Ministério Público confirma investigação por corrupção no desporto

| Futebol Nacional

Legenda da Imagem
|

O Ministério Público (MP) confirmou terça-feira à agência Lusa a existência de uma investigação sobre factos suscetíveis de configurarem o crime de corrupção no desporto, sem especificar.

A existência do processo, que corre no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Braga, foi confirmada em resposta à Lusa, por fonte oficial da Procuradoria-Geral da República (PGR), quando questionada sobre a investigação ao diretor-geral do FC Porto, Luís Gonçalves, hoje noticiada pelo jornal Correio da Manhã.

"No âmbito deste processo investigam-se factos suscetíveis de integrarem o crime de corrupção no fenómeno desportivo. O inquérito encontra-se em investigação, não tem arguidos constituídos e está sujeito a segredo de justiça", referiu a fonte da PGR.

Na sua edição de hoje, o Correio da Manhã dá conta de uma investigação ao dirigente portista por "corrupção ativa na atividade desportiva", acrescentado que o MP pediu documentação à Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

De acordo com o jornal, os documentos solicitados referem-se ao jogo entre FC Porto e Sporting de Braga (1-1), da edição 2016/17 da I Liga, após o qual Luís Gonçalves foi expulso pelo árbitro Hugo Miguel, por palavras dirigidas ao quarto árbitro, Tiago Antunes, assim como às classificações dos árbitros.

Contactada pela Lusa, fonte oficial da Federação Portuguesa de Futebol disse que o organismo não recebeu qualquer notificação sobre o assunto.

A informação mais vista

+ Em Foco

A 15 de outubro de 2017, uma vaga de incêndios fez 50 mortos e dezenas de feridos. Reunimos aqui um conjunto de reportagens elaboradas um ano depois da catástrofe.

    Toda a informação sobre a União Europeia é agora agregada em novos conteúdos de serviço público que podem ser seguidos na página RTP Europa.

      Um terramoto de magnitude 7,5 e um tsunami varreram a ilha de Celebes, causando a morte de pelo menos duas mil pessoas. A dimensão da catástrofe é detalhada nesta infografia.

        Logo após a recuperação das armas roubadas, o ex-chefe do Estado-Maior do Exército proibiu a PJ de entrar na base de Santa Margarida.