Rali de Portugal: Liderança já passou por sete pilotos após 12 especiais

| Rali de Portugal

Legenda da Imagem
|

A 51.ª edição do Rali de Portugal já conheceu sete líderes após 12 das suas 19 classificativas, numa alternância inédita no campeonato do mundo de 2017.

Thierry Neuville (Hyundai i20) e Mads Ostberg (Ford Fiesta) começaram por repartir o primeiro lugar na superespecial de Lousada, na quinta-feira, seguindo-se a alternância entre quatro pilotos no segundo dia, que, só por si, supera os registos dos ralis já disputados na temporada.

Na sexta-feira, primeiro foi o neozelandês Hayden Paddon (Hyundai i20), seguiu-se o finlandês Jari-Mati Latvala (Toyota Yaris), o norte-irlandês Kris Meeke (Citroën C3) e o estónio Ott Tänak (Ford Fiesta).

Hoje, na 12.ª classificativa do rali, o francês Sébastien Ogier (Ford Fiesta) instalou-se no primeiro lugar, ficando com a estrada limpa para a conquista do seu quinto Rali de Portugal e reforçar a liderança do Mundial, que tenta vencer pela quinta vez.

Nas cinco anteriores provas do campeonato do Mundo, apenas o Rali da Argentina conheceu mais do que dois líderes, casos de Ogier, do britânico Elfyn Evans (Ford Fiesta) e do belga Thierry Neuville (Hyundai i20).

Nos restantes, Ogier e Neuville ocuparam o primeiro lugar no Mónaco, Latvala e Neuville na Suécia, o finlandês Juho Hanninen (Toyota Yaris) e Meeke no México e Meeke e Neuville em França.

Após 12 troços cronometrados, que tiveram nove vencedores diferentes e cinco repetentes - a superespecial e a primeira passagem por Ponte de Lima tiveram dois e três mais rápidos 'ex aequo' - Ogier lidera com 19,5 segundos sobre Neuville e 25 sobre o espanhol Dani Sordo (Hyundai i20), que ainda não passaram pelo topo do rali português, que termina no domingo.

A informação mais vista

+ Em Foco

Em 260 episódios, o projeto chegou às mais diversas áreas: saúde, engenharias, astronomia, tecnologia, química, história, filosofia, desporto ou geografia.

Foi considerado o “pior dia do ano” em termos de fogos florestais, com a Proteção Civil a registar 443 ocorrências. Morreram 45 pessoas. Perto de 70 ficaram feridas. Passou um mês desde o 15 de outubro.

    Todos os anos as praias portuguesas são utilizadas por milhões de pessoas de diferentes nacionalidades e a relação ambiental com estes espaços não é a mais correta.

      Uma caricatura do mundo em que vivemos.