Sporting é vice-campeão feminino na Taça Campeões Europeus de pista

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Patrícia Mamona venceu no triplo salto com 14,26 metros
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O Sporting falhou domingo o ‘tri’ na Taça dos Clubes Campeões Europeus de pista de atletismo, ao terminar em segundo lugar em femininos, atrás do Enka, da Turquia, enquanto o Benfica foi terceiro em masculinos.

A apreensão manifestada no final do primeiro dia pelo diretor técnico das ‘leoas’ confirmou-se, porque o Sporting não foi tão forte na velocidade (Lorene Bazolo foi quinta nos 200 metros, com 23,73 segundos) nem nos 100 metros barreiras (Olímpica Barbosa, vencedora em 2018, foi agora quinta, com 13,88 segundos), baixou no peso (Jessica Inchude foi quarta com 16,99 m), no martelo (Vânia Silva foi sexta, com 57,06 m), e manteve-se na altura (Anabela Neto, quinta, com 1,73 m).

No capítulo dos melhores resultados, Patrícia Mamona venceu o triplo salto, com 14,26 metros, marca de qualificação para os Mundiais e apenas a seis centímetros dos mínimos para Tóquio, e Jessica Augusto teve um expressivo triunfo nos 5.000 metros (15.54,51, melhor marca do ano).

A estafeta de 4x400 metros, com o quarteto composto por Filipa Martins, Dorothé Évora, Noelie Yarigo e Cátia Azevedo, venceu com 3.34,29 minutos (melhor marca nacional de sempre de clubes). Não menos importante foi o terceiro lugar de Salomé Afonso nos 1500 metros (4.18,13).

Mas as turcas do Enka foram mais homogéneas, só não ficando nos três primeiros lugares individuais em duas provas, enquanto as espanholas do Valência, com uma segunda jornada melhor, terminaram no terceiro lugar, mas a 25 pontos das portuguesas.

Descem ao grupo B as equipas do JKU, da Finlândia, e do Atletica Studentesca, de Itália, por troca com as eslovenas do Mass Ljubljana (vencedoras do Grupo B) e das holandesas do Rotterdam Atletiek.

Em masculinos, o Benfica desceu uma posição em relação a 2018. Os campeões foram os espanhóis do Playas de Castellón, a competirem em casa, a quem tudo correu bem (até mesmo a proibição de Pedro Pichardo competir como português), enquanto o Fenerbahce, da Turquia, foi vice-campeão a um ponto dos vencedores.

Aos benfiquistas não chegaram os triunfos de Edward Pingua, nos 3.000 metros, com 7.53,88 minutos, completamente isolado, e Marcos Chuva, no salto em comprimento, com 7,75 metros, nem os segundos lugares de Leandro Ramos, no dardo (com recorde nacional de 77,52 metros, de André Pereira nos 3.000 metros obstáculos (8.49,67 minutos), de Marcin Lewandowski, nos 800 metros (1.48,56), e Diogo Ferreira, na vara (5,30 metros).

A desclassificação de Abdel-kader Larrinaga nos 110 metros barreiras, por derrube ostensivo das barreiras, e outros resultados menos bons, contribuíram para o desfecho.

Os ‘encarnados ocupam os lugares do pódio nas três últimas edições. As equipas representantes da Holanda (Rotterdam) e da Dinamarca (Sparta) descem ao grupo B, por troca com os belgas do RESC (vencedores do grupo B) e os eslovenos do Mass Ljubljana.

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