018, investimos 440 milhões de euros [ME], recebemos 750 ME e tivemos 310 ME de lucros na compra e venda de atletas. O Sporting não acerta 100%, mas são poucos os clubes com este sucesso desportivo e financeiro. O Amorim não escolhia um jogador, era parte do sucesso”, notou, sem revelar a decisão tomada sobre o futuro de Rui Borges, numa época assinalada pelo recorde de investimento leonino em contratações.
Advertindo que as lesões traumáticas têm superado as musculares no Sporting, o líder verde e branco da história com mais títulos nacionais seniores masculinos de futebol sublinhou a necessidade de se continuar a criar condições para servir o plantel principal com jovens da formação.
“Desde que há academia, 88 jogadores ali formados chegaram à equipa sénior. Desses, 43 fizeram-no nos últimos sete anos e muitos tiveram rendimento desportivo e foram vendidos. Este é o objetivo da formação”, ilustrou, enquanto Bruno Sorreluz visa um “modelo mais livre”, melhores resultados das equipas jovens e outra presença nas seleções nacionais.
Quanto ao futebol feminino, igualmente sob alçada da SAD, o empresário pediu um novo plano e mais investimento para contrariar a ausência de títulos de campeão nacional desde 2017/18, numa modalidade colocada por Varandas como a segunda em gastos, atrás da congénere masculina.
“Queremos modalidades que venham da formação. O futebol feminino está longe de ser sustentável, tem uma procura de patrocínios aquém e um mercado irrisório. Não vou investir de forma irracional”, assumiu o médico, estendendo esse cenário ao restante ecletismo verde e branco, cujo financiamento é alavancado pela crescente quotização dos associados.
Ex-ginasta e basquetebolista do Sporting, Sorreluz ambicionou desenvolver a academia das modalidades, investir no departamento comercial e premiar os títulos, esperando “liderar pela presença e dar um salto” no ecletismo.
O médico Frederico Varandas (lista B), em funções desde setembro de 2018, e o empresário Bruno Sorreluz (A), mais conhecido por Bruno Sá, debateram pela única vez no museu do Sporting, em Lisboa, antes de concorrerem aos órgãos sociais do clube rumo ao quadriénio 2026-2030.
“O Sporting tem de ter um modelo de clube, no qual o treinador é só mais uma pessoa da estrutura, prospeção e formação de excelência e investir em instalações. Também deveríamos investir no departamento médico”, analisou, face às várias lesões dos ‘verdes e brancos’ nas últimas épocas.
Assegurando ter um diretor desportivo identificado, mas sem revelar quem é, Sorreluz prometeu mudar os profissionais da unidade de performance do Sporting e avaliar o enquadramento do treinador leonino Rui Borges com as suas ideias, caso impeça um terceiro mandato seguido de Varandas.
“Quero ganhar mais, mas tratar sempre bem as pessoas. O modelo nunca pode ser dar chave na mão a um treinador e, depois, passar para outro que hoje não decide nada. Na altura, não teria escolhido Rui Borges. Agora, se eu estivesse lá, já teria renovado com ele”, garantiu o proprietário do restaurante ‘Cantinho do Sá’.
Varandas descartou que o Sporting esteja em fim de ciclo e que ainda haja jogadores a recuperar de lesões na sua clínica, orgulhando-se da aposta em Amorim, contratado ao Sporting de Braga em 2020 e transferido em 2024 para os ingleses do Manchester United, dos quais seria demitido em janeiro.
“Desde 2018, investimos 440 milhões de euros [ME], recebemos 750 ME e tivemos 310 ME de lucros na compra e venda de atletas. O Sporting não acerta 100%, mas são poucos os clubes com este sucesso desportivo e financeiro. O Amorim não escolhia um jogador, era parte do sucesso”, notou, sem revelar a decisão tomada sobre o futuro de Rui Borges, numa época assinalada pelo recorde de investimento leonino em contratações.
Advertindo que as lesões traumáticas têm superado as musculares no Sporting, o líder verde e branco da história com mais títulos nacionais seniores masculinos de futebol sublinhou a necessidade de se continuar a criar condições para servir o plantel principal com jovens da formação.
“Desde que há academia, 88 jogadores ali formados chegaram à equipa sénior. Desses, 43 fizeram-no nos últimos sete anos e muitos tiveram rendimento desportivo e foram vendidos. Este é o objetivo da formação”, ilustrou, enquanto Bruno Sorreluz visa um “modelo mais livre”, melhores resultados das equipas jovens e outra presença nas seleções nacionais.
Quanto ao futebol feminino, igualmente sob alçada da SAD, o empresário pediu um novo plano e mais investimento para contrariar a ausência de títulos de campeão nacional desde 2017/18, numa modalidade colocada por Varandas como a segunda em gastos, atrás da congénere masculina.
“Queremos modalidades que venham da formação. O futebol feminino está longe de ser sustentável, tem uma procura de patrocínios aquém e um mercado irrisório. Não vou investir de forma irracional”, assumiu o médico, estendendo esse cenário ao restante ecletismo verde e branco, cujo financiamento é alavancado pela crescente quotização dos associados.
Ex-ginasta e basquetebolista do Sporting, Sorreluz ambicionou desenvolver a academia das modalidades, investir no departamento comercial e premiar os títulos, esperando “liderar pela presença e dar um salto” no ecletismo.