DIAP ouviu Luís Filipe Vieira como arguido

| Benfica

Fonte do Benfica confirmou à RTP que o presidente foi ouvido na qualidade de arguido
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O presidente do Benfica foi, afinal, ouvido esta quarta-feira como arguido no Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa no quadro do denominado “caso dos capangas”, relativo a incidentes no jogo de 22 de outubro de 2017 entre o Desportivo das Aves e o clube da Luz. O inquérito em causa incide sobre a eventual prática de um crime de difamação.

Fontes do Benfica e da Procuradoria-Geral da República confirmaram à RTP que o presidente do clube foi ouvido na qualidade de arguido e não como testemunha, como chegou a ser noticiado ao início da tarde desta quarta-feira. “Nas Aves tínhamos quatro capangas identificados, Super Dragões, a ameçar o Paulo Gonçalves", acusava em novembro o dirigente benfiquista.


Em entrevista à Benfica TV, em novembro, Luís Filipe Vieira acusou quatro homens - que descreveu como “capangas” dos Super Dragões, a claque do Futebol Clube do Porto - de ameaçarem o assessor jurídico Paulo Gonçalves.

O diário desportivo Record revelou então a imagem de quatro homens no camarote do Aves. Vítor Catão, diretor desportivo do Canelas 2010, admitiu ser um desses homens. Todavia, negou ter ameaçado Paulo Gonçalves.

O dirigente do Canelas acabaria por interpor queixas nas justiças desportiva e civil.

O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol decidiu-se, em novembro do ano passado, pelo arquivamento, invocando ausência de provas.

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