Numa rotineira ida à lavandaria self-service, Sara testemunha um atropelamento e fuga de um jovem. Compelida pelo calor do momento, ajuda Nuno a esconder-se na arrecadação do estabelecimento, que, talvez tomado pelo desespero, lhe pede que guarde um porta-cheques. Sara aceita, sem questionar. Não tarda a arrepender-se desta decisão, quando um misterioso homem entra na lavandaria à procura do atropelado. Sara respira de alívio quando a primeira de cinco pessoas entra na lavandaria. Uns momentos depois, juntam-se ao estabelecimento, Américo, o segurança de uma empresa privada, e o «tolo-da-aldeia», que está certo de que a vítima do atropelamento se encontra algures dentro daquela lavandaria.
Os problemas adensam-se quando, a última dessas pessoas, fecha a grade da lavandaria para se proteger de uma matilha de rafeiros.