Miguel Leal deixa comando técnico do Boavista

| 1.ª Liga

|

O Boavista, da I Liga portuguesa de futebol, informou hoje, através da sua página no Facebook, ter aceitado o pedido de demissão do treinador Miguel Leal, transmitido após o treino da equipa.

O Boavista refere que Miguel Leal transmitiu essa sua vontade "no final do treino" e sem adiantar as razões invocadas.

"Até ser contratada nova equipa técnica, o que esta SAD pretende aconteça o mais rapidamente possível, a equipa será treinada pelos técnicos Jorge Couto e Alfredo Castro", informou ainda a administração boavisteira.

A SAD adianta que "o pedido de demissão é extensivo aos elementos da equipa técnica (Álvaro Pacheco, Elias Nunes e Pedro Teixeira), que com Miguel Leal entraram na Boavista, SAD, tendo de forma amigável sido efetuada a respetiva rescisão dos contratos de trabalho".

Miguel Leal, o primeiro técnico do campeonato vítima de uma "chicotada psicológica" esta época, pegou no Boavista na temporada anterior, quando a equipa ocupava o 13.º lugar com oito pontos e conduziu-a ao nono lugar final.

Com cinco jornadas disputadas, o Boavista ocupa o 16.º lugar da tabela classificativa da I Liga, com três pontos, fruto da sua vitória frente ao Desportivo das Aves (1-0), na quarta jornada.

A equipa já foi eliminada da Taça da Liga, após perder em casa com o Sporting de Braga (1-2), e recebe o Benfica já no próximo sábado, às 18:15, para a sexta jornada.

 

Tópicos:

Alfredo, Boavista, Desportivo, Co,

Pesquise por: Alfredo, Boavista, Desportivo, Co,

A informação mais vista

+ Em Foco

O homem que se deixa guiar mais pela racionalidade e disciplina considera que chegou o momento de “mobilizar os portugueses e com eles restabelecer a confiança num futuro melhor”.

    Na hora da despedida da liderança social-democrata, as juventudes partidárias olham para o legado do ex-primeiro-ministro, com uma pergunta em mente: se Portugal não falhou, o que dizer de Pedro Passos Coelho?

      Em entrevista ao programa Visão Global da Antena 1, o ministro dos Negócios Estrangeiros reforça o apoio ao diálogo político na Venezuela e falou sobre as relações entre Portugal e Angola.

      O ministro da Administração Interna garante em entrevista à Antena 1 que não será "nem para o ano, nem daqui por dois" que ser resolve o problema dos incêndios em Portugal.