Dois golos depois do minuto 90 permitiram esta sexta-feira ao líder FC Porto vencer em casa o Arouca por 3-1, no jogo inaugural da 24.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.
FC Porto vence Arouca com dois golos nos descontos
Oskar Pietuszewski inaugurou o marcador logo aos 13 segundos, mas permitiu a igualdade aos arouquenses por Naïs Djouahra, aos 70 minutos, antes de William Gomes, de grande penalidade, aos 90+1, e Terem Moffi, aos 90+8, garantirem a vitória para os comandados de Francesco Farioli.
Com este resultado, o líder FC Porto, que visita o Benfica na próxima ronda, regista 65 pontos.
Logo a partir do pontapé de saída, Victor Froholdt conquistou uma segunda bola em zona adiantada e mediu um cruzamento rasteiro, para a entrada de Pietuszewski, logo ao 14.º segundo, que conseguiu, em esforço, desviar para o fundo das redes.
O golo 'madrugador' do polaco foi o mais rápido de sempre do FC Porto no Estádio do Dragão, com o polaco, de apenas 17 anos e nove meses, a tornar-se ainda o jogador estrangeiro mais jovem de sempre a marcar pelos 'azuis e brancos'.
Pietuszewski, que ganhou confiança com a sua estreia a marcar em Portugal, descobriu Pepê no poste mais distante com um grande passe, que só não resultou em golo porque Kuipers conseguiu um excelente corte, já no período de compensação do primeiro tempo.
No regresso dos balneários, o Arouca assumiu uma postura mais afirmativa e teve a primeira grande oportunidade logo a abrir, quando Taiji Fukui, à entrada da área, atingiu com violência a trave da baliza de Diogo Costa.
À passagem do minuto 70, chegou à igualdade por Djouahra, num lance em que o francês captou uma bola à entrada da área e rematou forte para as redes da baliza de Diogo Costa, que não viu a bola partir do pé do extremo e nada conseguiu fazer para impedir o golo.
Com a pressão da igualdade tardia, o líder da I Liga intensificou o seu jogo nos últimos minutos e a entrada de Seko Fofana em campo revelou-se decisiva, ele que sofreu grande penalidade, já em cima do final do tempo regulamentar, por falta de Yellu.
William Gomes garantiu a conversão certeira da marca dos 11 metros, para grande euforia e alívio dos adeptos portistas, que ainda viram Arruabarrena adivinhar o lado do remate, mas sem conseguir chegar ao esférico.
Nos instantes finais, já ao oitavo minuto da compensação, ainda houve tempo para Terem Moffi marcar o seu primeiro golo com a camisola 'azul e branca', só tendo de encostar face à assistência primorosa de William Gomes.