Tailândia estreia-se no Mundial de 2018 de MotoGP

| Motos

A Tailândia vai estrear-se em 2018 no Campeonato do Mundo de MotoGP
|

A Tailândia vai estrear-se em 2018 no Campeonato do Mundo de MotoGP, a 7 de outubro, segundo o calendário provisório divulgado esta quarta-feira pela Federação Internacional de Motociclismo.

No Mundial de 2018, o circuito tailandês Cheng International, em Buriram, vai acolher a 15.ª prova, antecedendo três provas fora da Europa, antes do final da temporada, em Valência.

O calendário de 2018, que contempla 19 Grandes Prémios, começa assim mais cedo, em 18 de março, com a corrida noturna do Qatar, que vai decorrer no circuito de Losail.

Por definir está ainda o ‘palco’ do GP da Grã-Bretanha, em Donington ou em Silverstone, onde tem sido disputado desde 2010.

- Calendário de 2018:
18 março
: GP do Qatar, Losail
8 abril:
GP da Argentina, Termas de Rio Hondo
22 abril: GP das Américas, Austin (EUA)
6 maio: GP de Espanha, Jerez de la Frontera
20 maio: GP de França, Le Mans
3 junho: GP de Itália, Autódromo de Mugello
17 junho: GP da Catalunha, Montmeló (Espanha)
1 julho: GP da Holanda, Assen
15 julho: GP da Alemanha, Sachsenring
5 agosto: GP da Republica Checa, Brno
12 agosto: GP da Áustria, Red Bull Ring-Spielberg
26 agosto: GP da Grã-Bretanha (por designar)
9 setembro: GP de Aragão, Motorland Aragón, Alcañiz (Espanha)
23 setembro: GP de San Marino, Misano-Marco Simoncelli
7 outubro: GP da Tailândia, Cheng International Circui
21 outubro: GP do Japão, Motegi
28 outubro: GP da Austrália, Phillip Island
4 novembro: GP da Malásia, Sepang
18 novembro: GP da Comunidade Valenciana, Circuito Ricardo Tormo, Valência (Espanha)

Tópicos:

Tailândia, Moto GP,

Pesquise por: Tailândia, Moto GP,

A informação mais vista

+ Em Foco

Passaram sete anos desde o início das “Primaveras Árabes”. Regimes mudaram, guerras civis rebentaram, houve conflitos que alteraram dinâmicas regionais e vazios de poder que deram origem a Estados falhados.

Veja ou reveja a primeira entrevista de Rui Rio depois de ter sido eleito presidente do PSD.

Na hora da despedida da liderança social-democrata, as juventudes partidárias olham para o legado do ex-primeiro-ministro, com uma pergunta em mente: se Portugal não falhou, o que dizer de Pedro Passos Coelho?

    Uma caricatura do mundo em que vivemos.