I Liga. CD Nacional - Famalicão

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I Liga. CD Nacional - Famalicão

O Nacional, 15.º classificado, com quatro pontos, recebe este sábado o Famalicão, 13.º, também com quatro, a partir das 15h30, no Estádio da Madeira, no Funchal, sob arbitragem de Gustavo Correia, da associação do Porto.

RTP

CD Nacional 

O treinador do Nacional, Alexandre Santos, afirmou que a equipa quer "quebrar o ciclo" sem pontuar, após quatro derrotas consecutivas na I Liga portuguesa de futebol, em antevisão ao jogo com o Famalicão, da sétima jornada.

"Queremos quebrar o ciclo de não pontuar, mas queremos disputar o jogo, acima de tudo, para ganhar. Vamos assumir essa postura desde o primeiro minuto e acredito muito que vamos conseguir sair com um excelente resultado. Logicamente, um excelente resultado passa por ganhar ao Famalicão", referiu o técnico, em conferência de imprensa, após o último treino da semana.

O substituto de João Gião, demitido ao fim de quatro jornadas, acredita que o trabalho desenvolvido junto dos jogadores começa agora a "dar frutos", pedindo uma atitude diferente relativamente à derrota na estreia, frente ao Alverca (3-1), na última ronda.

Famalicão

O treinador do Famalicão, Carlos Carvalhal, considerou que reparte com o anfitrião Nacional a responsabilidade de vencer o jogo da sétima jornada da I Liga de futebol, embora reconheça maior obrigação ao conjunto que atua em casa.

“No campeonato, as equipas que jogam em casa têm sempre alguma obrigação, seja contra qualquer adversário, mas, sinceramente, acho que a responsabilidade está dividida”, afirmou Carlos Carvalhal, em conferência de imprensa.

O técnico salientou que o Nacional “quer muito vencer porque precisa”, enquanto o Famalicão procura o primeiro triunfo no campeonato para “dar um passo à frente”, depois de ainda não ter conseguido ganhar.

“Não tenho dúvidas de que ambas as equipas têm a ambição de conseguir vencer o jogo. Nós temos de levar muita vontade de vencer e, se essa vontade se manifestar nos comportamentos que temos feito e vindo a melhorar, as nossas chances de ganhar são maiores”, vincou.

Carvalhal destacou ainda a mudança de treinador no Nacional, agora orientado por Alexandre Santos, que conhece “há muitos anos”, e admitiu diferenças na organização da equipa, que passou de uma linha de cinco para uma estrutura com quatro defesas.

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