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23h17 - Brasil regista 1.456 mortes e mais de 45 mil casos em 24 horas
O Brasil registou 1.456 mortes e 45.591 casos provocados pela covid-19 em 24 horas, informou hoje o Ministério da Saúde do país.
Desde que a pandemia eclodiu no final de 2019, o maior país da América Latina e um dos mais afetados pela doença no mundo, somou 540.398 vítimas mortais e mais de 19,3 milhões de casos confirmados.
A média diária óbitos no Brasil tem caído lentamente e na comparação desta sexta-feira com o mesmo dia da semana anterior passou de 1.391 para 1.244 mortes, dados que indicam uma queda de 10,5%.
As infeções também registaram uma queda média de 12,1% na mesma comparação semanal, passado de 47.576 casos para 41.087 casos.
O Brasil, um dos países mais atingidos pela pandemia, começa a ver os resultados da sua campanha de vacinação e, embora os níveis ainda sejam elevados, o número de mortes e novas infeções estão em queda há três semanas.
O Brasil registou 1.456 mortes e 45.591 casos provocados pela covid-19 em 24 horas, informou hoje o Ministério da Saúde do país.
Desde que a pandemia eclodiu no final de 2019, o maior país da América Latina e um dos mais afetados pela doença no mundo, somou 540.398 vítimas mortais e mais de 19,3 milhões de casos confirmados.
A média diária óbitos no Brasil tem caído lentamente e na comparação desta sexta-feira com o mesmo dia da semana anterior passou de 1.391 para 1.244 mortes, dados que indicam uma queda de 10,5%.
As infeções também registaram uma queda média de 12,1% na mesma comparação semanal, passado de 47.576 casos para 41.087 casos.
O Brasil, um dos países mais atingidos pela pandemia, começa a ver os resultados da sua campanha de vacinação e, embora os níveis ainda sejam elevados, o número de mortes e novas infeções estão em queda há três semanas.
22h49 - Brasil regista mais 1456 mortes
O Brasil reportou mais 1456 mortes associadas à Covid-19 e 45.591 novas infeções em 24 horas.
Desde o início da pandemia, morreram em território brasileiro 540.398 pessoas. O total acumulado de casos é de 19.308.109.
22h38 - Estados Unidos enviam vacinas para a Ucrânia
Os Estados Unidos enviaram dois milhões de doses da vacina da Moderna contra a Covid-19 à Ucrânia, no quadro do programa COVAX.
Segundo a Casa Branca, durante o fim de semana o país deverá enviar outras 3,5 milhões de doses para o Bangladesh.
22h28 - Caso positivo no Gil Vicente inviabiliza jogos de pré-época
O Gil Vicente registou um caso de infeção pelo novo coronavírus no plantel, o que ditou o cancelamento das partidas particulares com Famalicão e Vitória de Guimarães.
Na sequência de testes PCR realizados na quinta-feira, os barcelenses tiveram agora conhecimento de um resultado positivo no grupo treinado por Ricardo Soares, segundo fonte do clube citada pela Lusa.
22h26 - Plantel do Boavista vacinado contra a Covid-19
Os futebolistas do Boavista foram esta sexta-feira vacinados num centro instalado no Queimódromo do Porto, adiantou o clube da I Liga, que tem quatro elementos isolados devido a testes positivos.
O Boavista havia indicado na véspera que toda a estrutura do futebol profissional teve testes negativos, três dias depois de ter cancelado o estágio no Algarve, aprazado para decorrer entre terça-feira e domingo, devido a três casos de infeção no plantel.
22h08 - Jovens são vítimas da pandemia no mercado laboral
Os jovens são as principais vítimas no mercado de trabalho em contexto de pandemia, conclui um estudo do Observatório das Desigualdades do Centro de Estudos e Investigação em Sociologia.
Publicado esta sexta-feira, o estudo Desemprego e Precariedade Laboral na População Jovem: Tendências Recentes em Portugal e na Europa é assinado por Inês Tavares, Ana Filipa Cândido e Renato Miguel do Carmo.
Os investigadores do CIES, que faz parte do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, apontam que, "em 2020, na Europa e em Portugal, verificou-se um aumento do desemprego jovem, relativamente a 2019, mais 1,7 pontos percentuais (pp) e 4,3 pp, respetivamente".
Quanto a Portugal, a taxa de desemprego para os jovens com menos de 25 anos era de 22,6 por cento, mais 5,8 pp do que a média da União Europeia e 15,7 pp do que a nacional.
O aumento verificou-se também em termos absolutos, o que não acontecia desde 2013 em relação ao grupo com menos de 25 anos e desde 2012 no grupo etário 25-34 anos.
21h35 - Ministra da Saúde admite que Lisboa poderá estar no pico da pandemia
Em 24 horas morreram mais sete pessoas com Covid-19 em Portugal. Houve também mais 3.547 novos casos de infeção.
Como é habitual à sexta-feira, foi atualizada a incidência por concelho. O Algarve destaca-se pelas piores razões: Albufeira com 1291 casos e Loulé com 1176, bastante acima dos mil casos por cem mil habitantes.
Lisboa está com uma incidência de 831 casos por 100 mil habitantes. Sao mais 82 do que na semana passada. Apesar disso, a ministra da Saúde diz que a região de Lisboa pode ter já atingido o pico da quarta vaga.
O Brasil reportou mais 1456 mortes associadas à Covid-19 e 45.591 novas infeções em 24 horas.
Desde o início da pandemia, morreram em território brasileiro 540.398 pessoas. O total acumulado de casos é de 19.308.109.
22h38 - Estados Unidos enviam vacinas para a Ucrânia
Os Estados Unidos enviaram dois milhões de doses da vacina da Moderna contra a Covid-19 à Ucrânia, no quadro do programa COVAX.
Segundo a Casa Branca, durante o fim de semana o país deverá enviar outras 3,5 milhões de doses para o Bangladesh.
22h28 - Caso positivo no Gil Vicente inviabiliza jogos de pré-época
O Gil Vicente registou um caso de infeção pelo novo coronavírus no plantel, o que ditou o cancelamento das partidas particulares com Famalicão e Vitória de Guimarães.
Na sequência de testes PCR realizados na quinta-feira, os barcelenses tiveram agora conhecimento de um resultado positivo no grupo treinado por Ricardo Soares, segundo fonte do clube citada pela Lusa.
22h26 - Plantel do Boavista vacinado contra a Covid-19
Os futebolistas do Boavista foram esta sexta-feira vacinados num centro instalado no Queimódromo do Porto, adiantou o clube da I Liga, que tem quatro elementos isolados devido a testes positivos.
O Boavista havia indicado na véspera que toda a estrutura do futebol profissional teve testes negativos, três dias depois de ter cancelado o estágio no Algarve, aprazado para decorrer entre terça-feira e domingo, devido a três casos de infeção no plantel.
22h08 - Jovens são vítimas da pandemia no mercado laboral
Os jovens são as principais vítimas no mercado de trabalho em contexto de pandemia, conclui um estudo do Observatório das Desigualdades do Centro de Estudos e Investigação em Sociologia.
Publicado esta sexta-feira, o estudo Desemprego e Precariedade Laboral na População Jovem: Tendências Recentes em Portugal e na Europa é assinado por Inês Tavares, Ana Filipa Cândido e Renato Miguel do Carmo.
Os investigadores do CIES, que faz parte do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, apontam que, "em 2020, na Europa e em Portugal, verificou-se um aumento do desemprego jovem, relativamente a 2019, mais 1,7 pontos percentuais (pp) e 4,3 pp, respetivamente".
Quanto a Portugal, a taxa de desemprego para os jovens com menos de 25 anos era de 22,6 por cento, mais 5,8 pp do que a média da União Europeia e 15,7 pp do que a nacional.
O aumento verificou-se também em termos absolutos, o que não acontecia desde 2013 em relação ao grupo com menos de 25 anos e desde 2012 no grupo etário 25-34 anos.
21h35 - Ministra da Saúde admite que Lisboa poderá estar no pico da pandemia
Em 24 horas morreram mais sete pessoas com Covid-19 em Portugal. Houve também mais 3.547 novos casos de infeção.
Como é habitual à sexta-feira, foi atualizada a incidência por concelho. O Algarve destaca-se pelas piores razões: Albufeira com 1291 casos e Loulé com 1176, bastante acima dos mil casos por cem mil habitantes.
Lisboa está com uma incidência de 831 casos por 100 mil habitantes. Sao mais 82 do que na semana passada. Apesar disso, a ministra da Saúde diz que a região de Lisboa pode ter já atingido o pico da quarta vaga.
Declarações no dia em que reabriu a vacinação sem agendamento para maiores de 40 anos.
21h01 - Gouveia e Melo "disponível" para continuar à frente da vacinação
O coordenador da task force da vacinação contra a Covid-19, Gouveia e Melo, manifestou esta tarde abertura para continuar a liderar o processo caso seja necessária a administração de uma terceira dose das vacinas. Antena 1
"Eu estou sempre disponível. Quem decide a minha disponibilidade são os meus superiores hierárquicos, neste caso, as forças armadas e, acima das forças armadas, o poder político. Eu sou um militar, cumpro o que tiver de cumprir em função dessas ordens que receber", afirmou o vice-almirante aos jornalistas, após uma visita ao centro de vacinação de Ouressa, em Sintra, num périplo que tinha ainda paragens em Carnaxide, em Oeiras, e Alcabideche, em Cascais.
20h38 - Angola regista 101 novos casos
Angola registou 101 novos casos de Covid-19, um óbito associado à doença, totalizando 952, e 104 recuperações, nas últimas 24 horas.
Segundo o boletim epidemiológico da Direção Nacional de Saúde Pública de Angola, os novos casos foram reportados nas províncias do Cunene (36), Luanda (28), Moxico (15), Huambo (sete), Benguela (seis), Bié, Cabinda e Huíla com dois casos cada e Lunda Sul com um caso.
20h07 - Cabo Verde com mais uma morte no Porto Novo
As autoridades de Cabo Vede reportaram mais uma morte associada à Covid-19 no concelho do Porto Novo, elevando para 295 o total de óbitos associados à doença no país, que diagnosticou 54 novos casos positivos.
19h55 - Cuidados intensivos com 72% das camas ocupadas
Portugal continental tinha, na quarta-feira, ocupadas 72 por cento das 245 camas de cuidados intensivos destinadas a doentes com Covid-19. Na semana anterior, este indicador estava nos 56 por cento, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.
Na quarta-feira, estavam internados em cuidados intensivos 174 doentes, mais 38 do que no mesmo dia da semana anterior.
"A ocupação máxima recomendada para doentes Covid-19 em Unidades de Cuidados Intensivos por região está em atualização e será apresentada na próxima semana", indica ainda o relatório.
As "linhas vermelhas" de controlo da pandemia estabelecidas por diversos especialistas previam 245 camas como o valor crítico no conjunto dos hospitais de Portugal continental, apontando para uma distribuição regional de 85 camas no Norte, de 56 no Centro, de 84 em Lisboa e Vale do Tejo, de dez no Alentejo e de outras dez no Algarve.
19h33 - Torre Eiffel reabriu
A Torre Eiffel, símbolo de Paris, reabriu esta sexta-feira as portas, ao cabo de mais de 250 dias, não só por causa da pandemia mas também devido a obras de recuperação.
É um dos derradeiros monumentos a reabrir na capital francesa e ainda com limitações ditadas pela Covid-19.
Haverá uma limitação de perto de 17 mil visitantes diários e, a partir de 21 de julho, os visitantes estão obrigados a apresentar a vacinação completa ou um teste com menos de 48 horas.
19h21 - Madeira com 41 novos casos
A Madeira registou 41 novas infeções nas últimas 24 horas, número que não atingia desde março, adiantou a Direção Regional da Saúde. O total de infeções ativas no arquipélago é agora de 170.
"No dia 16 de julho de 2021, há a reportar 41 novos casos de infeção por SARS-CoV-2, pelo que a região passa a contabilizar 9881 casos confirmados de Covid-19", refere a DRS em comunicado.
Vinte e cinco dos novos casos são de transmissão local e 16 são casos importados - cinco do Reino Unido, cinco da região Norte, três da França, dois da região de Lisboa e Vale do Tejo e um da Grécia.
Quanto a óbitos, a região mantém as 73 vítimas, tendo a última morte ocorrido a 29 de junho.
19h04 - França acima das 10.900 infeções diárias
O Ministério francês da Saúde reporta mais 10.908 casos de infeção em 24 horas, para um total acumulado desde o início da pandemia de 5,84 milhões.
No mesmo período foram registadas 22 mortes associadas à Covid-19, para um total de 111.451.
18h48 - Guiné-Bissau reporta 36 novos casos
A Guiné-Bissau registou mais duas mortes associadas à Covid-19 e 36 novos casos de infeção, de acordo com o Alto Comissariado para a Covid-19.
Desde o início da pandemia, o país africano reportou 4034 infeções.
Mais 14 pessoas foram dadas como recuperadas da doença, para um total acumulado de 3678. Há agora 278 casos ativos.
18h34 - Brasil. Imprensa faz revelações sobre ex-ministro da Saúde
O ex-ministro da Saúde brasileiro Eduardo Pazuello negociou a aquisição de 30 milhões de doses da CoronaVac com empresários intermediários, a preços quase três vezes maiores do que os obtidos pelo Instituto Butantan - estrutura que fabrica a vacina naquele país sul-americano.
O jornal Folha de São Paulo publicou um vídeo em que o ex-governante surge a confirmar uma negociação, que terá tido lugar a 11 de marçom com executivos que propuseram a vacina contra a Covid-19 ao Governo.
"Já saímos daqui hoje com o memorando de entendimento já assinado e com o compromisso do Ministério de celebrar, no mais curto prazo, o contrato para podermos receber essas 30 milhões de doses no mais curto prazo possível para atender à nossa população", afirma Eduardo Pazuello no vídeo.
Uma empresa denominada World Brands oferece 30 milhões de doses da CoronaVac na negociação com o Governo brasileiro pelo preço de 28 dólares (23,7 euros) por dose.
18h29 - Críticas ao "nacionalismo das vacinas"
A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, adianta que as últimas conversações no seio do fórum de Cooperação Económica Ásia-Pacífico permitiram olhar para lá do "nacionalismo das vacinas". A governante neozelandesa afirmou ainda que esta postura está na génese do aparecimento e rápida propagação de novas variantes do SARS-CoV-2.
Os líderes dos países que integram da APEC comprometeram-se a impulsionar a produção e a distribuição de vacinas e manifestaram a vontade de agilizar viagens e comércio internacionais com recurso a documentação digital.
18h18 - Britânicos preparam-se para deixar cair a máscara
A partir da próxima segunda-feira, a utilização de máscaras passa a ser opcional em Inglaterra, após meses de obrigatoriedade em espaços públicos - nomeadamente lojas, locais de trabalho, teatros, transportes públicos e hospitais.
18h09 - Todo o Algarve no vermelho de risco de contágios
Menos de metade dos concelhos portugueses estão no verde, ou seja têm uma incidência inferior a 120 casos por 100 mil habitantes.
São apenas 133 o número mais baixo desde meados de fevereiro. João Torgal - Antena 1
Destaque para o Algarve que tem dois concelhos com risco extremamente elevado e onde não há um único concelho no verde.
17h58 - Catalunha junta-se a Valência no regresso ao recolher obrigatório em Espanha
O aumento de casos de covid-19 levou hoje a região espanhola da Catalunha a instaurar o recolher obrigatório, seguindo os passos da Comunidade Valenciana, enquanto Navarra também pretende voltar a impor essa medida.
A incidência acumulada (contágios) nos últimos 14 dias ultrapassou os 501 casos por 100.000 habitantes em todo o território espanhol, quando uma semana antes era de 278 casos, um aumento que é pontualmente maior nalgumas comunidades autónomas, o que levou muitas delas a rever as suas estratégias para controlar a epidemia.
As comunidades autónomas espanholas com os níveis mais elevados eram na quinta-feira as da Catalunha (1.108), Castela e Leão (826), Navarra (779), Aragão (588), Astúrias (também 563) e Cantábria (559).
O coordenador da task force da vacinação contra a Covid-19, Gouveia e Melo, manifestou esta tarde abertura para continuar a liderar o processo caso seja necessária a administração de uma terceira dose das vacinas. Antena 1
"Eu estou sempre disponível. Quem decide a minha disponibilidade são os meus superiores hierárquicos, neste caso, as forças armadas e, acima das forças armadas, o poder político. Eu sou um militar, cumpro o que tiver de cumprir em função dessas ordens que receber", afirmou o vice-almirante aos jornalistas, após uma visita ao centro de vacinação de Ouressa, em Sintra, num périplo que tinha ainda paragens em Carnaxide, em Oeiras, e Alcabideche, em Cascais.
20h38 - Angola regista 101 novos casos
Angola registou 101 novos casos de Covid-19, um óbito associado à doença, totalizando 952, e 104 recuperações, nas últimas 24 horas.
Segundo o boletim epidemiológico da Direção Nacional de Saúde Pública de Angola, os novos casos foram reportados nas províncias do Cunene (36), Luanda (28), Moxico (15), Huambo (sete), Benguela (seis), Bié, Cabinda e Huíla com dois casos cada e Lunda Sul com um caso.
20h07 - Cabo Verde com mais uma morte no Porto Novo
As autoridades de Cabo Vede reportaram mais uma morte associada à Covid-19 no concelho do Porto Novo, elevando para 295 o total de óbitos associados à doença no país, que diagnosticou 54 novos casos positivos.
19h55 - Cuidados intensivos com 72% das camas ocupadas
Portugal continental tinha, na quarta-feira, ocupadas 72 por cento das 245 camas de cuidados intensivos destinadas a doentes com Covid-19. Na semana anterior, este indicador estava nos 56 por cento, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.
Na quarta-feira, estavam internados em cuidados intensivos 174 doentes, mais 38 do que no mesmo dia da semana anterior.
"A ocupação máxima recomendada para doentes Covid-19 em Unidades de Cuidados Intensivos por região está em atualização e será apresentada na próxima semana", indica ainda o relatório.
As "linhas vermelhas" de controlo da pandemia estabelecidas por diversos especialistas previam 245 camas como o valor crítico no conjunto dos hospitais de Portugal continental, apontando para uma distribuição regional de 85 camas no Norte, de 56 no Centro, de 84 em Lisboa e Vale do Tejo, de dez no Alentejo e de outras dez no Algarve.
19h33 - Torre Eiffel reabriu
A Torre Eiffel, símbolo de Paris, reabriu esta sexta-feira as portas, ao cabo de mais de 250 dias, não só por causa da pandemia mas também devido a obras de recuperação.
É um dos derradeiros monumentos a reabrir na capital francesa e ainda com limitações ditadas pela Covid-19.
Haverá uma limitação de perto de 17 mil visitantes diários e, a partir de 21 de julho, os visitantes estão obrigados a apresentar a vacinação completa ou um teste com menos de 48 horas.
19h21 - Madeira com 41 novos casos
A Madeira registou 41 novas infeções nas últimas 24 horas, número que não atingia desde março, adiantou a Direção Regional da Saúde. O total de infeções ativas no arquipélago é agora de 170.
"No dia 16 de julho de 2021, há a reportar 41 novos casos de infeção por SARS-CoV-2, pelo que a região passa a contabilizar 9881 casos confirmados de Covid-19", refere a DRS em comunicado.
Vinte e cinco dos novos casos são de transmissão local e 16 são casos importados - cinco do Reino Unido, cinco da região Norte, três da França, dois da região de Lisboa e Vale do Tejo e um da Grécia.
Quanto a óbitos, a região mantém as 73 vítimas, tendo a última morte ocorrido a 29 de junho.
19h04 - França acima das 10.900 infeções diárias
O Ministério francês da Saúde reporta mais 10.908 casos de infeção em 24 horas, para um total acumulado desde o início da pandemia de 5,84 milhões.
No mesmo período foram registadas 22 mortes associadas à Covid-19, para um total de 111.451.
18h48 - Guiné-Bissau reporta 36 novos casos
A Guiné-Bissau registou mais duas mortes associadas à Covid-19 e 36 novos casos de infeção, de acordo com o Alto Comissariado para a Covid-19.
Desde o início da pandemia, o país africano reportou 4034 infeções.
Mais 14 pessoas foram dadas como recuperadas da doença, para um total acumulado de 3678. Há agora 278 casos ativos.
18h34 - Brasil. Imprensa faz revelações sobre ex-ministro da Saúde
O ex-ministro da Saúde brasileiro Eduardo Pazuello negociou a aquisição de 30 milhões de doses da CoronaVac com empresários intermediários, a preços quase três vezes maiores do que os obtidos pelo Instituto Butantan - estrutura que fabrica a vacina naquele país sul-americano.
O jornal Folha de São Paulo publicou um vídeo em que o ex-governante surge a confirmar uma negociação, que terá tido lugar a 11 de marçom com executivos que propuseram a vacina contra a Covid-19 ao Governo.
"Já saímos daqui hoje com o memorando de entendimento já assinado e com o compromisso do Ministério de celebrar, no mais curto prazo, o contrato para podermos receber essas 30 milhões de doses no mais curto prazo possível para atender à nossa população", afirma Eduardo Pazuello no vídeo.
Uma empresa denominada World Brands oferece 30 milhões de doses da CoronaVac na negociação com o Governo brasileiro pelo preço de 28 dólares (23,7 euros) por dose.
18h29 - Críticas ao "nacionalismo das vacinas"
A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, adianta que as últimas conversações no seio do fórum de Cooperação Económica Ásia-Pacífico permitiram olhar para lá do "nacionalismo das vacinas". A governante neozelandesa afirmou ainda que esta postura está na génese do aparecimento e rápida propagação de novas variantes do SARS-CoV-2.
Os líderes dos países que integram da APEC comprometeram-se a impulsionar a produção e a distribuição de vacinas e manifestaram a vontade de agilizar viagens e comércio internacionais com recurso a documentação digital.
18h18 - Britânicos preparam-se para deixar cair a máscara
A partir da próxima segunda-feira, a utilização de máscaras passa a ser opcional em Inglaterra, após meses de obrigatoriedade em espaços públicos - nomeadamente lojas, locais de trabalho, teatros, transportes públicos e hospitais.
18h09 - Todo o Algarve no vermelho de risco de contágios
Menos de metade dos concelhos portugueses estão no verde, ou seja têm uma incidência inferior a 120 casos por 100 mil habitantes.
São apenas 133 o número mais baixo desde meados de fevereiro. João Torgal - Antena 1
Destaque para o Algarve que tem dois concelhos com risco extremamente elevado e onde não há um único concelho no verde.
17h58 - Catalunha junta-se a Valência no regresso ao recolher obrigatório em Espanha
O aumento de casos de covid-19 levou hoje a região espanhola da Catalunha a instaurar o recolher obrigatório, seguindo os passos da Comunidade Valenciana, enquanto Navarra também pretende voltar a impor essa medida.
A incidência acumulada (contágios) nos últimos 14 dias ultrapassou os 501 casos por 100.000 habitantes em todo o território espanhol, quando uma semana antes era de 278 casos, um aumento que é pontualmente maior nalgumas comunidades autónomas, o que levou muitas delas a rever as suas estratégias para controlar a epidemia.
As comunidades autónomas espanholas com os níveis mais elevados eram na quinta-feira as da Catalunha (1.108), Castela e Leão (826), Navarra (779), Aragão (588), Astúrias (também 563) e Cantábria (559).
17h50 - Todas as regiões com Rt acima de 1, mas com desaceleração de novos casos
Todas as regiões do país registam um índice médio de transmissibilidade (Rt) do vírus SARS-CoV-2 superior ao limiar de 1, mas com uma desaceleração do aumento de novos casos de infeção nos últimos dias.
Segundo o relatório sobre a curva epidémica do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) hoje divulgado, Lisboa e Vale do Tejo regista um Rt - que estima o número de casos secundários de covid-19 resultantes de uma pessoa infetada -- 1,07, depois de ter apresentado 1,12 na semana anterior.
Esta tendência de redução é também evidente no Norte, que está agora com um Rt de 1,24, inferior aos 1,34 que registava no anterior relatório do INSA, mas ainda o mais elevado entre todas as regiões do país.
O Centro passou de um Rt de 1,23 para 1,13, o Alentejo de 1,26 para 1,13, o Algarve de 1,21 para 1,15, os Açores de 1,15 para 1,13 e a Madeira de 1,29 para 1,20, referem os dados do instituto.
No que se refere à notificação de novos casos de infeção acumulada a 14 dias, o INSA adianta que Portugal apresenta uma taxa entre 240 e 479,9 por 100 mil habitantes, considerada "muito elevada e com tendência crescente" e que na mesma situação, a nível europeu, encontra-se o Luxemburgo e os Países Baixos.
Por regiões, o Algarve é a região que regista uma taxa de incidência mais elevada (806,4), seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo (486,6), o Norte (288,5), o Alentejo (211,4), os Açores (194,1), o Centro (187,6) e a Madeira (78,8).
Todas as regiões do país registam um índice médio de transmissibilidade (Rt) do vírus SARS-CoV-2 superior ao limiar de 1, mas com uma desaceleração do aumento de novos casos de infeção nos últimos dias.
Segundo o relatório sobre a curva epidémica do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) hoje divulgado, Lisboa e Vale do Tejo regista um Rt - que estima o número de casos secundários de covid-19 resultantes de uma pessoa infetada -- 1,07, depois de ter apresentado 1,12 na semana anterior.
Esta tendência de redução é também evidente no Norte, que está agora com um Rt de 1,24, inferior aos 1,34 que registava no anterior relatório do INSA, mas ainda o mais elevado entre todas as regiões do país.
O Centro passou de um Rt de 1,23 para 1,13, o Alentejo de 1,26 para 1,13, o Algarve de 1,21 para 1,15, os Açores de 1,15 para 1,13 e a Madeira de 1,29 para 1,20, referem os dados do instituto.
No que se refere à notificação de novos casos de infeção acumulada a 14 dias, o INSA adianta que Portugal apresenta uma taxa entre 240 e 479,9 por 100 mil habitantes, considerada "muito elevada e com tendência crescente" e que na mesma situação, a nível europeu, encontra-se o Luxemburgo e os Países Baixos.
Por regiões, o Algarve é a região que regista uma taxa de incidência mais elevada (806,4), seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo (486,6), o Norte (288,5), o Alentejo (211,4), os Açores (194,1), o Centro (187,6) e a Madeira (78,8).
17h36 - Contágios em Espanha sobem para 537 casos por 100.000 habitantes
A incidência acumulada em Espanha subiu hoje para 537 casos por 100.000 habitantes nas últimas duas semanas, num dia em que houve 31.060 novas infeções de covid-19 e 12 mortes com a doença.
Segundo números divulgados hoje pelo Ministério da Saúde, os últimos contágios levam para 4.100.222 o número de infetados desde o início da pandemia, havendo agora um total de 81.096 óbitos com a doença.
O nível relativo de contágios teve uma subida de 36 unidades, tendo a incidência acumulada passado dos 501 casos (quinta-feira) para 537 (hoje) diagnosticados por cada 100.000 habitantes nas últimas duas semanas.
A incidência acumulada em Espanha subiu hoje para 537 casos por 100.000 habitantes nas últimas duas semanas, num dia em que houve 31.060 novas infeções de covid-19 e 12 mortes com a doença.
Segundo números divulgados hoje pelo Ministério da Saúde, os últimos contágios levam para 4.100.222 o número de infetados desde o início da pandemia, havendo agora um total de 81.096 óbitos com a doença.
O nível relativo de contágios teve uma subida de 36 unidades, tendo a incidência acumulada passado dos 501 casos (quinta-feira) para 537 (hoje) diagnosticados por cada 100.000 habitantes nas últimas duas semanas.
17h18 - Cientistas internacionais urgem Governo britânico a reverter desconfinamento
Um grupo de cientistas internacionais urgiram o governo britânico a reverter a decisão de suspender a maioria das últimas restrições à pandemia de covid-19 em Inglaterra na segunda-feira, alertando para os riscos no Reino Unido e noutros países.
Num comunicado, este grupo de cientistas disse querer "soar o alarme sobre a perigosa resposta do governo britânico ao aumento exponencial das infeções".
O primeiro-ministro, Boris Johnson, confirmou na passada segunda-feira que pretende suspender quase todas as últimas restrições de saúde ainda em vigor devido à pandemia até 19 de julho, incluindo a obrigatoriedade por lei do uso de máscara e distanciamento social.
Determinado em "restaurar as liberdades", o líder do Partido Conservador argumentou que este é o "momento certo" para o fazer, apesar de a variante Delta do coronavírus, mais contagiosa, continuar a fazer subir o número de casos.
Nas últimas 24 horas eram registados quase 52 mil casos, acima dos 48.500 da véspera.
O Reino Unido é um dos países europeus mais afetados, com mais de 128.000 mortes, mas também um dos mais avançados na vacinação, estando mais 66% dos adultos totalmente vacinados.
“Os ministros foram informados de que este plano provavelmente resultaria em um a dois milhões de casos nas próximas semanas e potencialmente em sete a 10 milhões até o final do ano, e um pico de mais de 100.000 casos por dia ao longo do verão", deploram os cientistas, incluindo os especialistas em saúde pública Walter Ricciardi e Michael Baker, que respetivamente aconselham os governos da Itália e da Nova Zelândia.
Os cientistas alertam para os riscos de “covid longa" em pessoas infetadas e o desenvolvimento de uma nova variante resistente à vacina.
Um grupo de cientistas internacionais urgiram o governo britânico a reverter a decisão de suspender a maioria das últimas restrições à pandemia de covid-19 em Inglaterra na segunda-feira, alertando para os riscos no Reino Unido e noutros países.
Num comunicado, este grupo de cientistas disse querer "soar o alarme sobre a perigosa resposta do governo britânico ao aumento exponencial das infeções".
O primeiro-ministro, Boris Johnson, confirmou na passada segunda-feira que pretende suspender quase todas as últimas restrições de saúde ainda em vigor devido à pandemia até 19 de julho, incluindo a obrigatoriedade por lei do uso de máscara e distanciamento social.
Determinado em "restaurar as liberdades", o líder do Partido Conservador argumentou que este é o "momento certo" para o fazer, apesar de a variante Delta do coronavírus, mais contagiosa, continuar a fazer subir o número de casos.
Nas últimas 24 horas eram registados quase 52 mil casos, acima dos 48.500 da véspera.
O Reino Unido é um dos países europeus mais afetados, com mais de 128.000 mortes, mas também um dos mais avançados na vacinação, estando mais 66% dos adultos totalmente vacinados.
“Os ministros foram informados de que este plano provavelmente resultaria em um a dois milhões de casos nas próximas semanas e potencialmente em sete a 10 milhões até o final do ano, e um pico de mais de 100.000 casos por dia ao longo do verão", deploram os cientistas, incluindo os especialistas em saúde pública Walter Ricciardi e Michael Baker, que respetivamente aconselham os governos da Itália e da Nova Zelândia.
Os cientistas alertam para os riscos de “covid longa" em pessoas infetadas e o desenvolvimento de uma nova variante resistente à vacina.
17h07 - Reino Unido registou máximo de casos desde 15 de janeiro
O Reino Unido registou 51.870 novos casos, o valor mais alto desde 15 de janeiro, e 49 mortes de covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com os dados atualizados hoje.
Na quinta-feira o Reino Unido tinha registado 48.553 novos casos e 63 mortes
Nos últimos sete dias, entre 10 e 16 de julho, a média diária foi de 40 mortes e 39.714 casos, o que corresponde a uma subida de 57,4% no número de mortes e de 34,9% no número de infeções relativamente aos sete dias anteriores.
A média diária de pessoas hospitalizadas foi de 592 entre 06 e 12 de julho, um aumento de 43,4% face aos sete dias anteriores.
Na quinta-feira estavam internados 3.964 pacientes, dos quais 551 com auxílio de ventilador.
O Reino Unido registou 51.870 novos casos, o valor mais alto desde 15 de janeiro, e 49 mortes de covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com os dados atualizados hoje.
Na quinta-feira o Reino Unido tinha registado 48.553 novos casos e 63 mortes
Nos últimos sete dias, entre 10 e 16 de julho, a média diária foi de 40 mortes e 39.714 casos, o que corresponde a uma subida de 57,4% no número de mortes e de 34,9% no número de infeções relativamente aos sete dias anteriores.
A média diária de pessoas hospitalizadas foi de 592 entre 06 e 12 de julho, um aumento de 43,4% face aos sete dias anteriores.
Na quinta-feira estavam internados 3.964 pacientes, dos quais 551 com auxílio de ventilador.
16h52 - Itália regista 2.898 novos casos, o maior número desde maio
A Itália registou 2.898 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, o maior número de casos diários desde 30 de maio, e ainda 11 mortes, segundo o Ministério da Saúde italiano.
Estes dados mantêm a alta tendência das infeções no país, onde a variante Delta representava na semana passada 27,7% dos positivos, e o total de contágios subiu para 4.281.214 desde o início da pandemia em fevereiro de 2020.
Os 2.898 novos casos representam um aumento de 1.508 casos, mais do dobre, em relação ao mesmo dia da semana passada, quando foram contabilizadas 1.390 infeções.
Relativamente ao número de pessoas atualmente infetadas são agora 42.714, um aumento de 1.814 casos desde quinta-feira, dos quais 161 estão internadas em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI), mais oito.
A campanha de vacinação avança e 25,98 milhões de pessoas já estão imunizadas, 48,12% do total da população acima dos 12 anos, num país que administrou um total de 60.196.129 doses de vacinas.
A Itália registou 2.898 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, o maior número de casos diários desde 30 de maio, e ainda 11 mortes, segundo o Ministério da Saúde italiano.
Estes dados mantêm a alta tendência das infeções no país, onde a variante Delta representava na semana passada 27,7% dos positivos, e o total de contágios subiu para 4.281.214 desde o início da pandemia em fevereiro de 2020.
Os 2.898 novos casos representam um aumento de 1.508 casos, mais do dobre, em relação ao mesmo dia da semana passada, quando foram contabilizadas 1.390 infeções.
Relativamente ao número de pessoas atualmente infetadas são agora 42.714, um aumento de 1.814 casos desde quinta-feira, dos quais 161 estão internadas em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI), mais oito.
A campanha de vacinação avança e 25,98 milhões de pessoas já estão imunizadas, 48,12% do total da população acima dos 12 anos, num país que administrou um total de 60.196.129 doses de vacinas.
16h40 - Task force espera recuperar ritmo da vacinação até ao final da semana e mantém meta da imunidade de grupo
O vice-almirante Gouveia e Melo, responsável pela task force da vacinação, admitiu que a interrupção da modalidade “casa aberta” na quinta-feira, após a suspensão de um lote de vacinas da Janssen, acabou por influenciar o ritmo de vacinação. “Mas são acontecimentos com os quais temos de lidar. Não podemos, na dúvida, continuar a vacinar”, afirmou.
O vice-almirante espera, no entanto, recuperar o ritmo de vacinação até ao final desta semana. Em declarações aos jornalistas, o responsável da task force avançou que esta semana Portugal tinha cerca de 150 mil vacinas da Johnson & Johnson. “No momento em que suspendemos tínhamos cerca de 60 mil inoculadas”, acrescentou.
Este fim-de-semana Portugal vai receber um reforço de 295 mil vacinas da Janssen. “Por isso é que vamos fazer casa aberta da Janssen na próxima semana”, explica Gouveia e Melo.
O vice-almirante mantém a meta de imunidade de grupo, afirmando que 70 por cento da população portuguesa deverá estar imunizada com a primeira dose entre 8 a 15 de agosto.
O vice-almirante espera, no entanto, recuperar o ritmo de vacinação até ao final desta semana. Em declarações aos jornalistas, o responsável da task force avançou que esta semana Portugal tinha cerca de 150 mil vacinas da Johnson & Johnson. “No momento em que suspendemos tínhamos cerca de 60 mil inoculadas”, acrescentou.
Este fim-de-semana Portugal vai receber um reforço de 295 mil vacinas da Janssen. “Por isso é que vamos fazer casa aberta da Janssen na próxima semana”, explica Gouveia e Melo.
O vice-almirante mantém a meta de imunidade de grupo, afirmando que 70 por cento da população portuguesa deverá estar imunizada com a primeira dose entre 8 a 15 de agosto.
16h19 - EUA vão enviar 25 milhões de doses de vacinas para África
Os Estados Unidos da América (EUA) vão enviar 25 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 para África, que enfrenta uma nova vaga da doença, afirmaram hoje responsáveis norte-americanos e africanos.
Os envios deverão começar nos próximos dias e beneficiarão um total de 49 países africanos, que receberão doses das vacinas da Johnson & Johnson, Moderna e Pfizer, segundo fontes citadas pela agência France-Presse.
Os Estados Unidos da América (EUA) vão enviar 25 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 para África, que enfrenta uma nova vaga da doença, afirmaram hoje responsáveis norte-americanos e africanos.
Os envios deverão começar nos próximos dias e beneficiarão um total de 49 países africanos, que receberão doses das vacinas da Johnson & Johnson, Moderna e Pfizer, segundo fontes citadas pela agência France-Presse.
16h04 - Madeira pode estar a entrar numa segunda vaga, diz Secretário da Saúde
O Secretário da Saúde e Proteção Civil da Madeira admitiu hoje que a região “poderá estar a entrar numa segunda vaga” devido ao aumento de casos de infeção por SARS-CoV-2 e internamentos na unidade hospitalar dedicada.
“Mais casos de infetados, mais internados, mais casos nos cuidados intensivos, tudo isto em 15 dias”, destacou Pedro Ramos na apresentação da segunda fase da campanha “A Pandemia ainda não acabou”, uma iniciativa do Governo Regional através do Instituto da Administração da Saúde IP-RAM.
Apesar disso, no arquipélago, a taxa de positividade mantêm-se abaixo de 1%, explicou o secretário regional, apontando ser um bom indicador, visto serem realizados “mais de 5 mil testes por semana”.
Portugal está a entrar numa quarta vaga e esses indicadores estão perfeitamente visíveis, mencionou o secretário regional, relembrando que a Madeira teve apenas uma vaga, devido a “um pico de casos durante os meses de janeiro e fevereiro”.
Pedro Ramos afirmou que, apesar dos esforços da vacinação e testagem, “há pessoas que se continuam a infetar”, o que se traduz na situação no hospital, “que passou de zero casos a sete doentes internados, cinco na área polivalente e dois em cuidados intensivos”, na última quinzena.
O Secretário da Saúde e Proteção Civil da Madeira admitiu hoje que a região “poderá estar a entrar numa segunda vaga” devido ao aumento de casos de infeção por SARS-CoV-2 e internamentos na unidade hospitalar dedicada.
“Mais casos de infetados, mais internados, mais casos nos cuidados intensivos, tudo isto em 15 dias”, destacou Pedro Ramos na apresentação da segunda fase da campanha “A Pandemia ainda não acabou”, uma iniciativa do Governo Regional através do Instituto da Administração da Saúde IP-RAM.
Apesar disso, no arquipélago, a taxa de positividade mantêm-se abaixo de 1%, explicou o secretário regional, apontando ser um bom indicador, visto serem realizados “mais de 5 mil testes por semana”.
Portugal está a entrar numa quarta vaga e esses indicadores estão perfeitamente visíveis, mencionou o secretário regional, relembrando que a Madeira teve apenas uma vaga, devido a “um pico de casos durante os meses de janeiro e fevereiro”.
Pedro Ramos afirmou que, apesar dos esforços da vacinação e testagem, “há pessoas que se continuam a infetar”, o que se traduz na situação no hospital, “que passou de zero casos a sete doentes internados, cinco na área polivalente e dois em cuidados intensivos”, na última quinzena.
15h40 - Portugal está a administrar mais de 120 mil doses de vacinas por dia
Em visita a um centro de vacinação em Lisboa, a ministra da Saúde, Marta Temido, revelou que Portugal está a administrar, neste momento, “bem mais de 120 mil doses de vacinas por dia”, numa semana em que foram atingidas as dez milhões de doses inoculadas.
Questionada ainda sobre a carta aberta de profissionais de saúde que se mostram contra as medidas de confinamento, Marta Temido defende que é ainda necessário manter algumas cautelas.
“Neste momento temos já um conjunto de medidas de confinamento que são adaptadas à nossa situação atual. Nós estamos desde o início de junho a apostar na vacinação como arma de combate à pandemia, mas isso não implica que nós não tenhamos que manter algumas cautelas”, defende a ministra da Saúde. “Eu leio esta carta como um apelo a todos nós para mantermos as medidas que neste momento estamos a praticar”, acrescenta.
Sobre o pico da pandemia, a ministra da Saúde explica que “só depois de o passarmos é que poderemos dizer que já lá estivemos”. No entanto, Marta Temido admite que Lisboa esteja neste momento no pico de infeções da quarta vaga, mas defende que são precisos mais dados.
Mesmo que se atinja o pico, Marta Temido deixa o apelo: “Precisamos de manter as medidas de precaução básicas – elas não são muito exigentes face àquilo que nos permitem”.
Em visita a um centro de vacinação em Lisboa, a ministra da Saúde, Marta Temido, revelou que Portugal está a administrar, neste momento, “bem mais de 120 mil doses de vacinas por dia”, numa semana em que foram atingidas as dez milhões de doses inoculadas.
Questionada ainda sobre a carta aberta de profissionais de saúde que se mostram contra as medidas de confinamento, Marta Temido defende que é ainda necessário manter algumas cautelas.
“Neste momento temos já um conjunto de medidas de confinamento que são adaptadas à nossa situação atual. Nós estamos desde o início de junho a apostar na vacinação como arma de combate à pandemia, mas isso não implica que nós não tenhamos que manter algumas cautelas”, defende a ministra da Saúde. “Eu leio esta carta como um apelo a todos nós para mantermos as medidas que neste momento estamos a praticar”, acrescenta.
Sobre o pico da pandemia, a ministra da Saúde explica que “só depois de o passarmos é que poderemos dizer que já lá estivemos”. No entanto, Marta Temido admite que Lisboa esteja neste momento no pico de infeções da quarta vaga, mas defende que são precisos mais dados.
Mesmo que se atinja o pico, Marta Temido deixa o apelo: “Precisamos de manter as medidas de precaução básicas – elas não são muito exigentes face àquilo que nos permitem”.
15h00 - Aumenta para 175 número de concelhos com incidência acima dos 120 casos
Portugal tem hoje 175 concelhos com uma incidência superior a 120 casos de infeção pelo vírus SARS-COV-2 por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias, mais 45 do que na última sexta-feira.
Estes 175 concelhos que estão acima do limite de incidência de 120 novos casos representam cerca de 56% do total dos municípios do país, quando, na última sexta-feira, este valor estava nos 42%.
Segundo os dados hoje divulgados no boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS), três concelhos ultrapassaram uma incidência cumulativa a 14 dias – entre 01 e 14 de julho – de mais de 960 casos por cem mil habitantes.
Acima deste limiar máximo, de acordo com as categorias definidas pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC), mantêm-se Albufeira (1.291 casos por 100 mil habitantes) e Loulé (1.176) e, a partir de agora, o concelho de Lagoa, na Região Autónoma dos Açores, com 1.003 casos.
Portugal tem hoje 175 concelhos com uma incidência superior a 120 casos de infeção pelo vírus SARS-COV-2 por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias, mais 45 do que na última sexta-feira.
Estes 175 concelhos que estão acima do limite de incidência de 120 novos casos representam cerca de 56% do total dos municípios do país, quando, na última sexta-feira, este valor estava nos 42%.
Segundo os dados hoje divulgados no boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS), três concelhos ultrapassaram uma incidência cumulativa a 14 dias – entre 01 e 14 de julho – de mais de 960 casos por cem mil habitantes.
Acima deste limiar máximo, de acordo com as categorias definidas pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC), mantêm-se Albufeira (1.291 casos por 100 mil habitantes) e Loulé (1.176) e, a partir de agora, o concelho de Lagoa, na Região Autónoma dos Açores, com 1.003 casos.
14h43 - Pandemia acentuou fome e pobreza nos países da CPLP
A fome e a pobreza foram acentuadas pela pandemia nos países da CPLP. Na cimeira de Luanda procuram-se mecanismos para diminuir a insegurança alimentar nestes países.
A fome e a pobreza foram acentuadas pela pandemia nos países da CPLP. Na cimeira de Luanda procuram-se mecanismos para diminuir a insegurança alimentar nestes países.
14h16 - R(t) desce mas incidência sobe
De acordo com o boletim, a incidência é agora de 355,5 casos de infeção por 100 mil habitantes a nível nacional e de 366,7 no continente. Na análise anterior, a incidência situava-se nos 336,3 a nível nacional e 346,5 no continente.
Já o R(t) registou uma descida. O índice de transmissibilidade é agora de 1,12 a nível nacional e de 1,13 a nível continental. Na atualização anterior, o R(t) era de 1,14 e 1,15, respetivamente.
De acordo com o boletim, a incidência é agora de 355,5 casos de infeção por 100 mil habitantes a nível nacional e de 366,7 no continente. Na análise anterior, a incidência situava-se nos 336,3 a nível nacional e 346,5 no continente.
Já o R(t) registou uma descida. O índice de transmissibilidade é agora de 1,12 a nível nacional e de 1,13 a nível continental. Na atualização anterior, o R(t) era de 1,14 e 1,15, respetivamente.
14h07 - Mais sete mortes e 3547 casos confirmados em Portugal
O mais recente boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde reporta mais 3547 casos e sete mortes associadas à Covid-19.
No hospital estão hoje 778 doentes (mais quatro do que na véspera), dos quais 171 em unidades de cuidados intensivos (menos três do que no dia anterior).
Lisboa e Vale do Tejo continua a ser a região com o maior aumento diário de infeções (1460 novos casos), mas a região norte regista cada vez mais novos casos, hoje com 1305 infeções novas. Foram ainda reportados 304 casos na região centro, 302 no Algarve e 105 no Alentejo. Os Açores registaram 50 novos casos e a Madeira 21. Em relação aos óbitos, três foram registados em Lisboa e Vale do Tejo, dois na região norte outros dois no Algarve.
O relatório reporta ainda mais 2571 recuperados, para um total de 857.108. Existem ainda mais 969 casos ativos (49.445 no total) e mais 944 contactos em vigilância (79.625 no total).
Desde que foi identificado o primeir casos de Covid-19 em Portugal já foram confirmadas 923.747 infeções e 17.194 mortes.
14h03 - Autotestes disponíveis nos supermercados
As medidas de controlo à pandemia vão manter-se em vigor até à próxima reunião do Infarmed a 27 de julho. A decisão foi tomada no Conselho de Ministros desta quinta-feira. Decisão também para os autotestes da Covid que passam a ser vendidos nos supermercados.
As medidas de controlo à pandemia vão manter-se em vigor até à próxima reunião do Infarmed a 27 de julho. A decisão foi tomada no Conselho de Ministros desta quinta-feira. Decisão também para os autotestes da Covid que passam a ser vendidos nos supermercados.
13h50 - A reação da DGS à carta aberta dos profissionais de saúde
André Peralta Santos, diretor dos Serviços de Informação e Análise da Direção-geral da Saúde, afirmou à RTP que concorda com algumas das medidas pedidas pelos 21 profissionais de saúde. Mas é contra o levantamento total das restrições.
André Peralta Santos, diretor dos Serviços de Informação e Análise da Direção-geral da Saúde, afirmou à RTP que concorda com algumas das medidas pedidas pelos 21 profissionais de saúde. Mas é contra o levantamento total das restrições.
13h35 - Carta aberta de profissionais de saúde contra medidas de confinamento
Médicos e farmacêuticos subscrevem uma carta aberta contra as medidas de confinamento para combater a pandemia. O documento intitula-se "Reconquistar o direito a viver". É assinado por 21 profissionais de saúde que alertam que certas medidas restritivas têm efeitos mais gravosos para a sociedade do que a Covid-19.
Dizem que já não se justificam e defendem novas estratégias.
Médicos e farmacêuticos subscrevem uma carta aberta contra as medidas de confinamento para combater a pandemia. O documento intitula-se "Reconquistar o direito a viver". É assinado por 21 profissionais de saúde que alertam que certas medidas restritivas têm efeitos mais gravosos para a sociedade do que a Covid-19.
Dizem que já não se justificam e defendem novas estratégias.
13h15 - ECDC antecipa forte aumento do número de casos nas próximas semanas
O número de casos de covid-19 deve aumentar fortemente nas próximas semanas na União Europeia (UE) devido à variante Delta e ao alívio generalizado de medidas de restrição, anunciou hoje o Centro Europeu para o Controlo de Doenças (ECDC).
De acordo com as projeções divulgadas hoje, poderão registar-se quase cinco vezes mais casos novos de infeção até 01 de agosto, sendo estimada uma incidência superior a 420 novos casos por 100.000 habitantes para a semana que termina em 01 de agosto em relação ao território da UE, bem como Noruega e Islândia. Na semana passada, a incidência era inferior a 90 casos por 100.000 habitantes.
Já para a semana seguinte, entre 02 e 08 de agosto e que representa a projeção mais longa do ECDC, o organismo europeu estima uma nova subida deste indicador, passando então para cerca de 620 novos casos por cada 100.000 habitantes.
Embora estas projeções continuem a ser cenários epidemiológicos, este nível de infeção é consentâneo com aquele que foi observado durante os picos do outono de 2020 e em abril de 2021, segundo os dados da agência da UE. No entanto, o número de hospitalizações e óbitos deve ter um crescimento mais lento, devido à campanha de vacinação a nível comunitário.
Atualmente, a tendência é ascendente em dois terços dos 30 países monitorizados pelo ECDC, "e nos países mais afetados, os maiores aumentos nos casos e os níveis mais elevados de infeção registam-se no grupo etário dos 15-24 anos, com aumentos limitados" no grupo acima dos 65 anos.
Na semana passada, entre 05 e 11 de julho, o número de novos casos na UE teve um salto de 60%, aumentando pela segunda semana consecutiva, de acordo com o organismo, devido ao "relaxamento das medidas e à progressão da variante Delta" inicialmente detetada na Índia.
O número de casos de covid-19 deve aumentar fortemente nas próximas semanas na União Europeia (UE) devido à variante Delta e ao alívio generalizado de medidas de restrição, anunciou hoje o Centro Europeu para o Controlo de Doenças (ECDC).
De acordo com as projeções divulgadas hoje, poderão registar-se quase cinco vezes mais casos novos de infeção até 01 de agosto, sendo estimada uma incidência superior a 420 novos casos por 100.000 habitantes para a semana que termina em 01 de agosto em relação ao território da UE, bem como Noruega e Islândia. Na semana passada, a incidência era inferior a 90 casos por 100.000 habitantes.
Já para a semana seguinte, entre 02 e 08 de agosto e que representa a projeção mais longa do ECDC, o organismo europeu estima uma nova subida deste indicador, passando então para cerca de 620 novos casos por cada 100.000 habitantes.
Embora estas projeções continuem a ser cenários epidemiológicos, este nível de infeção é consentâneo com aquele que foi observado durante os picos do outono de 2020 e em abril de 2021, segundo os dados da agência da UE. No entanto, o número de hospitalizações e óbitos deve ter um crescimento mais lento, devido à campanha de vacinação a nível comunitário.
Atualmente, a tendência é ascendente em dois terços dos 30 países monitorizados pelo ECDC, "e nos países mais afetados, os maiores aumentos nos casos e os níveis mais elevados de infeção registam-se no grupo etário dos 15-24 anos, com aumentos limitados" no grupo acima dos 65 anos.
Na semana passada, entre 05 e 11 de julho, o número de novos casos na UE teve um salto de 60%, aumentando pela segunda semana consecutiva, de acordo com o organismo, devido ao "relaxamento das medidas e à progressão da variante Delta" inicialmente detetada na Índia.
12h41- Vacinação. Modalidade "Casa Aberta" para maiores de 40 retomada esta tarde
Em comunicado, a Task Force da vacinação informa que "após o levantamento da suspensão temporária de um lote de vacinas da Janssen, a modalidade “Casa Aberta” para utentes com idade igual ou superior a 40 anos será retomada a partir das 15:00 de 16 de julho".
Diz ainda que "a partir de 19 de julho a modalidade “Casa Aberta” estará condicionada apenas a utilização da vacina da Janssen, devendo para o efeito, os utentes terem em consideração o estipulado no ponto 2.b. da norma n.º 004/2021 da DGS".
A modalidade “casa aberta” permite a vacinação de primeiras doses a utentes não estejam agendados, com idade igual ou superior a 40 anos e que não tenham sido infetados com Covid-19 nos últimos seis meses.
Para ser vacinado nesta modalidade, os utentes se devem dirigir ao Centro de Vacinação COVID correspondente ao Centro de Saúde onde estão inscritos, nos horários específicos para esta modalidade do respetivo Centro de Vacinação COVID. Os horários de funcionamento da “Casa Aberta” nos Centros de Vacinação COVID podem ser consultados em: https://covid19.min-saude.pt/casa_aberta
A modalidade “Casa Aberta” permite assegurar que todas as pessoas elegíveis são chamadas ao processo de vacinação.
Em comunicado, a Task Force da vacinação informa que "após o levantamento da suspensão temporária de um lote de vacinas da Janssen, a modalidade “Casa Aberta” para utentes com idade igual ou superior a 40 anos será retomada a partir das 15:00 de 16 de julho".
Diz ainda que "a partir de 19 de julho a modalidade “Casa Aberta” estará condicionada apenas a utilização da vacina da Janssen, devendo para o efeito, os utentes terem em consideração o estipulado no ponto 2.b. da norma n.º 004/2021 da DGS".
A modalidade “casa aberta” permite a vacinação de primeiras doses a utentes não estejam agendados, com idade igual ou superior a 40 anos e que não tenham sido infetados com Covid-19 nos últimos seis meses.
Para ser vacinado nesta modalidade, os utentes se devem dirigir ao Centro de Vacinação COVID correspondente ao Centro de Saúde onde estão inscritos, nos horários específicos para esta modalidade do respetivo Centro de Vacinação COVID. Os horários de funcionamento da “Casa Aberta” nos Centros de Vacinação COVID podem ser consultados em: https://covid19.min-saude.pt/casa_aberta
A modalidade “Casa Aberta” permite assegurar que todas as pessoas elegíveis são chamadas ao processo de vacinação.
12h30 - Roménia inclui Portugal na "lista vermelha"
A Roménia colocou hoje Portugal, Espanha, Países Baixos e Chipre na "lista vermelha" e vai exigir, a partir de domingo, que quem viaje a partir desses países tenha vacinação completa ou cumpra 14 dias de quarentena.
As novas restrições determinadas pelo Governo de Bucareste aplicam-se devido ao facto de os quatro países terem registado, nos últimos dias, incidências de infeções superiores à da Roménia.
Além dos quatro países pertencentes à União Europeia (UE), a Roménia também colocou Andorra na mesma lista.
A Roménia colocou hoje Portugal, Espanha, Países Baixos e Chipre na "lista vermelha" e vai exigir, a partir de domingo, que quem viaje a partir desses países tenha vacinação completa ou cumpra 14 dias de quarentena.
As novas restrições determinadas pelo Governo de Bucareste aplicam-se devido ao facto de os quatro países terem registado, nos últimos dias, incidências de infeções superiores à da Roménia.
Além dos quatro países pertencentes à União Europeia (UE), a Roménia também colocou Andorra na mesma lista.
12h29 - Monchique exige correção do erro que coloca concelho em risco elevado
O presidente da Câmara de Monchique exigiu hoje que o erro que coloca o concelho em risco elevado de incidência de covid-19 seja corrigido até às 19:00 para não prejudicar a restauração e as outras atividade económicas.
"A ver se até às sete da tarde há uma deliberação do Governo sobre esta questão para que fique resolvida antes de entrarem em vigor as normas para a restauração", realçou à Lusa Rui André.
O anúncio da colocação do concelho em risco elevado foi conhecido depois da reunião do Conselho de Ministros que se realizou esta quinta-feira e foi tomada por considerar que o concelho teria ultrapassado os 120 casos de covid-19 por 100 mil habitantes, porém Rui André sublinhou que, no caso dos territórios de baixa densidade, o critério "é duas semanas de 240 casos".
O presidente da Câmara de Monchique exigiu hoje que o erro que coloca o concelho em risco elevado de incidência de covid-19 seja corrigido até às 19:00 para não prejudicar a restauração e as outras atividade económicas.
"A ver se até às sete da tarde há uma deliberação do Governo sobre esta questão para que fique resolvida antes de entrarem em vigor as normas para a restauração", realçou à Lusa Rui André.
O anúncio da colocação do concelho em risco elevado foi conhecido depois da reunião do Conselho de Ministros que se realizou esta quinta-feira e foi tomada por considerar que o concelho teria ultrapassado os 120 casos de covid-19 por 100 mil habitantes, porém Rui André sublinhou que, no caso dos territórios de baixa densidade, o critério "é duas semanas de 240 casos".
11h52 - Taxa de excesso de mortalidade abranda na UE em maio~
O excesso de mortalidade abrandou em maio na União Europeia para os 9,4%, face aos 20% em abril, face às médias homólogas entre 2016 e 2019, com Portugal a registar a menor taxa (-1%), segundo o Eurostat.
O excesso de mortalidade abrandou em maio na União Europeia para os 9,4%, face aos 20% em abril, face às médias homólogas entre 2016 e 2019, com Portugal a registar a menor taxa (-1%), segundo o Eurostat.
Entre os Estados-membros, o indicador variou entre os -1% em Portugal e os 26% na Grécia, em maio, sendo que um valor negativo significa que ocorreram menos mortes em comparação com o período de base.
11h50 - Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças prevê quase cinco vezes mais casos de Covid-19 a 1 de agosto face aos número da semana passada
11h43 - Covid-19 continua a pressionar cuidados primários e no diagnóstico
Em entrevista à RTP3, Elisabete Ramos, presidente da Associação Portuguesa de Epidemiologia, refere que há sinais de abrandamento da Covid-19 em Lisboa e Vale do Tejo. Nas restantes regiões, há um crescimento, ainda que seja menor.
A responsável destaca ainda que a pressão nos cuidados de saúde não está a ser como em vagas anteriores, pelo menos nos hospitais, mas que se mantém a pressão para cuidados primários e no diagnóstico.
A responsável destaca ainda que a pressão nos cuidados de saúde não está a ser como em vagas anteriores, pelo menos nos hospitais, mas que se mantém a pressão para cuidados primários e no diagnóstico.
11h41 - Complicações com Covid-19. Jovens adultos propensos a lesões graves. Leia aqui.
11h06 - As razões do pneumologista Agostinho Marques para a carta aberta contra medidas de confinamento
10h23 - Indonésia com um número recorde de 1025 mortes em 24 horas e mais 54 mil infeções
09h50 - Timor-Leste regista 26.ª morte
Timor-Leste registou hoje a 26.ª morte de uma pessoa infetada com o SARS-CoV-2, numa altura em que o número de casos ativos no país continua a descer e a vacinação a aumentar, anunciaram as autoridades.
Em comunicado, o Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC) explicou que a vítima é um homem de 56 anos, com história clínica de hipertensão e a quem foi diagnosticado o vírus no dia 29 de junho.
Timor-Leste registou hoje a 26.ª morte de uma pessoa infetada com o SARS-CoV-2, numa altura em que o número de casos ativos no país continua a descer e a vacinação a aumentar, anunciaram as autoridades.
Em comunicado, o Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC) explicou que a vítima é um homem de 56 anos, com história clínica de hipertensão e a quem foi diagnosticado o vírus no dia 29 de junho.
09h21 - Rússia com 25.704 casos e um número recorde de mortos em 24 horas, mais 799
09h10 - Médicos e farmacêuticos manifestam-se contra medidas de confinamento
Médicos e farmacêuticos manifestaram-se numa carta aberta, hoje divulgada, contra a tomada de "medidas extraordinárias de confinamento" para combater a pandemia, alertando que produzem efeitos "mais gravosos" para a sociedade do que a covid-19. Leia aqui.
Médicos e farmacêuticos manifestaram-se numa carta aberta, hoje divulgada, contra a tomada de "medidas extraordinárias de confinamento" para combater a pandemia, alertando que produzem efeitos "mais gravosos" para a sociedade do que a covid-19. Leia aqui.
08h57 - OMS exige maior colaboração. Tedros admite fuga do vírus de laboratório chinês. Leia aqui
08h16 - Pessoas não vacinadas na China vão deixar de poder aceder a serviços públicos como hospitais, escolas e infantários
07h41 - Infeção com duas variantes em simultâneo é rara mas acontece. O que se sabe sobre estes casos? Leia aqui
07h39 - Hungria vai oferecer terceira dose da vacina
Já a partir de 1 de agosto será possível tomar uma terceira dose da vacina na Hungria que passa também a ser obrigatória para pessoal médico.
Já a partir de 1 de agosto será possível tomar uma terceira dose da vacina na Hungria que passa também a ser obrigatória para pessoal médico.
07h38 - Vacinas doadas por Portugal a Angola começam a ser usadas já hoje
A ministra da Saúde angolana disse quinta-feira que as vacinas doadas por Portugal e que chegaram esta noite a Luanda vão começar a ser usadas já hoje, sexta-feira, agradecendo o gesto ao povo português e ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
A ministra da Saúde angolana disse quinta-feira que as vacinas doadas por Portugal e que chegaram esta noite a Luanda vão começar a ser usadas já hoje, sexta-feira, agradecendo o gesto ao povo português e ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
Situação no País
O Infarmed garantiu hoje a conformidade das vacinas da Janssen em distribuição em Portugal com as especificações do regulador europeu e anunciou que o lote suspenso na quarta-feira pode ser utilizado nos centros de vacinação.
"Foram realizados ensaios relativos às características físico-químicas da vacina, que comprovam a conformidade de todos os lotes que se encontram no circuito de distribuição, de acordo com as especificações aprovadas em sede de avaliação pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA)", adiantou a Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) em comunicado.
"Foram realizados ensaios relativos às características físico-químicas da vacina, que comprovam a conformidade de todos os lotes que se encontram no circuito de distribuição, de acordo com as especificações aprovadas em sede de avaliação pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA)", adiantou a Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) em comunicado.
Portugal continental ultrapassou já a marca das dez milhões de doses de vacinas contra a covid-19 administradas à população, “das quais cerca de seis milhões correspondem a primeiras doses e cerca de quatro milhões a pessoas com o esquema vacinal completo”, refere um comunicado do Ministério da Saúde.
Segundo o gabinete da ministra Marta Temido, “neste momento, cerca de 95% da população com mais de 50 anos residente no continente já tem uma dose da vacina administrada e 85% tem a vacinação completa”.
Segundo o gabinete da ministra Marta Temido, “neste momento, cerca de 95% da população com mais de 50 anos residente no continente já tem uma dose da vacina administrada e 85% tem a vacinação completa”.
Os parques aquáticos situados nos municípios de risco elevado e muito elevado de contágio da covid-19 podem reabrir já esta sexta-feira, mas têm de cumprir as orientações da Direção-Geral da Saúde, segundo decisão do ministério da Economia.
Situação no Mundo
O Brasil contabilizou 1.548 mortes e 52.789 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 538.942 óbitos e 19.262.518 diagnósticos positivos da doença desde o início da pandemia, informou hoje o executivo.
A incidência acumulada em Espanha volta a superar os 500 casos por 100.000 habitantes nas últimas duas semanas, num dia em que houve 27.688 novas infeções de covid-19 e 41 mortes com a doença.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) pediu hoje aos países membros que sejam “extremamente cautelosos” e “não se sintam tentados” a começar a administar terceiras doses de reforço de vacinas anti-covid.
Na opinião dos peritos da organização, a medida não ajudaria a equilibrar a repartição global de vacinas.
Na opinião dos peritos da organização, a medida não ajudaria a equilibrar a repartição global de vacinas.