Um golo solitário de Uílton permitiu hoje ao Paços de Ferreira vencer a União de Leiria, em jogo da 14.ª jornada da II Liga de futebol, garantindo fora de casa três pontos importantes na luta pela manutenção.
Os pacenses, que não ganhavam há cinco jornadas, revelaram-se mais concentrados, mais perigosos e também mais felizes, com o extremo brasileiro a beneficiar de um ressalto para chegar ao golo.
Embalada por duas vitórias consecutivas sob orientação do novo treinador Jorge Silas, a União de Leiria entrou com uma equipa ofensiva.
Mas o Paços de Ferreira, apesar da posição desconfortável na classificação com que chegou a Leiria, mostrou-se mais capaz do que a posição que ostenta.
A equipa de Ricardo Silva aguentou o primeiro ímpeto adversário e depois, bem organizada, esteve sempre mais confortável no contra-ataque do que a União no ataque continuado que tentou impor.
Numa das situações em que o Paços passou rapidamente o meio campo, Costinha ganhou espaço com um drible artístico, rodopiando sobre si próprio, e serviu Uílton, cujo remate fez a bola ressaltar em Christopher, subir muito e entrar na baliza de Kieszek.
Em vantagem desde os 08 minutos, os visitantes fecharam-se bem e a União de Leiria sentiu muitas dificuldades para se aproximar da baliza de Marafona.
Na única vez que conseguiram criar perigo na primeira parte, Marc Baró falhou inesperadamente o empate, quando estava a um metro da linha de golo e sem ninguém pela frente, o espanhol deixou a bola passar entre as pernas.
Os leirienses voltaram a estar perto da igualdade aos 58 minutos, mas a equipa estava tão desastrada quanto azarada: numa jogada rápida, Jair Matheus rematou para a baliza, mas a bola ressaltou no companheiro João Resende e desviou para fora.
No tudo ou nada final, Jorge Silas prescindiu de um central e colocou mais um avançado, Nabian, mas nem assim a União de Leiria ficou mais perigosa. E até foi o Paços de Ferreira que quase aproveitou para dilatar a margem da vitória que levou para casa.
Embalada por duas vitórias consecutivas sob orientação do novo treinador Jorge Silas, a União de Leiria entrou com uma equipa ofensiva.
Mas o Paços de Ferreira, apesar da posição desconfortável na classificação com que chegou a Leiria, mostrou-se mais capaz do que a posição que ostenta.
A equipa de Ricardo Silva aguentou o primeiro ímpeto adversário e depois, bem organizada, esteve sempre mais confortável no contra-ataque do que a União no ataque continuado que tentou impor.
Numa das situações em que o Paços passou rapidamente o meio campo, Costinha ganhou espaço com um drible artístico, rodopiando sobre si próprio, e serviu Uílton, cujo remate fez a bola ressaltar em Christopher, subir muito e entrar na baliza de Kieszek.
Em vantagem desde os 08 minutos, os visitantes fecharam-se bem e a União de Leiria sentiu muitas dificuldades para se aproximar da baliza de Marafona.
Na única vez que conseguiram criar perigo na primeira parte, Marc Baró falhou inesperadamente o empate, quando estava a um metro da linha de golo e sem ninguém pela frente, o espanhol deixou a bola passar entre as pernas.
Os leirienses voltaram a estar perto da igualdade aos 58 minutos, mas a equipa estava tão desastrada quanto azarada: numa jogada rápida, Jair Matheus rematou para a baliza, mas a bola ressaltou no companheiro João Resende e desviou para fora.
No tudo ou nada final, Jorge Silas prescindiu de um central e colocou mais um avançado, Nabian, mas nem assim a União de Leiria ficou mais perigosa. E até foi o Paços de Ferreira que quase aproveitou para dilatar a margem da vitória que levou para casa.